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Vencedor do leilão deve pagar R$ 360 milhões à vista mais o ágio ofertado. Nova rodada não terá cobrança de contribuição fixa anual, somente da parcela variável, de 16,5% para o bloco

Os seis aeroportos que compõem o Bloco Nordeste – Recife (PE), Maceió (AL), Aracaju (SE), João Pessoa (PB), Campina Grande (PB) e Juazeiro do Norte (CE) – iniciam o processo de audiência pública nesta terça-feira (29/5), após a aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil e publicação no Diário Oficial da União. O valor de outorga estimado será de R$ 3,1 bilhões (outorga inicial mais a estimativa de arrecadação com as outorgas variáveis) e o investimento estimado é de R$ 2,08 bilhões para todo o bloco. A nova concessão à iniciativa privada terá prazo de duração de 30 anos.

> Saiba mais: Anac dará início às audiências públicas para a concessão de 13 aeroportos

A novidade para esta 5ª rodada de concessão é que não haverá cobrança de contribuição fixa anual (outorga fixa), somente da parcela variável. Essa contribuição vai considerar a arrecadação de 16,5% sobre a totalidade da receita bruta da futura da concessionária com os seis terminais e será recolhida anualmente. Assim como na rodada anterior, não há participação da Infraero.

Além disso, o vencedor do leilão terá que fazer o pagamento de R$ 360 milhões à vista mais o ágio ofertado no leilão. Essa cifra inicial foi calculada com base no valor presente líquido do empreendimento, ou seja, levando em consideração o investimento inicial, as receitas e custos da concessão, o fluxo de caixa e o retorno dentro desse período. Haverá cinco anos de carência para o pagamento da parcela variável, seguido de pagamentos crescentes do 6º ao 10º ano, quando, então, os 16,5% passarão a ser integralmente cobrados.

LIVRE PARTICIPAÇÃO – Outra alteração do modelo atual é a possibilidade de uma mesma empresa vencer o leilão para quaisquer dos três blocos de aeroportos. A proposta do governo também não estabelece limitações para participação de concessionárias de terminais já concedidos.
A participação societária do operador aeroportuário no consórcio vencedor foi fixada em 15% na 5ª rodada de concessões, mesmo patamar exigido na 4ª rodada (concessões dos aeroportos de Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Florianópolis). Além disso, os consórcios vencedores precisarão confirmar habilitação técnica para processamento mínimo de passageiros em um aeroporto, sendo 7 milhões para o Bloco Nordeste e 3 milhões no caso dos Blocos Sudeste e Centro-Oeste.

GARANTIAS – Foram fixadas como garantia da execução contratual as quantias de R$ 179,9 milhões para o Bloco Nordeste, de R$ 43,8 milhões para o Bloco Centro-Oeste e de R$ 44 milhões para o Bloco Sudeste. Os valores estipulados, que serão reajustados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), correspondem a 25% da receita média estimada no Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de cada bloco a ser leiloado. Considerou-se que a garantia proposta é suficiente para a cobertura dos riscos envolvidos e sem sobrecarga excessiva para as futuras concessionárias.

INVESTIMENTOS INICIAIS – Os futuros concessionários deverão realizar os investimentos necessários para a melhoria do nível de serviço e expansão da infraestrutura, sendo que todos os aeroportos deverão estar aptos a operar, no mínimo, aeronaves Código 3C (Airbus 318, Boeing 737-700 ou a maioria dos aviões Embraer), por instrumento, sem restrição.

Importante observar que as obras de adequação da infraestrutura aeroportuária dependem das necessidades identificadas em cada empreendimento, considerando as características operacionais de cada aeroporto e a evolução da demanda.

Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

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Reuniões presenciais serão feitas em Recife, Brasília, Vitória e Cuiabá. Contribuições poderão ser feitas on-line pelo período de 45 dias

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou o início das audiências públicas para os três blocos de aeroportos. Serão quatro consultas presenciais a serem realizadas no mês de junho nas capitais de Pernambuco, Distrito Federal, Espírito Santo e Mato Grosso. Essa etapa terá o prazo de 45 dias a partir da publicação no Diário Oficial da União, ocorrido nesta terça-feira (29/5).

Os interessados em colaborar com o processo poderão encaminhar as contribuições às minutas de Edital e de Contrato de Concessão da nova rodada até o final do período estipulado. Além da consulta documental on-line, haverá audiências presenciais, sendo a primeira em Vitória (ES), no dia 15 de junho; depois em Brasília (DF), no dia 18; seguido de Cuiabá, no dia 19; e, por último, em Recife, no dia 21 de junho.

Os 13 aeroportos da próxima rodada de concessões respondem por 9,27% dos passageiros, 5,84% das cargas e 9,48% das aeronaves do tráfego aéreo brasileiro. O Bloco Nordeste, composto pelos aeroportos de Recife (PE), Juazeiro do Norte (CE), Aracaju (SE), Maceió (AL), João Pessoa e Campina Grande (PB), terá concessão pelo prazo de 30 anos e investimento previsto de R$ 2 bilhões.

O Bloco Centro-Oeste, formado pelos terminas mato-grossense de Várzea Grande (Cuiabá), Rondonópolis, Sinop, Alta Floresta e Barra do Garças, serão concedidos por 30 anos e investimento estimado em R$ 791 milhões. Já o Bloco Sudeste, com os aeroportos de Vitória (ES) e Macaé (RJ), também terá prazo de 30 anos e investimento de R$ 644 milhões.

PRÓXIMAS ETAPAS – Após a realização das audiências haverá a análise das contribuições recebidas. Em seguida, toda documentação é encaminhada para aprovação do Tribunal Contas da União (TCU), que publica o Acórdão. Posteriormente, a Anac publicará o edital definitivo e é realizado o leilão, previsto para o final do segundo semestre de 2018.

Foto capa: Divulgação/Infraero

Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

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Anac inicia audiência pública para concessões de 13 aeroportos


Agência vai recolher sugestões para edital e contratos das concessões por 45 dias; data do leilão não foi informada. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou nesta terça-feira (29) o início da etapa de audiência pública para a quinta rodada de concessões de aeroportos, referente aos blocos das regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, quando serão leiloados 13 aeroportos.
As novas concessões à iniciativa privada terão prazo de 30 anos e, assim como na rodada anterior, não há participação da Infraero.
Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares
Jonathan Lins/G1
Os aeroportos serão vendidos em blocos, distribuídos da seguinte forma:
Bloco Nordeste
Recife (PE)
Maceió (AL)
Aracaju (SE)
João Pessoa (PB)
Campina Grande (PB)
Juazeiro do Norte (CE)
Sudeste:
Vitória (ES)
Macaé (RJ)
Centro-Oeste:
Cuiabá (MT)
Sinop (MT)
Barra do Garças (MT)
Rondonópolis (MT)
Alta Floresta (MT)
A etapa de audiência pública, com o objetivo de coletar sugestões sobre as minutas de edital e de contrato de concessão da nova rodada, terá um período de 45 dias e a Anac não informou uma data para a realização do leilão.
Em abril, uma fonte disse à Reuters que o governo pretendia lançar em setembro deste ano edital para a concessão de 13 aeroportos no Nordeste e Centro-Oeste em 2019.
A Anac disse, em comunicado, que a nova rodada de concessões inclui infraestruturas de diferentes portes, características e complexidades.
Dentro das mudanças nas regras para este leilão está a possibilidade de um mesmo proponente vencer o leilão para quaisquer dos blocos de aeroportos. A proposta também não estabelece limitações para participação de concessionárias de aeroportos já concedidos, diferente da rodada anterior, quando houve restrição ao controle de mais de um aeroporto da mesma região geográfica.
Esta quinta rodada de concessões fixou a participação societária do operador aeroportuário no consórcio vencedor em 15 por cento, mesmo patamar exigido na rodada anterior, que incluiu as concessões dos aeroportos de Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Florianópolis.
Os consórcios vencedores precisarão confirmar habilitação técnica para processamento mínimo de passageiros em um aeroporto: 7 milhões para o Bloco Nordeste e 3 milhões no caso dos blocos Sudeste e Centro-Oeste.
O novo modelo de concessões de aeroportos inclui mecanismos para a redução dos riscos em decorrência de eventual inadimplência da concessionária.
“O risco do não pagamento das outorgas, por exemplo, ficou menor porque a contribuição inicial, a ser paga antecipadamente pelo consórcio vencedor, representará parcela relevante do total da outorga mínima, adicionado ainda todo o ágio obtido no leilão”, disse a Anac em comunicado, acrescentando que os valores restantes de outorga serão exigidos posteriormente –após 5 anos de um período sem pagamentos– como percentual do faturamento do aeroporto.
Foram fixadas como garantia da execução contratual os valores de 179,9 milhões de reais para o Bloco Nordeste, 43,8 milhões de reais para o Centro-Oeste e 44 milhões de reais para o Sudeste.
Esses montantes serão reajustados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e correspondem a 25 por cento da receita média estimada no Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de cada bloco a ser leiloado.

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Parceira do motorista, Amarok encara terrenos irregulares com carga total

Pickup da Volkswagen conta com sistemas que garantem segurança ao passar por buracos e inclinações. Às vezes um carro é mais do que um meio de transporte, ele é parceiro de estrada do seu motorista. A Amarok V6, da Volkswagen, conta com sistemas que garantem que a pickup esteja pronta para encarar os desafios em qualquer terreno, mesmo com carga total em sua caçamba.
Imagine andar por um ambiente irregular, como as areias e dunas de uma praia, por exemplo. Para poder encarar um ambiente assim com a caçamba cheia, a Amarok V6 é equipada com diversos sistemas: o Assistente de Descida, o Controle de Estabilidade, o Controle de Tração, entre outros, que tornam o desafio mais simples.
A tração 4×4 4Motion é outro item que ajuda a superar esses terrenos, com força suficiente para enfrentar rampas e buracos. Mesmo com carga total, a camionete consegue andar em uma inclinação lateral de 49º, ou partir em uma rampa de 45º sem problemas para o condutor.
A Amarok V6 está equipada com motor 3.0 TDI com 225 cv e 550 Nm de torque. A pickup une força e inteligência, com tecnologia avançada, totalmente conectada através do sistema de Infotainment com tela touchscreen.
Veja mais no vídeo:
Parceira do motorista, Amarok encara terrenos irregulares com carga total

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Como economizar combustível: dicas para deixar o carro menos 'gastão' na estrada


Veja dicas para economizar combustível ao rodar em rodovias
Fernando Evans/G1
Precisa pegar estrada? Saiba que também dá para poupar combustível nas rodovias. A porcentagem de economia varia de acordo com o motor.
Mas, há uma regra básica. Quanto mais baixa a rotação, mais econômico o carro se torna.
Pneus calibrados ajudam consumo a cair 10%
Veja outras dicas para economizar
Considerando uma via plana, quando o carro está a 80 km/h, em quinta marcha, ele está gastando menos do que quando roda a 120 km/h, também em quinta marcha. Aqui vale uma dica: sempre que possível, tire o pé do acelerador.
Rotações acima de 3 mil rpm fazem consumo do carro ficar mais alto
Reprodução/FCA
Em estradas cheias de curvas e subidas, talvez seja melhor você administrar entre quarta e quinta marcha, para pode otimizar as retomadas nos aclives.
Uma dica é sempre observar o consumo instantâneo no computador de bordo. Ele dá uma boa noção da melhor velocidade para determinado trecho.
Para quem não tem essa facilidade, é bom ficar de olho no conta-giros. Rotações acima de 3 mil rpm costumam ser mais nocivas ao consumo.

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Petróleo nos EUA fecha acima de US$ 70 pela 1ª vez desde 2014


Em alta desde o ano passado, preço do petróleo superou US$ 80 por barril (cerca de R$ 300), o valor mais alto registrado desde novembro de 2014. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França
Christian Hartmann/Reuters
Como o petróleo saiu de uma baixa histórica nos preços e voltou a representar uma dor de cabeça para países consumidores? Os valores voltaram a subir no ano passado e, em meados de maio deste ano, superou a barreira dos US$ 80 por barril (cerca de R$ 300), o valor mais alto registrado desde novembro de 2014. Com isso, os alarmes soaram e os especialistas começaram a decretar que havia chegado “o início do fim” da era do petróleo barato.
Nas últimas semanas, analistas e investidores, como o banco Goldman Sachs, avaliaram que a demanda por petróleo no curto prazo será maior que a oferta, o que deve aumentar ainda mais as pressões sobre o preço do produto. Já o banco americano Morgan Stanley elevou suas projeções de aumento no valor do barril para este ano e para os próximos.
Veja, a seguir, 3 causas que explicam por que operadores e analistas pensam que estamos no fim da era de petróleo barato:
1 – Drásticos cortes de oferta de petróleo
Os países exportadores de petróleo estão há 17 meses aplicando um plano de redução da oferta, com queda de cerca de 1,8 milhão de barris por dia, considerado por analistas como a chave mais importante por trás do aumento de preços.
Para o governo dos Estados Unidos, a agressividade dos cortes na produção se transformou em uma manipulação do mercado, impulsionada pela Arábia Saudita, com o objetivo de provocar uma alta artificial do preço.
Os produtores estão lançando sinais divergentes. No Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, na Rússia, eles concordaram em moderar os cortes na produção de petróleo neste ano. Porém, os mais céticos não consideram que este anúncio vá alterar a tendência do mercado no longo prazo – de alta.
Por outro lado, há uma demanda crescente. Nos últimos anos, o excesso de estoque de petróleo chegou ao fim em vários países, segundo especialistas que têm acompanhado de perto o movimento do mercado petrolífero.
“Se esgotaram os gigantescos estoques (de petróleo) que mantinham os preços baixos”, afirma Antoine Halff, pesquisador do Centro de Política Global Energética da Universidade de Columbia e ex-analista-chefe de petróleo da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês).
“Os estoques não diminuíram somente nos Estados Unidos e países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Também caíram os estoques chineses e de outros países.”
2 – Sanções dos EUA contra o Irã
O fator Irã desempenhou um papel importante na recente alta de preços do petróleo, diz Ellen Wald, analista de política e energia, autora do livro Saudi Inc e presidente de uma consultoria econômica, a Transversal Consulting.
“Os preços subiram se antecipando à retomada das sanções dos Estados Unidos contra o Irã. E subiram de novo quando as sanções foram anunciadas. Mas não está claro que quantidade de petróleo iraniano será removida do mercado. As estimativas vão desde 200 mil barris por dia até um milhão”, afirma Wald.
Com esse alto nível de incerteza, Wald não é a única a questionar os potenciais efeitos da decisão de Trump. “Não há dúvida de que o anúncio do governo Trump de impor novas sanções fez os preços subirem. Mas, se as sanções serão efetivas e irão impactar a receita do Irã advinda das vendas de petróleo, é algo que ainda não sabemos”, falou Antoine Halff, do Centro de Política Global Energética da Universidade de Columbia.
3 – A queda do fornecimento venezuelano
Em meio a uma grave crise política na Venezuela, a indústria petrolífera do país sofreu uma forte queda. A produção de petróleo caiu seis vezes mais do que o previsto pela OPEP, diz Francisco Monaldi, especialista venezuelano em políticas energéticas latino-americanas da Universidade Rice, em Houston, e pesquisador do Centro de Políticas Globais da Universidade de Columbia.
“A velocidade da queda foi muito maior do que a esperada pelo mercado. E há preocupação, porque (a produção) segue caindo rapidamente”.
“A Venezuela contribuiu para o aumento de preços porque perdeu um milhão de barris diários em pouco mais de um ano”, acrescenta Amrita Sen, analista-chefe de petróleo da consultoria Energy Aspects.
Ainda assim, a Venezuela produz 1,4 milhão de barris por dia, explica Sen. “Como existe pouca capacidade extra (de produção de petróleo) em outras partes do mundo, qualquer perda (na Venezuela) pode provocar uma alta dos preços”.
Além da Venezuela, Angola, Nigéria e Equador também estão produzindo menos petróleo.
Acabou a era de preços baixos?
De acordo com Sen, há ainda um outro elemento chave que precisa ser considerado para o futuro. “A falta de investimento nos mercados petrolíferos durante o período de baixos preços significa que teremos uma ameaçadora escassez de oferta nos próximos anos”.
Em geral, os especialistas concordam que haverá mais aumentos de preço. Mas discordam sobre o longo prazo. “Cada vez mais o mercado muda, os observadores então acreditam que começou uma nova era, um novo paradigma, ou que houve uma mudança estrutural. Mas, mais cedo ou mais tarde, o mercado muda outra vez”, afirma Antoine Halff.
“No final, o petróleo, como todos os outros mercados de matérias-primas desde os tempos bíblicos, é cíclico”.

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PF abre 48 inquéritos e dá início a depoimentos para apurar suspeita de locaute na greve dos caminhoneiros

Locaute consiste em patrões impedirem trabalhadores de exercer a atividade. Polícia Federal já começou a ouvir representantes de associações de caminhoneiros e de empresários. A Polícia Federal abriu 48 inquéritos em 25 estados para apurar a suspeita de locaute na greve dos caminhoneiros. A prática consiste em patrões impedirem os trabalhadores de exercer a atividade, o que é proibido.
Com a abertura dos inquéritos, a PF já começou a ouvir representantes de associações que representam caminhoneiros e empresários.
A paralisação da categoria chegou ao oitavo dia nesta segunda-feira (28). Os caminhoneiros protestam contra o aumento no preço do óleo diesel.
Senado dá urgência a projeto que zera PIS-Cofins sobre diesel
Na última sexta (25), o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, informou que o governo já suspeitava da prática de locaute e, por isso, apuraria se, de fato, estava acontecendo.
Um dia depois, no sábado (26), foi a vez de o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmar que o Palácio do Planalto tem “convicção” de locaute na greve dos caminhoneiros.
Também no sábado, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), vinculado ao Ministério da Justiça, informou que investiga a Federação de Empresas de Transporte de Carga do Estado de São Paulo em razão de um vídeo no qual a entidade fala em “sumir com caminhões” e em “caos para todo lado”.
Quando a investigação foi confirmada, o presidente da federação, Flavio Benatti, afirmou que a intenção “clara” do vídeo é a “conscientização da população sobre a importância do transporte rodoviário de cargas”.
Governo atende reivindicações, mas caminhoneiros não voltam ao trabalho
Fim da greve
Numa nova tentativa de por fim à greve dos caminhoneiros, o presidente Michel Temer anunciou neste domingo cinco medidas, entre as quais a redução de R$ 0,46 no preço do litro do óleo diesel.
As entidades que se reuniram com Temer antes do anúncio disseram ter ficado satisfeitas com as medidas e chegaram a assinar uma ata se comprometendo a suspender a paralisação.
Mas, nesta segunda, caminhoneiros continuaram nas estradas de todo o país.
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, os caminhoneiros querem voltar ao trabalho, mas estão sendo impedidos por “intervencionistas” que, segundo ele, “querem derrubar o governo”.
O governo federal já informou publicamente que as negociações estão finalizadas e agora espera o retorno dos caminhoneiros ao trabalho. A estimativa do Ministério da Fazenda é que, com as medidas anunciadas neste domingo, tributos podem subir.
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Como economizar combustível: desligue o ar-condicionado e gaste 10% menos


Ar-condicionado desligado ajuda a derrubar consumo em até 10%
Divulgação
Em situações extremas, como a que vivemos atualmente, vale deixar o conforto de lado para poupar combustível.
Desligar equipamentos elétricos, como módulos de som, ajuda a economizar. Mas, a medida mais eficiente é não utilizar o ar-condicionado.
Pneus calibrados reduzem consumo em até 10%
Veja outras dicas para economizar combustível
Com ele desligado, a economia varia de 5% a 10% na conta do consumo de combustível.
Rádio desligado ajuda a reduzir o consumo
André Paixão / G1
Quando muitos equipamentos estão ligados ao mesmo tempo, o alternador acaba retirando parte da energia do motor para gerar energia elétrica e carregar a bateria.
Rodar com os vidros fechados, principalmente em velocidades acima de 70 km/h, também ajuda a reduzir o consumo. Isso porque o fluxo de ar que passa pelo carro sofre menos resistência, atravessando a lateral do veículo com mais facilidade.

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Argentina sobe de 8% para 15% imposto sobre exportação de biocombustíveis


Medida foi tomada em momento que país precisa reduzir o deficit fiscal como contrapartida a ajuda financeira do FMI. A Argentina aumentou, nesta segunda-feira (28), de 8% para 15% o imposto sobre a exportação de biocombustíveis a partir de julho, no contexto de uma redução do déficit fiscal que vai pactuar com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para receber auxílio financeiro do organismo.
Segundo um decreto do presidente Mauricio Macri, será criada “uma convergência” entre o imposto sobre a exportação de biodiesel e o que se aplica à exportação de óleo de soja, atualmente em 24,5%.
Entenda a crise econômica na Argentina
O presidente argentino Mauricio Macri
Reuters
Neste último caso, o governo estabeleceu uma redução gradual do imposto na razão de 0,5 ponto por mês, segundo a resolução publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial.
Em dezembro passado, o governo argentino tinha substituído um sistema de tarifações móveis às exportações de biocombustíveis por um imposto com taxa fixa de 8%.
A indústria argentina já enfrenta o fechamento do mercado americano, devido a tarifas de até 63%. Washington acusa Buenos Aires de subsidiar a produção de biocombustíveis.
Também está pendente de resolução uma controversa com a União Europeia, que impor tarifas médias de 24,6%, motivo pelo qual foi aberta uma investigação na Organização Mundial de Comércio (OMC).
As exportações argentinas de biodiesel aos Estados Unidos tinham chegado, em 2016, a 1,25 bilhão de dólares – 90% das vendas totais do produto ao exterior. As vendas à UE chegaram a 1,5 bilhão de dólares ao ano em 2012, antes das tarifas aduaneiras.

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Toyota suspende produção de veículos por conta da greve dos caminhoneiros


Multinacional informou que duas plantas, Sorocaba e Indaiatuba, estão com a produção suspensa. A fábrica de motores em Porto Feliz também deve parar. Helicóptero foi usado para transporte de peças para lançar o Yaris a tempo, segundo o sindicato da categoria. Plantas da Toyota em Sorocaba e Porto Feliz suspenderam produção
Divulgação
A paralisação dos caminhoneiros afetou a linha de produção automobilística da Toyota. A multinacional confirmou nesta segunda-feira (28) que o trabalho nas plantas de Sorocaba (SP) e Indaitatuba (SP) estão suspensas, a de São Bernardo do Campo (SP) opera parcialmente e os trabalhos em Porto Feliz também devem parar.
Confira mais informações sobre o 8º dia da greve dos caminhoneiros;
Em nota, a empresa afirmou que a distribuição de peças e veículos para a rede de concessionárias foi impactada pelos bloqueios em rodovias de todo o país. A situação, ainda segundo a Toyota, será monitorada.
Na produção em Sorocaba, os trabalhos foram suspensos entre quarta-(23) e sexta-feira (25). Conforme o histórico enviado à TV TEM, na planta de Indaiatuba a produção foi parada logo de manhã, às 6h55, também na quarta-feira.
Em Porto Feliz, cidade vizinha a Sorocaba, a produção funcionou na quarta e quinta-feira apenas no primeiro turno. Na sexta-feira, as atividades foram totalmente suspensas. Já em São Bernardo do Campo, a linha de produção funciona todos os dias de forma parcial.
Peças por helicóptero
O Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) informou que, como alternativa para manter o primeiro turno de produção em Sorocaba, a Toyota utilizou seis helicópteros para transportar peças na quinta-feira (24).
A medida, ainda de acordo com o órgão, serviu para agilizar o lançamento do modelo Yaris, fabricado no Brasil. A montadora afirmou que o lançamento do veículo é previsto para o segundo semestre de 2018, sem data definida.
Para produzir o modelo, a Toyota havia informado que havia o investimento de R$ 1 bilhão na unidade de Sorocaba, além dos R$ 600 milhões ara ampliar a fábrica de motores em Porto Feliz.
Terceiro turno
No início deste mês, a montadora anunciou a criação do terceiro turno nas fábricas de Sorocaba e Porto Feliz. Segundo a empresa, a medida, que é inédita nas quatro plantas no país, deve começar em novembro.
A demanda é para atender a produção do Etios e também do Yaris. Com a abertura de novas vagas, a capacidade produtiva da Toyota passará dos atuais 108 mil unidades para 160 mil veículos anualmente.
Toyota Yaris
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