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Lifan terá 3 novidades para o Salão de São Paulo; G1 flagra novo SUV


X70 já roda em testes no Brasil. Outros 2 modelos serão exibidos no evento, o utilitário esportivo My Way e a minivan M7, mas serão usados para testar reação do público. Lifan X70 flagrado pela equipe do G1 em São Paulo (SP)
Guilherme Fontana/G1
A Lifan anunciou a apresentação de três modelos inéditos durante o Salão do Automóvel de São Paulo, que acontecerá no mês que vem. Dois deles, porém, virão apenas para medir a aceitação do público.
O X70 é o único do trio já confirmado para ser vendido no Brasil. Ele já roda em testes no Brasil há alguns meses. O G1 flagrou uma unidade na Rodovia dos Bandeirantes, em São Paulo.
Lifan X70
Divulgação/Lifan
O SUV ainda não tem data oficial de lançamento – mas deve chegar às lojas em 2019. Ele deverá ser equipado com motor 2.0 de 140 cv de potência, câmbio automático CVT e tração integral permanente. O conjunto é o mesmo vendido na Argentina.
Naturalmente, ele ficará entre X60 e X80 (presenças mais do que obrigatórias no estande), brigando com as versões mais caras dos SUVs compactos e as mais baratas dos médios, como o Jeep Compass.
Vai que…
Outras duas novidades estarão no estande da chinesa, para a empresa sentir a identificação do brasileiro com elas. A importação dos modelos só acontecerá caso a resposta seja positiva.
Lifan My Way
Divulgação/Lifan
Apesar de fugir da nova nomenclatura dos SUVs da Lifan, identificados pelo X seguido de um numeral, o My Way pode vir ao Brasil para ficar logo abaixo do X80. Ele tem porte de SUV médio e capacidade para sete ocupantes.
Vendido na Argentina desde setembro de 2017, o modelo é equipado com um motor 1.8 de 132 cv de potência e câmbios manual ou automático, ambos de 5 marchas. A tração é traseira.
Lifan M7
Divulgação/Lifan
Por fim, a M7 também vem para estudos de aceitação. Visualmente, o modelo copia os traços da Ford S-Max. Suas medidas são maiores em relação à Citroën Grand C4 Picasso e ela pode levar 7 ocupantes.
Na China, a M7 vendida com motores 2.0 de 139 cv de potência (com câmbio manual de 5 marchas ou CVT) e 1.5 turbo de 141 cv (com câmbio manual de 5 marchas ou automático de 8).
Vida de promessas
As clínicas em salões do automóvel não são novidades para a marca. O X80 foi um caso positivo: a montadora apresentou o modelo em 2016, mas lançou apenas neste ano.
Outros modelos mostrados no salão, porém, não tiveram a mesma sorte.
Lifan X50 é um dos destaques da montadora no Salão do Automóvel de São Paulo
Caio Kenji/G1
Em 2014, com o evento ainda no Anhembi, a fabricante expôs o X50, um pequeno SUV já confirmado para o Brasil, que tinha previsão de estreia para 2015… mas nunca chegou.
No mesmo ano, o sedã médio 820 veio (declaradamente) apenas para medir a aceitação e nunca alcançou as lojas.
Lifan 820 no Salão do Automóvel de São Paulo de 2014
Caio Kenji/G1

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BBC


Prática conhecida como ‘marketing olfativo’ se vale de aromas artificiais para nos conectar a certos cheiros e, assim, estimular o consumo. É possível que, em algum momento da vida, você tenha sido seduzido pelo cheiro de pão fresquinho enquanto caminhava pela rua.
É possível também que, por isso, você não tenha resistido a entrar na padaria mais próxima.
O que talvez você não saiba é que esse aroma de pão fresquinho pode não ter sido “real” – mas um cheiro artificial especialmente produzido para atrair consumidores e aumentar as vendas.
Fazendo marketing dos seus sentidos
A busca pelo chamado “marketing olfativo” aumentou consideravelmente na última década.
Mas existem campos de ação distintos: alguns envolvem segmentos de mercado inteiros, enquanto outros ligam uma marca específica a certos aromas.
Eric Spangenberg, pesquisador da Universidade da Califórnia, é especialista em marketing olfativo e já fez um estudo que mostrou gastos 20% maiores em lojas que “conquistam o cliente pelo nariz”.
O segredo, segundo o especialista, é o uso de fragrâncias simples.
Confira abaixo alguns exemplos de sucesso.
1. Plástico com cheiro de couro
Fabricantes de produtos de couro sintético usam amplamente fragrâncias de couro de verdade em itens como roupas e móveis.
Mesmo que o material sintético esteja no rótulo do produto, o cheiro do couro real pode ajudar a influenciar o comprador – embora o preço mais baixo do couro falso também tenha esse papel.
2. Sensação de Natal
Populares no hemisferio Norte, pinheiros comprados para a decoração de Natal ganham aromas adicionais – tanto em árvores reais quanto de plástico.
O mesmo acontece nas lojas quando o período de festas se aproxima.
3. A armadilha de pipoca
O cheiro de pipoca, algo tão facilmente associado ao ambiente dos cinemas, também ganha reforço de fragrâncias artificiais nas grandes redes de exibição.
É um passo crucial para essas empresas, já que uma fatia considerável da receita nos cinemas vem da venda de alimentos e bebidas.
4. Um café para acompanhar a gasolina?
Muitos postos de gasolina têm lojas de conveniência que se valem de aromas artificiais de café para estimular o olfato – e as vendas.
O mundo ama café: estima-se que sejam consumidas 2,25 bilhões de xícaras da bebida por dia.
A aposta é que, se as pessoas sentirem aquele cheirinho, pararão para comprar – e se isso for feito em um posto, poderão encher o tanque de gasolina também.
5. Gosto e aroma doces
Lojas de guloseimas não costumam produzir doces in loco, mas muitas vezes cheiram a chocolate.
Por quê?
Bem, o uso de aromas artificiais é mais uma estratégia para atrair clientes – especialmente crianças -, combinando estímulos visuais com os olfativos.
Pão que acabou de ser assado remete à infância
Felipe Lazzarotto/EPTV
6. Cheiro de pão… fresco?
Este é um dos exemplos mais clássicos do marketing olfativo: o cheiro do pão que acabou de ser assado.
A adição dessa fragância em particular não serve apenas para estimular o apetite, mas também as memórias, como as da infância.
Supermercados usam técnicas semelhantes em suas seções de produtos frescos, como frutas.
7. Desejos
Lojas de roupas também recorrem aos cheiros artificiais.
É o caso dos aromas de coco e manga, usados para remeter os clientes a um clima de férias, ou então de fragâncias de rosa – usadas por lojas de lingerie por supostamente aumentarem a sensação de confiança.
Como sua marca cheira?
Algumas empresas desenvolvem aromas específicos para suas marcas.
Um perfume próprio acaba vinculado à identidade de marca, ao lado de slogans ou logotipos. Isso ocorre especialmente no mercado de luxo.
“O nariz é tão importante quanto os olhos no momento de escolher um produto, de avaliar a atmosfera, de tomar uma decisão ou de lembrar de alguma coisa”, diz Olivia Jezler, diretora-executiva da consultoria de marketing olfativo The Future of Smell.
“Nosso olfato é o único sentido que estabelece uma ligação direta entre nossas emoções e a memória”, afirma Jezler à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.
“Para as marcas, a experiência sensorial ajuda a criar lealdade, e isso leva ao aumento das vendas.”
E o marketing olfativo não se restringe a bens tangíveis. Companhias aéreas e hotéis, por exemplo, também investem em experiências sensoriais.
A Singapore Airlines foi pioneira no uso de um perfume específico para os lenços e toalhas distribuídos aos passageiros, tornando-os mais relaxados.
Segundo a gigante de itens esportivos Nike, pesquisas já provaram que o acréscimo de aromas a suas lojas tornava os clientes “mais propensos a comprar”.
Até mesmo uma loja de brinquedos de Londres, a Hamleys, entrou na onda: recentemente, o espaço foi tomado por um aroma do coquetel piña colada (feito de coco, abacaxi e rum).
O resultado? Os pais “demoraram mais” nos corredores, enquanto as crianças se maravilhavam com os brinquedos.

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Memorando interno mostra planos de mudanças no Snapchat


Em 15 páginas, Evan Spiegel, presidente do Snapchat, explicou a funcionários no final de setembro quais serão as mudanças de foco na empresa, incluindo focar em mensagens e usuários mais velhos e de regiões emergentes O fantasminha símbolo do Snapchat na Bolsa de Valores de Nova York, no dia em que a Snap, dona do app, começou a vender suas ações ao público.
Lucas Jackson/ Reuters
O Snapchat, aplicativo de fotos e vídeos que ficou famoso entre os adolescentes, está à beira de passar por grandes modificações. Segundo um memorando interno, divulgado no final de setembro, e vazado pela imprensa americana na quinta-feira (4), a Snap, companhia dona do Snapchat, está planejando uma grande mudança no design do aplicativo, incluindo trocar os focos em público, produto e região.
No memorando de 15 páginas, divulgado pelo site de economia e finanças Cheddar, Evan Spiegel, presidente da Snap, se desculpou por acelerar o redesenho atual da empresa. “O maior erro que cometemos com o redesenho foi comprometer o valor do nosso produtor, que era o meio mais rápido de se comunicar”, escreveu Spiegel, se referindo a mudanças no posicionamento de amigos e influenciadores na plataforma. Procurada pelo Cheddar, a empresa não se posicionou.
Entre as mudanças anunciadas, o Snapchat deve focar novamente em envios de mensagens, para deixá-las mais rápidas e reiterar que a plataforma é um aplicativo de comunicação e não uma rede social. A seção Discover, que traz as empresas parceiras e que produzem conteúdo no Snapchat também deve ganhar cara nova, mais amigável para o usuário.
Segundo Spiegel, os 18 programas disponíveis no Discover geram mais de 10 milhões de visitantes únicos por mês. Ele também afirmou que a audiência nas Publisher Stories, vídeos pagos por anunciantes, cresceu 20% no último ano. Essa é uma parte importante do aplicativo, que deve brigar de frente com IGTV, anunciado em junho em Instagram.
O memorando também traz a questão de mudança de idade no Snapchat, tradicionalmente conhecido como um aplicativo para adolescentes. “A maior parte do nosso crescimento em mercados como Estados Unidos e Reino Unido terá de vir de usuários mais velhos, que geram mais faturamento médio por usuário”. A empresa também deixou claro o desejo de expandir para mercados emergentes.
No segundo trimestre de 2018, a empresa perdeu 3 milhões de usuários únicos se comparado ao trimestre anterior. A queda é resultado da competitividade que o Snapchat enfrenta dos aplicativos do Facebook — Instagram, Messenger e WhatsApp.
De acordo com o presidente da Snap, as mudanças têm o intuito de trazer lucro para em empresa em 2019. O memorando vem a público em meio ao pior desempenho das ações da Snap no mercado financeiro. Nesta sexta-feira as ações da Snap fecharam no valor de US$ 7,77 — 46,3% a menos do que há um ano.

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Preço da gasolina sobe na semana; diesel fica estável, mostra ANP


Segundo levantamento, gasolina aumentou 0,09% e diesel ficou 0,33% mais caro. Os preços da gasolina, do diesel e do etanol encerram a semana em leve alta, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta sexta-feira (5).
O preço da gasolina ao consumidor subiu 0,09%, para R$ 4,700, e renovou a máxima do ano. Foi o sexto aumento seguido. A ANP chegou a encontrar o litro da gasolina vendido a R$ 6,290.
Combustíveis, postos de combustíveis, gasolina, etanol
EPTV/Reprodução
A pesquisa também mostrou que o preço do diesel avançou 0,33% na semana. O litro do combustível chegou a R$ 3,667. Também foi o sexto aumento consecutivo.
Já o preço do etanol avançou 0,07%, para R$ 2,867.
O valor representa uma média calculada pela ANP e, portanto, pode variar de acordo com a região.
No acumulado do ano, o preço da gasolina subiu 14,66%, o diesel avançou 10,25%, e o do etanol caiu 1,55%.
JOÃO BORGES: O combustível da inflação
Combustível pressiona IPCA
A alta dos preços de transportes e combustíveis pressionou o resultado de setembro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país.
O IPCA subiu 0,48% em setembro, após ter registrado deflação de 0,09% em agosto, segundo divulgou no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta. Foi o resultado mais alto para um mês de setembro desde 2015.
Segundo o IBGE, a gasolina subiu 3,94% em setembro, o etanol, 5,42%, e o diesel, 6,91%.
A inflação dos combustíveis foi influenciada pela alta no preço do barril do petróleo e pelo dólar mais alto. O IBGE lembrou ainda que no dia 31 de agosto o diesel nas refinarias foi reajustado em 13% depois de 3 meses de congelamento de preços.
Em 12 meses, a gasolina acumula alta de 19,99%, o etanol, 8,69%, e o diesel, 12,39%.

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Ford Ranger tem redução nos preços e fica até R$ 25.400 mais barata


De acordo com a marca, os reajustes buscam conquistar clientes que até então não podiam comprar o modelo e partiam para outros menores. Ford Ranger Limited
Divulgação/Ford
A Ford anunciou nesta sexta-feira (5) uma redução nos preços da Ranger que chega a aproximadamente 17%. Agora, a picape parte de R$ 109.390 com motor flex e R$ 123.490 com motor a diesel. Veja a tabela completa abaixo.
De acordo com a marca, as reduções visam conquistar clientes de modelos menores.
“Com esse novo posicionamento, a Ranger vai atrair clientes de outros segmentos que sempre desejaram ter uma picape média diesel, mas acabavam optando por um modelo menor ou flex da mesma faixa de preço”, apontou Fabrizzia Borsari, gerente de produto da Ford.
Ford Ranger (reduções nos preços)
Mirou em quem?
A Fiat Toro deve ser a principal pedra no pneu da Ranger – ou o “modelo menor ou flex” a que a marca se refere. O modelo tem preços iniciais para as versões 1.8 flex de R$ 90.990 (Endurance) e R$ 102.990 (Freedom), enquanto as 2.4 flex partem de R$ 115.690 (Volcano) e R$ 117.490 (Blackjack).
Com os reajustes, a Ranger tem versões 2.5 flex partindo de R$ 109.390 (XLS), R$ 120.390 (XLT) e R$ 127.390 (Limited). Todas, porém, equipadas com câmbio manual.
Para a Toro, as configurações com motor 2.0 turbodiesel custam iniciais R$ 131.590 (Freedom), R$ 142.990 (Volcano) e R$ 149.990 (Ranch).
No caso da Ranger, desconsiderando a versão XL chassi (R$ 118.490), as versões a diesel mais próximas da Fiat saem por R$ 123.490 (XL cabine simples), R$ 130.490 (XL cabine dupla), R$ 126.490 (XLS 4×2 aut.), R$ 145.490 (XLS 4×4 man.) e R$ 152.490 (XLS 4×4 aut.).
Onde está a Ranger no mercado?
No ranking de vendas da Fenabrave de setembro, a Ranger aparece como a 4ª picape média mais vendida no país, atrás da líder Toyota Hilux, Volkswagen Amarok e Chevrolet S10.
O modelo emplacou 2.145 unidades no último mês e sofreu com a guinada da Amarok, que passou dos 1.720 exemplares emplacados em agosto para 2.505 em outubro. As líderes Hilux e S10 tiveram ligeiras quedas, mas sem alteração de posição no ranking.
A Fiat Toro, citada logo acima, fechou o mesmo mês com 4.575 unidades e em segundo lugar do ranking geral de picapes, atrás apenas da “irmã” menor Strada.

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Maia defende que Câmara vote projetos da agenda econômica

‘Situação geral ainda é preocupante’, segundo relatório. O Banco Mundial (BM) alertou, nesta sexta-feira (5), para a “frágil recuperação” das economias da América Latina e do Caribe após anos difíceis e pediu o desenvolvimento de uma “capacidade de resiliência” aos desafios, especialmente na América do Sul. Para o Brasil, o banco reduziu a expectativa de crescimento de 2,4% para 1,2% este ano.
“Encontramos obstáculos no caminho da recuperação”, disse Carlos Végh, economista-chefe da região, ao revelar o mais recente relatório semestral regional, segundo a agência France Presse. “Isso torna ainda mais necessário melhorar o entendimento e o gerenciamento de riscos e outros impactos, desde a turbulência financeira até desastres naturais”.
Após uma desaceleração de seis anos e uma retração de 1% do PIB em 2016, a região cresceu 1,1% em 2017, e as previsões para o início do ano foram otimistas para 2018.
Mas, com a crise macroeconômica que atingiu a Argentina desde abril, a desaceleração do crescimento no Brasil, a contínua deterioração da situação na Venezuela e o ambiente externo piorado, o Banco Mundial agora espera que a expansão seja de apenas 0,6% em 2018, contra 1,7% esperado há um semestre. Para 2019, a projeção de crescimento também foi reduzida para 1,6%, contra 2,3% anteriores.
“A situação geral ainda é preocupante”, disse o relatório.
Uma das “nuvens escuras no horizonte” é a normalização da política monetária nos Estados Unidos, o que levou a uma reversão “drástica” dos fluxos de capital, um fortalecimento do dólar e uma depreciação das moedas locais na maioria dos grandes mercados emergentes.
Segundo o Banco Mundial, a entrada líquida de capital na região passou de um máximo de US$ 49,6 bilhões em janeiro de 2018 para US$ 18,8 bilhões em agosto.
Outro desafio é a situação fiscal “precária” na região: o relatório indica que a dívida pública excedeu 60% do PIB da região como um todo e seis países têm taxas de endividamento acima de 80%.
Diante desse cenário, “a região não tem escolha a não ser aumentar o ritmo de ajuste fiscal para garantir a sustentabilidade da dívida no curto e médio prazo”, diz o relatório do BM, pedindo, contudo, para se “preservar” sempre que possível as “realizações sociais consideráveis” da “década de ouro”, de altos preços de matérias-primas (2003-2013).
Outros abalos
Os riscos não são apenas econômicos, alerta o BM. Terremotos, furacões e inundações também são uma ameaça. “A região está extremamente exposta e vulnerável a uma ampla variedade de desastres naturais”, acrescenta o relatório.
Portanto, levando em conta a densidade populacional localizada nas áreas afetadas e a baixa gestão de risco, o BM solicita a previsão de mecanismos de assistência.
Nesse sentido, o relatório destaca o “excelente” título de catastrófe emitido em fevereiro, que prevê um seguro de US$ 1.360 milhões em proteção contra terremotos para os países da Aliança do Pacífico (Chile, Colômbia, México e Peru).
O BM também menciona ferramentas como o Mecanismo de Seguro de Riscos Catastróficos do Caribe (CCRIF), que pode conceder fundos facilmente acessíveis, por exemplo, para auxiliar nos efeitos de um furacão.
“Construir resiliência é muito importante”, disse Jorge Familiar, vice-presidente do BM para a América Latina e o Caribe, em entrevista coletiva.
Apesar dessa perspectiva complicada, o relatório do BM lista três fatores externos que permanecem “relativamente positivos para a região”: forte crescimento nos Estados Unidos, menor crescimento, mas acima de 6%, na China e recuperação de preços de matérias-primas.

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Agencia EFE


País enviou no final de setembro a autoridades de vários países dados de cerca de 2 milhões de contas nos bancos suíços. A Suíça transmitiu no final de setembro às autoridades fiscais de dezenas de países dados de cerca de dois milhões de contas nos bancos do país, pondo assim fim a quase um século de sigilo bancário.
Suíça acaba com sigilo bancário em 2017
Assim anunciou nesta sexta-feira (5) em comunicado à Administração Federal das Contribuições (AFC), que não pode dar nenhuma informação sobre o volume do patrimônio financeiro que contêm essas contas bancárias.
Banco suíço UBS.
REUTERS/Kai Pfaffenbach
A Suíça administra 25% do patrimônio estrangeiro depositado nos 266 bancos no país. O sigilo bancário permitiu atrair fortunas durante décadas, em processo que começou nos últimos anos pela pressão internacional.
Os dados transmitidos são nome, endereço, país de residência e o número de identificação, assim como as indicações sobre a instituição financeira que declara, o saldo da conta e as entradas de capitais.
Está previsto que este ano a Suíça troque informações bancárias com os países-membros da União Europeia (UE) e com outros nove Estados e territórios:
Austrália
Canadá
Coreia do Sul
Guernsey
Jersey
Ilha de Man
Islândia, Japão
Noruega
Chipre e Romênia estão, por enquanto, excluídos da troca de dados porque ainda não cumprem com as exigências internacionais em matéria de confidencialidade e de segurança de dados, afirmou a AFC.
Além disso, a entidade especificou que a troca de dados com França e Austrália está atrasada, visto que estes dois países por enquanto não podem enviar seus dados por razões técnicas.
A Suíça ainda não recebeu os dados de Croácia e Estônia, embora a causa não tenha sido explicada.
Troca com 80 países
A troca vai acontecer a partir de agora a cada ano e espera-se que em 2019 a Suíça troque dados com 80 países.
O Fórum Mundial sobre a Transparência e a Troca de Informações com Fins Tributários da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que impulsionou o fim deste sigilo bancário, irá controlar o processo.
O setor financeiro suíço, um dos mais importantes e respeitados do mundo, tinha tido até agora o sigilo bancário como um dos pilares de sua atividade e também um de seus maiores atrativos, que durante décadas permitiu a investidores esconder grandes patrimônios do fisco. EFE

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Salão de Colônia 2018: veja as 5 motos que são destaques


BMW R 1250 GS, Suzuki Katana, Harley-Davidson FXDR fizeram a estreia na Alemanha; veja a lista completa. A cada dois anos, as principais montadoras de motos vão até a cidade de Colônia, na Alemanha, para realizar um dos mais importantes eventos de motos do planeta.
FOTOS: veja e amplie imagens do evento
Chamado de Intermot, o Salão de Colônia vai até o proximo dia 7 e divide os lançamentos do ano com o Salão de Milão (EICMA), que acontece em novembro.
Em 2018, a mostra alemã teve como estrela a BMW R 1250 GS, mas também teve espaço para a americana Harley-Davidson FXDR e a japonesa Suzuki Katana. O G1 mostra abaixo as principais novidades do evento:
BMW R 1250 GS
A nova geração da principal aventureira da BMW, e sua moto mais vendida ao redor do globo, fez sua estreia mundial no Salão de Colônia, após revelada em meados de setembro. Para substuir a R 1200 GS, a montadora alemã desenvolveu a R 1250 GS, que ganhou motor de 136 cavalos.
BMW R 1250 GS no Salão de Colônia
Intermot/Divulgação
Suzuki Katana
O retorno da Katana era um dos modelos mais aguardados do ano, depois de a marca japonesa anunciar por diversas vezes que a motor seria relançada. Inspirada no visual da moto de sucesso nos anos 80, a esportiva foi relançada, agora com motor de 150 cavalos.
Apresentação da Suzuki Katana, no Salão de Colônia
Intermot/Divulgação
Harley-Davidson FXDR
A FXDR é a primeira moto da nova leva de lançamentos da Harley-Davidson, que ainda terá modelo aventureiro, elétrica e motocicleta de baixa cilindrada. Ela ainda não é tão revolucionária quanto os futuros produtos prometidos, mas trouxe modernidade para a linha H-D. A FXDR tem motor de 2 cilindors e 1.868 cc.
Harley-Davidson FXDR
Intermot/Divulgação
Ninja 125 e Z125
Apesar de dificilmente desembarcarem no Brasil, as novas Ninja 125 e Z125 mostram como a Kawasaki também possui motos interessantes na baixa cilindrada. Com motor de 1 cilindro e refrigeração líquida, elas chegam a 14,75 cavalos de potência.
Kawasaki Ninja 125 o Salão de Colônia 2018
Intermot/Divulgação
Triumph Street Twin e Scrambler
Mesmo que tenham mantido a mesma base, as clássicas da Triumph foram renovadas, ganhando 10 cavalos a mais de potência. Além disso, as motos ficaram mais tecnológicas, com modos de condução.
Triumph Street Scrambler no Salão de Colônia (Intermoto) 2018
Intermot/Divulgação

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Nissan volta a oferecer Kicks S Direct para pessoas com deficiência por R$ 53.082


Configuração exclusiva para PcD teve comercialização interrompida pela alta demanda. Primeiras entregas serão feitas apenas em março. Nissan Kicks S CVT
Divulgação/Nissan
A Nissan voltou a oferecer o Kicks S Direct, configuração voltada exclusivamente ao público PcD (Pessoas com Deficiência), que teve suas vendas interrompidas há cerca de cinco meses pela alta demanda. As primeiras unidades serão entregues em março.
Nissan Versa ganha versão para PcD
Para evitar novas interrupções, a Nissan agora estabeleceu novas regras para as concessionárias.
Além de um contrato especificando a data de entrega do veículo, as lojas terão cotas para PcD proporcionais aos seus volumes totais de venda. Ou seja, quanto mais uma concessionária vender entre os modelos gerais, mais unidades para PcD estarão disponíveis para ela.
Prazo de revenda para carros com isenção de ICMS sobe para 4 anos
O Kicks S Direct é baseado na versão S CVT e é tabelado em R$ 68.640 com pintura sólida. Com os descontos de IPI e ICMS concedidos aos portadores de deficiência, o modelo sai por R$ 53.082. Com pintura metálica, o preço final é de R$ 54.126.
De série, o modelo tem ar-condicionado, rádio com entradas auxiliar, USB e conexão bluetooth, banco do motorista com regulagem de altura, direção elétrica, fixadores para cadeirinhas infantis (Isofix), assistente de partida em rampas e controles de estabilidade e tração.
O motor 1.6 flex de 114 cv de potência e 15,5 kgfm de torque é acompanhado do câmbio automático do tipo CVT.

Referência

Salão de Colônia 2018: veja fotos de um dos principais eventos de motos no ano


R 1250 GS, Harley-Davidson FXDR, Suzuki Katana e mais modelos fizeram estreia na Alemanha. Moto Guzzi V 85 TT
Intermot/Divulgação
Kawasaki Ninja 125 o Salão de Colônia 2018
Intermot/Divulgação
Kawasaki Z125 no Salão de Colônia
Intermot/Divulgação
Apresentação da Suzuki Katana, no Salão de Colônia
Intermot/Divulgação
Suzuki Katana foi revelada no Salão de Colônia 2018
Intermot/Divulgação
BMW R 1250 GS no Salão de Colônia
Intermot/Divulgação
Salão de Colônia 2018 também tem espaço para motos customizadas
Intermot/Divulgação
Harley-Davidson FXDR
Intermot/Divulgação
Triumph Street Scrambler no Salão de Colônia (Intermoto) 2018
Intermot/Divulgação
SYM NH X 125
Intermot/Divulgação
SYM NH T 125
Intermot/Divulgação

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