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Bovespa


Na quinta, bolsa recuou 3,20%, a 80.505 pontos, mas retorno para abril foi o melhor desde 2009. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda nesta segunda-feira (4), em meio a tensões políticas locais e no exterior.
Às 10h01, o Ibovespa tinha queda de 0,01%, a 80.501 pontos. Veja mais cotações.
Na quinta-feira, a bolsa encerrou o dia com queda de 3,20%, a 80.505 pontos. Na semana, foram três dias seguidos de alta. Apesar do fechamento negativo na quinta, o retorno do índice em abril foi o melhor para o mês desde 2009. A alta foi de 10,55% versus 15,55% naquele ano. O levantamento é da Economática.
Crise no Brasil
Por aqui, segue a tensão política, depois que o presidente Jair Bolsonaro voltou a participar, no domingo, de uma manifestação antidemocrática e inconstitucional em Brasília contra o STF e o Congresso.
Em discurso aos manifestantes, o presidente – num tom de desafio aos demais poderes – pediu a Deus para não ter problemas esta semana porque, segundo afirmou, chegou ao limite. Ele não esclareceu o que isso significa. Manifestantes hostilizaram a imprensa e agrediram com chutes e pontapés a equipe de jornalistas do jornal ‘O Estado de S.Paulo’.
Já nesta segunda, os economistas do mercado financeiro reduziram outra vez a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e, também, sua estimativa para a inflação – que passou a ficar abaixo da marca dos 2%.
Para o PIB de 2020, a expectativa de redução passou de 3,34% para 3,76%. Essa foi a décima segunda semana seguida de revisão para baixo do indicador.
Além disso, os analistas dos bancos também passaram a projetar um corte maior da taxa básica de juros no decorrer de 2020 e elevaram para R$ 5 a previsão para o dólar no fim deste ano.
Tensão EUA x China
O presidente do EUA, Donald Trump, e o secretário de Estado, Mike Pompeo, aumentaram as preocupações com novos esforços para culpar a China pela pandemia, onde acredita-se que o surto do novo coronavírus tenha se originado.
Após Trump ter ameaçado na semana passada impor mais tarifas sobre a China, Pompeo disse no domingo que há “evidências significativas” de que o novo coronavírus teria surgido de um laboratório na cidade chinesa de Wuhan.
Variação do Ibovespa em 2020
Economia/G1
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CORONAVÍRUS×

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Trump ameaça China com novas tarifas em retaliação por coronavírus


EUA promoveram neste domingo (3) a segunda fase do programa de auxílio ao emprego para pequenas empresas, após problemas na primeira fase da iniciativa. Presidente dos EUA, Donald Trump, durante declaração na Casa Branca na quinta-feira (30)
Carlos Barria/Reuters
O governo dos Estados Unidos promoveu neste domingo (3) a segunda fase do programa de auxílio ao emprego para pequenas empresas, com US$ 2,2 milhões de empréstimos de um valor total de US$ 175 bilhões de dólares, após problemas na primeira fase da iniciativa.
EUA aprova plano de US$ 484 bilhões para socorrer empresas e hospitais
Pedidos de seguro desemprego nos EUA passam de 30 milhões em seis semanas
O número de empréstimos concedidos desde o começo da segunda fase do programa “é maior do que o número de empréstimos concedidos durante toda a primeira fase”, informaram em comunicado conjunto Steven Mnuchin, secretário do Tesouro, e Jovita Carranza, administradora da agência federal a cargo das pequenas e médias empresas.
As duas fases do programa, criado para ajudar a salvar os empregos afetados pela pandemia de Covid-19, totalizam US$ 669 bilhões.
“Cabe destacar que o valor médio de um empréstimo na fase 2 é de US$ 79 mil, uma indicação a mais de que o programa é dirigido a um grande público e ajuda as empresas de menor tamanho entre as menores”, assinala o comunicado.
O governo de Donald Trump foi criticado por conceder, através do primeiro programa, US$ 350 bilhões a empresas as quais não correspondia a ajuda, normalmente destinada a companhias com até 500 funcionários.
O empréstimo, concedido por bancos que atuam como intermediários, converte-se em um subsídio se as empresas beneficiárias mantêm ou voltam a contratar seus funcionários.
A verba é parte de um pacote de estímulo de mais de 2,7 trilhões de dólares para apoiar a maior economia do mundo, atingida pela pandemia.
Senado dos EUA aprova pacote de US$ 2 tri contra coronavírus

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Como a Covid-19 mudou o dia-a-dia dos agricultores

Cuidados com a higiene, busca pela vacinação contra gripe e isolamento foram algumas das medidas tomadas por produtores e trabalhadores rurais. Como a Covid-19 mudou o dia-a-dia dos agricultores
O sul de Minas Gerais é uma das principais produtoras de café do país. A região, que conta com 175 municípios, viu disparar neste ano o número de internações causadas por Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), que é o mesmo tipo de doença causada pelo coronavírus.
Mortes por síndromes respiratórias superam média dos últimos 10 anos
Assista a todos os vídeos do Globo Rural
Aos poucos, a Covid-19 vai chegando à zona rural e altera a rotina de agricultores e trabalhadores do campo. O Globo Rural visitou o sul mineiro para saber o que mudou após a pandemia.
Na região, a primeira morte causada pelo coronavírus foi ocorreu há cerca de um mês em Pinhalzinho dos Góes, que fica na área rural de Ouro Fino.
A vítima foi um senhor de 70 anos que voltou de um cruzeiro pelo Nordeste. A família, que prefere não dar entrevistas, disse que está sofrendo preconceito da população local.
O funcionário público Mauro Figueiredo mora em uma propriedade próxima à da vítima. Ele cria galinha, peixes e tem uma pequena lavoura de café de 26 hectares.
“Eu pensava que no mato eu estaria protegido, ou seja, nesse ambiente que eu estou aqui, eu estaria protegido e hoje eu vejo que não estou protegido”, lamenta.
Figueiredo é hipertenso e faz parte do grupo de risco da Covid-19, ele já está há mais de um mês sem ter contato com ninguém da cidade.
Internações por síndrome respiratória disparam
O médico infectologista Luiz Carlos Coelho atende pessoas da zona rural há 30 anos e faz um alerta: é falsa a sensação de é mais difícil pegar o coronavírus por causa do ar puro do campo ou pelas área abertas serem maiores.
A Covid-19 é um tipo de síndrome respiratória aguda grave e, do ano passado para cá, nos 175 municípios do sul de Minas, houve um aumento de quase 10 vezes no número de internações.
No campo, as mortes causadas por problemas respiratório são proporcionalmente maiores do que as registradas na área urbana.
Em todo o país, 14% dos pacientes da zona rural internados com alguma doença respiratória morrem. Na cidade, essa taxa é de 10,2%.
“É uma conjunção de fatores. Eu vejo que a gente ainda não tem uma cobertura tão ideal da saúde do trabalhador rural pelo sistema, por uma questão de logística, de distância e tem questões culturais também”, explica Coelho.
“Há uma tendência desse produtor rural de minimizar a síndrome gripal.”
Procura por vacina contra a gripe
Além do isolamento social, outra forma de prevenção tem sido tomar a vacina contra a gripe comum. Embora não previna contra o coronavírus, ela evita que as pessoas tenham sintomas parecidos com o da doença, além de garantir melhor imunidade para o enfrentamento da pandemia.
“A população rural até me espantou que tem respondido muito bem. Nos outros anos, eles não queriam, não aceitavam a vacinação. E este ano não está nem precisando insistir, eles mesmos já param o carro e querem tomar a vacina”, conta a enfermeira Camila Bonini.
Em menos de um mês de vacinação de idosos, gestantes e profissionais de saúde em Ouro Fino, os agentes já conseguiram mais de 87% da meta estabelecida no município.
Cuidado com aglomerações
No sul de Minas Gerais, uma das principais regiões produtoras de café do país, os pés já estão prontos para a colheita, o que gera outra situação de risco para o contágio da doença.
Isso porque é necessária muita mão de obra, o que causa aglomerações, e os trabalhadores costumam vir de várias partes do Brasil.
“Não pode parar nesse momento, mas mantendo o isolamento e a preocupação para não transmitir o vírus”, diz o técnico da Emater Edgar Moreira.
A agricultora Isabela Junqueira e o Ricardo Ribeiro cultivam café em uma propriedade de 160 hectares em Santa Rita do Sapucaí. Eles têm 6 funcionários e vão contratar mais 15 pessoas para a colheita, que deve começar daqui duas semanas.
“Com a colheita do café, a nossa preocupação é com o transporte dos funcionários, e, por causa da Covid, nós vamos tentar mudar o transporte. Em vez de vir de van, a gente tentar mudar, vir em um carro próprio, ou moto, tentar fazer uma coisa mais individualizada”, afirma Ribeiro.
Produtor e profissional de saúde
O agricultor Ronildo Donizete tem uma propriedade em Piranguinho, lá, ele produz café, verduras, milho e uma criação de porcos. Logo que o dia nasce, vai para roça dar conta de tudo.
Por volta das 10h da manhã, Donizete se preparava para uma outra lida, só que agora na cidade. Ele é técnico de enfermagem em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no município.
“Eu amo as duas coisas que eu faço. Eu nasci na roça, por isso que eu não desliguei ainda da roça, mas a enfermagem para mim é tudo também, pelo fato de eu poder estar cuidando do próximo. O coração fica dividido”, conta o enfermeiro produtor rural.
Por causa do novo coronavírus, ele precisou mudar alguns costumes. A roupa do trabalho na cidade vai direto para a lavagem, por exemplo.
Cuidados
A orientação de Clarice Maria de Souza, secretária de Saúde de Piranguinho, é de quem está no campo tome cuidados parecidos, além de muita atenção com a higiene e uso de equipamentos de proteção, como máscaras e luvas.
“A gente precisa se cuidar porque a saúde é fundamental na vida da gente. Não basta sobreviver, a gente tem que buscar qualidade de vida. Você buscar a saúde é uma forma de gratidão. Um abraço a equipe de saúde que tá sempre na linha de frente”, afirma o agricultor aposentado João Batista Coura.
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Covid-19: à espera de votar plano de recuperação, Hopi Hari usa MPs para evitar cortes e atrai 50 mil profissionais da saúde com ação


Presidente do parque diz que, apesar da falta de receitas, medidas adotadas foram suficientes para não demitir colaboradores. Assembleia votará proposta que inclui maiores credores. Parque de diversões Hopi Hari, em Vinhedo (SP)
Karoline Porto/G1
À espera da assembleia de credores para votar uma nova versão do plano de recuperação judicial, o Hopi Hari, em Vinhedo (SP), diz que aplicou um “mix de ações” para evitar demissões no período de pandemia do novo coronavírus, incluindo duas medidas provisórias (MPs) publicadas pela União.
Apesar da dificuldade financeira ampliada pela falta de receitas desde o fechamento imposto pela quarentena no Estado, o parque decidiu oferecer ingressos gratuitos a profissionais de saúde atuantes na linha de frente contra a Covid-19, como forma de agradecimento, e já atraiu 50 mil cadastros.
‘Severamente afetado’
Ao G1, o presidente do Hopi Hari, Alexandre Rodrigues, afirma que os quase 700 colaboradores estão mantidos. Segundo ele, o estabelecimento criou um planejamento financeiro que considerou as MPs 927 e 936, que tratam respectivamente de flexibilização de normas trabalhistas e a suspensão de contratos de trabalho ou a redução salarial e de jornada para reduzir a folha de pagamentos. Além disso, também ocorreram suspensão de contratos, foram concedidas férias e uso do banco de horas.
“Vamos ter de remar todo o caminho percorrido de novo”, explica o presidente
Ele mencionar que o parque foi “severamente afetado” pela falta de visitantes no momento em que apresentava recuperação e planejamento para crescimento. O valor do prejuízo não é revelado, mas ele lembra que o segundo maior evento do parque de diversões estava programado para março.
Recuperação judicial
No ano passado, o parque contabilizou alta de visitantes e de receitas, mas as operações terminaram com um saldo negativo estimado em R$ 6 milhões. O balanço foi divulgado em fevereiro.
Além disso, o parque depende de uma assembleia de credores para aprovar um aditivo ao plano de recuperação judicial, que contempla os maiores credores. A dívida é estimada pelo Hopi Hari na faixa de R$ 300 milhões e a maior parcela é devida ao Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES).
Um plano chegou a ser aprovado em abril de 2019, mas depois foi contestado pela Justiça. Segundo Rodrigues, os efeitos da pandemia do novo coronavírus não geraram reflexos neste plano. A assembleia era prevista inicialmente pelo parque no período entre fim de maio e início de junho.
“Estamos alinhando com o Judiciário qual seria a melhor data para esta assembleia geral de credores, respeitando a quarentena […] O plano não será e nem mesmo precisará ser revisto. Iremos manter as mesmas condições atuais”, pondera o presidente do parque de diversões.
O pedido de recuperação foi feito em agosto de 2016, para evitar falência, e a reabertura foi em 2017.
Montanha-russa “Montezum”, uma das principais atrações do Hopi Hari, em Vinhedo (SP)
Karoline Porto/G1
Ação para profissionais de saúde
Em meio às dificuldades, o parque seguiu exemplos de outras empresas que buscam valorizar os profissionais ligados à área da saúde que trabalham de diferentes formas nas ações de enfrentamento da Covid-19. Para isso, criou um cadastro onde oferece um ingresso gratuito que pode ser usado por um mês, contado a partir da data de reabertura do Hopi Hari, por quantas vezes o visitante quiser.
“Estamos fazendo o que está ao nossa alcance, uma pequena demonstração de gratidão a estes profissionais. Médicos, enfermeiros, copeiros, limpadores, seguranças, ou seja, todos os que fazem parte desta missão para ajudar a população a sair desta pandemia”, destaca Rodrigues.
O parque não estipula data oficial para retomar as atividades. O cadastro deve ser feito no site oficial.
Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

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Índios temem 'catástrofe' e tentam fugir da Covid-19

Cerca de 100 índios já foram contaminados pela Covid-19, e o Amazonas concentra o maior número de casos da doença entre indígenas no país. Índios temem ‘catástrofe’ e tentam fugir da Covid-19
Povos indígenas do Brasil estão tentando evitar que o novo coronavírus chegue às aldeias. Com dificuldade de acesso e pouca oferta de hospitais em seus territórios, eles temem um alto índice de mortalidade caso a Covid-19 se espalhe.
Assista a todos os vídeos do Globo Rural
Cerca de 100 índios foram contaminados pela Covid-19, e o Amazonas concentra o maior número de casos da doença entre indígenas no país.
No norte de Mato Grosso, o território do Xingu abriga 16 etnias. No dia 20 de março, a associação que representa os povos pediu que os caciques interrompessem o deslocamento dos índios para as cidades, e reivindicou o fechamento das estradas que levam para fora do parque.
“Decidimos não autorizar a entrada de visitantes e também a nossa saída para a cidade, senão a gente vai contrair esta doença, trazer para dentro da nossa cidade e acabar com a nossa população”, afirma Maiua Meg Poanpo Txicão, da etnia Ikpeng e membro da Associação Indígena Moygu.
Sem poder se deslocar para a cidade, os grupos afirmam que estão sofrendo com a falta de produtos básicos, como sabão e pasta de dente.
Magaró Yarang é líder das mulheres da etnia Ikpeng e conta que o isolamento já afeta também o trabalho e a renda delas.
As Yarang coletam sementes dentro do território indígena e vendem para um projeto de recuperação de áreas degradadas. Sem ter para onde levar as coletas, elas pararam com a atividade.
“Estamos sem poder trabalhar, muito tristes e preocupados. Se essa doença sem cura chegar na aldeia, vai ser muito ruim para nós.”
Os índios do Xingu temem que a Covid-19 provoque uma catástrofe.
O médico Douglas Rodrigues, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), trabalha com índios do Xingu desde a década de 1980 afirma que o risco existe e é grande.
Entenda na reportagem completa no vídeo acima.

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Auxílio emergencial: Caixa amplia horário de todas as agências a partir de segunda-feira

Todas as agências da Caixa vão abrir 2 horas mais cedo e funcionar das 8h às 14h. Desde 22 de abril, 1.102 agências já vinham funcionando neste horário. A Caixa Econômica Federal (CEF) informou neste sábado (2) que vai ampliar o horário de atendimento em toda a sua rede de agências a partir de segunda-feira (4). Com a medida, as unidades passarão a funcionar das 8h às 14h, duas horas mais cedo. Desde 22 de abril, 1.102 agências já vinham funcionando neste horário.
Para reduzir filas e agilizar os atendimentos, o banco contratou mais 2.800 vigilantes (2.000 já está atuando), e 389 recepcionistas.
Na sexta (1), o banco já havia anunciado um pacote de medidas adicionais para reforçar o atendimento:
realocação de mais de 3 mil funcionários para ampliar as equipes nas agências
contratação de mais 2 mil vigilantes e 500 recepcionistas para orientação e atendimento ao público (no total, reforço de mais de 5,6 mil contratações)
disponibilização de cinco caminhões-agência para atendimento em locais com maior necessidade
A Caixa informou ainda que está em contato direto com as prefeituras com objetivo de fechar parcerias para atendimento à população e divulgação de informações.
Neste sábado (2), 902 agências foram abertas exclusivamente para atendimento do saque em espécie da Poupança Social. Na última semana, houve abertura de quase 800 agências no feriado de 21 de abril e no sábado (25).
Saiba como é feita a análise dos trabalhadores e o que pode levar à exclusão
Saiba como regularizar o CPF
Passo a passo para pedir o auxílio emergencial
Calendário e formas de pagamento
Quem tem direito e como funciona? Tire suas dúvidas
Trabalhadores enfrentam demora para receber auxílio emergencial de R$ 600
São três calendários de pagamento diferentes:
um para quem se inscreveu para receber o Auxílio Emergencial através do aplicativo ou do site do programa;
um segundo para os beneficiários que recebem o Bolsa Família;
e um terceiro para os inscritos no Cadastro Único que não recebem o Bolsa Família e mulheres chefes de família.
Para quem for receber via poupança digital da Caixa, os saques em dinheiro começaram a ser liberados na segunda (veja o calendário de saques em dinheiro ao final desta reportagem).
Como sacar em dinheiro o benefício depositado na poupança digital da Caixa
VEJA O CALENDÁRIO POR GRUPOS DE BENEFICIÁRIOS
1. Inscritos no aplicativo e site
A primeira parcela para esses beneficiários começou a ser paga em 14 de abril. Os pagamentos são feitos em até cinco dias úteis após o cadastro. Muitos beneficiários, no entanto, reclamam de atraso nos pagamentos e afirmam que esse prazo não vem sendo cumprido.
Para a segunda parcela, a Caixa chegou a anunciar a antecipação do pagamento, mas o Ministério da Cidadania informou que o governo não seria possível antecipar. Previstos inicialmente para começarem na segunda-feira (27), os pagamentos da segunda parcela do Auxílio Emergencial ainda não têm data definida.
A terceira e última parcela está programada para maio:
– 26 de maio para nascidos de janeiro a março
– 27 de maio para nascidos de abril a junho
– 28 de maio para nascidos de julho a setembro
– 29 de maio para nascidos de outubro a dezembro
2. Beneficiários do Bolsa Família
Os beneficiários do Bolsa Família vão receber nas mesmas datas e da mesma forma em que recebem esse benefício.
A primeira parcela do Auxílio Emergencial já foi paga àqueles cujo último dígito do NIS é igual a 1, 2, 3, 4 ou 5. Os demais seguem o calendário:
– Sexta-feira (24): 1.919.453 beneficiários cujo último digito do NIS é igual a 6
– Segunda-feira (27): 1.921.061 beneficiários cujo último digito do NIS é igual a 7
– Terça-feira (28): 1.917.991 beneficiários cujo último digito do NIS é igual a 8
– Quarta-feira (29): 1.920.953 beneficiários cujo último digito do NIS é igual a 9
– Quinta-feira (30): 1.918.047 beneficiários cujo último digito do NIS é igual a 0
Segunda parcela: últimos dez dias úteis de maio
Terceira parcela: últimos dez dias úteis de junho
3. Inscritos no Cadastro Único que não recebem Bolsa Família
A primeira parcela foi creditada para esses beneficiários entre os dias 14 e 17 de abril. Outros 1,2 milhão de beneficiários cujos cadastros foram validados pelo Dataprev no último domingo irão receber na quarta-feira (22).
Para a segunda parcela, a Caixa chegou a anunciar a antecipação do pagamento, mas o Ministério da Cidadania informou que o governo não seria possível antecipar. Previstos inicialmente para começarem na segunda-feira (27), os pagamentos da segunda parcela do Auxílio Emergencial ainda não têm data definida.
Terceira e última parcela:
– 26 de maio para nascidos de janeiro a março
– 27 de maio para nascidos de abril a junho
– 28 de maio para nascidos de julho a setembro
– 29 de maio para nascidos de outubro a dezembro
Conta poupança digital
A Caixa está abrindo automaticamente contas de poupança digitais para os beneficiários considerados aptos a receber o auxílio emergencial e que não tenham outra conta bancária nem sejam beneficiários do Bolsa Família.
Os que receberem o crédito por meio da conta digital poderão efetuar transferências ilimitadas entre contas da Caixa ou realizar gratuitamente até três transferências para outros bancos a cada mês, pelos próximos 90 dias. Além disso, podem pagar boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras. A conta é isenta de tarifas.
O acesso à conta é feito pelo aplicativo CAIXA Tem, que pode ser baixado na loja de aplicativos dos smartphones neste link.
Veja o passo a passo para acessar a poupança social digital
Saques da poupança digital
Para evitar aglomerações nas agências, a Caixa estabeleceu um calendário para os beneficiários que quiserem sacar em dinheiro o valor depositado nas poupanças digitais abertas para os trabalhadores:
27 de abril – nascidos em janeiro e fevereiro
28 de abril – nascidos em março e abril
29 de abril – nascidos em maio e junho
30 de abril – nascidos julho e agosto
4 de maio – nascidos em setembro e outubro
5 de maio – nascidos em novembro e dezembro
Trabalhadores informais enfrentam filas para receber auxílio de R$ 600 em dinheiro
Quem tem direito
Durante três meses, será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra todos estes requisitos:
ser maior de 18 anos de idade com CPF regularizado;
não ter emprego formal;
não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, à exceção do Bolsa Família;
ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135);
que, no ano de 2018, não tiver recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.
O auxílio será cortado caso seja constatado o descumprimento desses requisitos. O trabalhador deve exercer atividade na condição de:
microempreendedor individual (MEI);
contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria;
trabalhador informal empregado, autônomo ou desempregado
intermitente inativo
estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), até 20 de março de 2020
ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima, desde que faça uma autodeclaração pelo site do governo.
A mulher que for mãe e chefe de família e estiver dentro dos demais critérios poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês.
Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.
Quem recebe outro benefício que não seja o Bolsa Família (como seguro-desemprego e aposentadoria) não terá direito ao auxílio emergencial.
45,2 milhões de pessoas foram aprovadas para receber o auxílio emergencial
Como pedir o auxílio
Os trabalhadores podem pedir das seguintes formas:
Clique aqui para fazer a inscrição pelo site:
https://auxilio.caixa.gov.br/#/inicio
Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares Android:
https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.caixa.auxilio
Clique aqui para baixar o aplicativo para iOS (celulares Apple):
https://apps.apple.com/br/app/caixa-aux%C3%ADlio-emergencial/id1506494331
VEJA PASSO A PASSO PARA SOLICITAR O AUXÍLIO EMERGENCIAL
O aplicativo e o site devem ser usados pelos trabalhadores que forem Microempreendedores Individuais (MEIs), trabalhadores informais sem registro e contribuintes individuais do INSS.
Aqueles que já recebem o Bolsa Família ou que estão inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) não precisam se inscrever pelo aplicativo ou site. O pagamento será feito automaticamente. (Clique aqui para ver como saber se você está no Cadastro Único).
A Caixa também disponibilizou o telefone 111 para tirar dúvidas dos trabalhadores sobre o auxílio emergencial. Não será possível se inscrever pelo telefone, apenas tirar dúvidas.
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AUXÍLIO EMERGENCIAL DE R$ 600×

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Auxílio Emergencial: já foram feitos 892,6 mil saques sem cartão da poupança digital até este sábado, diz Caixa

No total, os beneficiários do auxílio de R$ 600 sacaram R$ 505,88 milhões. O presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, informou neste sábado (2) que já foram feitos 892,6 mil saques sem cartão da Poupança Social Digital no caixas eletrônicos até as 14h deste sábado (2). No total, os beneficiários do auxílio de R$ 600 sacaram R$ 505,88 milhões.
Nos caixas eletrônicos, foram feitos 723,4 mil saques de R$ 391,74 milhões. Nas lotéricas, foram feitos 93,5 mil saques de R$ 63,69 milhões.
O presidente do banco voltou a reforçar que o calendário do pagamento da segunda parcela será divulgado na próxima semana. Segundo ele, a Caixa já propôs uma data que foi aceita pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Agora, o calendário proposto precisa ter a validação do presidente Jair Bolsonaro.
Balanço do auxílio
Na sexta (1), a Dataprev, empresa pública responsável por identificar quem tem direito a receber o auxílio emergencial de R$ 600, informou que, até o dia 30 de abril, dos 96,9 milhões de CPFs que já foram analisados e enviados à Caixa, 50,52 milhões atenderam aos critérios da lei e foram considerados elegíveis para receber o benefício, ou seja, 52,1% do total.
Outros 32,77 milhões estão inelegíveis e não poderão receber o auxílio (33,8%), e 13,67 milhões (14,1%) estão classificados como inconclusivos, ou seja, precisam de complementação nos cadastros. Em comparação com balanço anterior divulgado pelo Dataprev, houve queda de 2,1 pontos percentuais no índice de aprovação dos pedidos e alta de 2,6 pontos percentuais no de reprovação.
Agências da Caixa abrem neste sábado (2) para saques do auxílio emergencial
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Reuters


Os três principais índices de ações dos Estados Unidos fecharam com queda acima de 2% nesta sexta-feira. Wall Street sofreu queda acentuada nesta sexta-feira após o presidente Donald Trump reviver uma ameaça de novas tarifas contra a China em resposta à pandemia do novo coronavírus que freou as economias globais.    
Os três principais índices de ações dos EUA fecharam com queda acima de 2% e, na semana, todos perderam terreno. O mês de maio costuma ser marcado por vendas e este foi o caso no primeiro dia do mês, com o nervosismo aumentando à medida que alguns Estados dos EUA começam a diminuir desligamentos por coronavírus.    
O Dow Jones caiu 2,55%, para 23.723,69 pontos, o S&P 500 perdeu 2,81%, a 2.830,71, e o Nasdaq Composite caiu 3,2%, 8.604,95.
Placa de Wall Street perto da bolsa de Nova York
REUTERS/Shannon Stapleton
“Os mercados tiveram um mês de abril muito forte à medida que olharam para além do vale da fraqueza econômica para um ponto em que o estímulo reacenderá o crescimento econômico”, disse David Carter, chefe de investimentos da Lenox Wealth Advisors em Nova York. “Mas pode ser um vale mais longo e mais profundo do que muitos esperavam.”    
De fato, as ações tiveram uma corrida notável em abril, com a S&P 500 e o Dow marcando as maiores altas mensais em 33 anos.    
Trump disse que seu governo estava elaborando medidas retaliatórias contra a China como punição pelo surto de coronavírus, mais uma vez provocando temores tarifários que abalaram os mercados nos últimos dois anos.
Trump culpou a China por o que ele diz ser “desinformação” quando o vírus surgiu na cidade chinesa de Wuhan e depois se espalhou rapidamente pelo mundo.     
“Trump cutucando a China foi a última coisa que os mercados precisavam considerando a presente incerteza econômica e financeira”, acrescentou Carter.
Uma série de balanços com resultados mistos, particularmente um relatório decepcionante da Amazon.com, juntamente a uma nova rodada de dados econômicos desanimadores, também pesavam no sentimento.    
A atividade manufatureira dos EUA caiu para uma baixa de 11 anos no mês passado, com fábricas fechadas, de acordo com o Índice de gerentes de compras do Institute for Supply Management.    

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Trump ameaça China com novas tarifas em retaliação por coronavírus


Presidente dos Estados Unidos afirmou que o acordo comercial com a China agora é de importância secundária diante da pandemia de coronavírus. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que seu árduo acordo comercial com a China agora é de importância secundária diante da pandemia de coronavírus e ameaçou novas tarifas sobre Pequim, enquanto seu governo elaborava medidas de retaliação sobre o surto.
A retórica aguçada de Trump contra a China refletiu sua crescente frustração com Pequim sobre a pandemia, que custou dezenas de milhares de vidas nos Estados Unidos, provocou uma contração econômica e ameaçou suas chances de reeleição em novembro.
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante declaração na Casa Branca nesta quinta-feira (30)
Carlos Barria/Reuters
Trump deixou claro que suas preocupações com o papel da China na origem e disseminação do coronavírus estavam ganhando prioridade em relação a seus esforços para construir um acordo comercial inicial com Pequim.
“Assinamos um acordo comercial onde eles deveriam comprar, e eles estão comprando muito, na verdade. Mas isso agora se torna secundário ao que ocorreu com o vírus”, disse Trump a repórteres. “A situação do vírus simplesmente não é aceitável.”

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Produção de petróleo no Brasil cresce 8,5% em julho, diz ANP


Para especialistas, cortes na produção estão ajudando a estabilizar movimento de queda. Os contratos futuros do petróleo fecharam sem direção única nesta sexta-feira (1º), mas anotaram a primeira semana de ganhos após três perdas semanais consecutivas.
O contrato do petróleo Brent para julho fechou em queda de 0,15%, a US$ 26,44 por barril na ICE, em Londres, enquanto o do WTI para junhos subiu 4,98%, a US$ 19,78 por barril na Bolsa de Mercadorias de Nova York.
Campo terrestre de exploração de petróleo da Petrobras no Nordeste
Divulgação
Na semana, o contrato do Brent avançou quase 5%, enquanto o do WTI anotou ganhos de quase 15%. O petróleo tem recuado nas últimas semanas, em meio aos receios com o esgotamento da capacidade de armazenamento da commodity nos EUA, com a forte queda da demanda gerada pela crise.
“Estamos vendo as mínimas para os preços do petróleo”, disse Edward Moya, da Oanda. “Os preços do petróleo estão se firmando, conforme os esforços de corte de produção se intensificam ao mesmo tempo em que surgem alguns sinais de que a economia está começando a reabrir na Europa e nos EUA”.
A volatilidade tem sido uma variável constante nas negociações dos contratos futuros do petróleo e esse cenário deve se manter. A expectativa de que economias importantes na Europa sejam reabertas após as medidas de bloqueio necessárias para contenção do coronavírus, junto com sinais de recuperação na China e na Ásia, ajudam nas perspectivas de que parte da demanda seja retomada.
Contudo, ainda pairam sérias dúvidas sobre se os cortes recentes estabelecidos pelos países produtores de petróleo serão suficientes para reequilibrar a desequilibrada relação atualmente entre oferta e procura.

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