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Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet; entenda como funciona o tema proposto na redação do ENEM


Uso dos ‘rastros’ de navegação na internet e detalhes de preferências informadas nos perfis de redes sociais são subsídios valiosíssimos para a construção de uma ideia. Tema da redação do Enem 2018 foi ‘Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet’
Reprodução/Inep
O tema proposto para a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2018), vai além do cumprimento de uma tarefa visando a aprovação na prova. A prática de tentar influenciar o comportamento de um determinado público é antiga, e não se restringe ao pensamento político. E no que diz respeito ao meio digital, o uso dos “rastros” de navegação na internet, detalhes sobre preferências informadas nos perfis de redes sociais, são subsídios valiosíssimos para a construção de uma ideia, que apresentada estrategicamente poderá ser difundida mais facilmente.
O aproveitamento de detalhes sobre o internauta não é necessariamente uma prática nociva. É muito útil ao acessar o Facebook, por exemplo, e visualizar um alerta sobre a possibilidade de chuva. A precisão apresentada nesse alerta só é possível porque a localização atual do usuário foi identificada, e com base nesse dado, é exibida a previsão do tempo. A eficiência do Waze, aplicativo de trânsito, para propor o trajeto com menos congestionamento, só é maximizada devido ao fornecimento da localização em tempo real dos dispositivos que estão no interior dos automóveis.
Porém com tantas informações sendo coletadas e alimentando uma base de dados rica em detalhes, é preciso avaliar a interferência da exibição direcionada de informações e se elas contribuem para a formação de opiniões. O impacto da mudança cultural pode ser percebido através de uma avaliação nos padrões de consumo, comportamento coletivo e no posicionamento de opiniões. Os influenciadores digitais se beneficiam diretamente dessa prática, devido a sua capacidade de atrair a atenção dos seus seguidores, podendo faturar milhares de reais com patrocínios.
Com o uso em larga escala de bots conectados em redes sociais e compartilhando conteúdo numa velocidade humanamente impossível de ser reproduzida. É possível posicionar fatos irrelevantes entre os assuntos mais comentados, mesmo que muitos deles sequer sejam verdadeiros. Vale salientar que a automação de interatividade é uma ferramenta poderosa para humanizar canais de comunicação, mas, quando usada indiscriminadamente, se torna uma prática condenável.
A web não foi concebida para servir como uma plataforma influenciadora; Tim Berners-Lee tinha a intenção de universalizar o conhecimento mas sem influenciar o pensamento. No entendimento do físico criador da World Wide Web, a ausência de controle que temos sobre nossas próprias informações é um dos maiores problemas colaterais causados pela falta de privacidade.
É difícil imaginar um internauta apenas navegando na internet, usando o modo anônimo, sem recorrer a sites de buscas, somente consumindo a informação “pura” publicada nos sites da sua preferência. A criação de páginas com qualquer
conteúdo, mas que visam a monetização com anúncios de terceiros, a apresentação do conteúdo gerenciada por algoritmos na linha de tempo nas redes sociais, estão entre os maiores causadores de algum tipo de influência. Esses mecanismos também contribuem para a divulgação de fake news, seja apenas para atrair acessos aos sites, mas também pela capacidade de construir ou destruir reputações.
Tentar propor algum tipo de controle sobre a informação que é publicada, mesmo que fosse tecnicamente viável, não é a solução para tentar conter a influência de grupos que utilizam em benefício próprio as informações dos internautas. O desenvolvimento da capacidade de discernimento sobre quais informações devem ser levadas em consideração ainda é a alternativa analógica eticamente aceitável.

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Revisar Lei das Teles será o desafio do novo governo, diz Juarez Quadros ao deixar Anatel


Mandato do presidente da agência termina neste domingo (4). Ele defende mudanças na legislação para aumentar investimento de empresas de telecomunicações em banda larga. O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros, cujo mandato termina neste domingo (4), listou aqueles que, em sua opinião, serão os desafios do novo governo para a área:
aprovar um projeto de lei para transformar concessões de telefonia fica em autorizações;
aprovar projeto que permita o uso do Fundo de Universalização das Telecomunicações (FUST) para investimentos em internet banda larga.
O presidente Michel Temer já indicou o secretário de Radiodifusão do Ministério da Ciência e Tecnologia, Moisés Queiroz Moreira, para a vaga de Quadros.
O nome de Moreira, no entanto, ainda precisa ser aprovado pela Comissão de Infraestrutura do Senado e pelo plenário da Casa. Até a aprovação, a vaga de presidente será ocupada pelo vice-presidente da Anatel, o conselheiro Aníbal Diniz.
Em entrevista ao G1, Quadros disse que a mudança na lei para converter concessões de telefonia em autorizações é essencial para que as empresas continuem investindo.
Com a mudança, as empresas deixarão de ter obrigações previstas no regime de concessões, como, por exemplo, investimentos em telefones públicos.
O projeto foi aprovado na Câmara em 2016. O texto chegou a ser aprovado por uma comissão no Senado e enviado para sanção presidencial, mas foi devolvido aos senadores para que fosse votado novamente pela Comissão de Ciência e Tecnologia e também pelo plenário.
“Não houve o devido empenho entre o Legislativo e o Executivo. Há divergências dentro do próprio Executivo. A Lei Geral de Telecomunicações é uma lei boa, mas que precisa de alguns ajustes”, disse Quadros.
O presidente da Anatel, Juarez Quadros
Reprodução/Rede Amazônica Acre
Na mudança de concessão para autorização, as operadoras Vivo, Oi, Algar e Sercomtel terão menos obrigações. Eles passarão a funcionar sob as mesmas regras de empresas como a Net, que já oferece telefonia fixa sob autorização.
As empresas argumentam que a alteração é essencial para a continuidade dos investimentos.
Quadros aponta que atualmente os investimentos que essas empresas fazem é o mínimo necessário, o que, segundo ele, não ajuda a aumentar a concorrência e a qualidade dos serviços. “O investimento hoje é o mínimo necessário para garantir a qualidade, uma vez que o investimento maior é em outros serviços”, disse.
Sobre o FUTS, Quadros lembra que o fundo tem R$ 20 bilhões e que anualmente arrecada mais R$ 1 bilhão. Por entraves legais, esses recursos só podem ser investidos em telefonia fixa.
“Esse fundo e a LGT [Lei Geral de Telecomunicações] seriam dois projetos que o novo governo poderia dar atenção para fazer com que os recursos sejam destinados onde são necessários, que é a banda larga”, disse.
Recuperação judicial da Oi
Segundo Quadros, a recuperação judicial da Oi foi o maior desafio da agência durante a sua gestão e deve continuar mercendo as atenções da Anatel. Segundo ele, apesar de estar investindo o suficiente para garantir a qualidade do serviço aos seus clientes, a empresa não investe o bastante para aumentar a competição no setor.
“A qualidade do serviço, eles têm investido o necessário e o suficiente para garantir a qualidade, mas eles não melhoram a competição. Para a competitividade isso não tem sido suficiente. A empresa precisa de um investimento de R$ 8 bilhões por ano e ela não consegue passar dos R$ 5 bilhões”, afirmou.
Em nota, a Oi informou que está se preparando para o início do novo ciclo de investimento, que será financiado pelo aumento de capital previsto no plano de recuperação judicial.
“Paralelamente, a companhia segue se preparando para a execução do Plano de CAPEX incremental, que é centrado em investimento no acesso fixo e móvel, para aumentar a oferta de banda larga fixa de alta velocidade e a cobertura 4G e 4,5G. Ele suportará as principais iniciativas da companhia para transformação e crescimento do negócio, visando proteger a base de clientes, garantir a melhoria da experiência e capturar as oportunidades de crescimento no mercado”, informou a empresa.

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Ex-funcionário de companhia aérea monta centro de treinamento para o setor da aviação

Arnaldo Perrone abriu a empresa para prestar consultoria de controle de qualidade para as companhias aéreas. Ex-funcionário de companhia aérea monta centro de treinamento para o setor da aviação
A ideia de montar o centro de treinamento foi de um ex-funcionário de uma companhia aérea.
Não é exagero dizer que a vida desse empresário é marcada por uma sucessão de escalas. Na juventude, Arnaldo Perrone embarcou para o exterior, onde viveu por cinco anos. Na volta ao Brasil trabalhou um tempo com hotelaria e logo foi fisgado pela aviação.
“Comecei como agente, normal, na área de check-in e com o tempo fui promovido. Passei a ser responsável pela segurança dessa empresa americana no aeroporto”, conta Arnaldo.
De acordo com a Secretaria Nacional de Aviação Civil, só no ano passado, mais de 112 milhões de passageiros embarcaram nos voos domésticos e internacionais nos aeroportos brasileiros.
Arnaldo percebeu essa demanda. Depois de quase 20 anos na companhia aérea, resolveu partir para um voo solo. Com investimento de R$ 60 mil, abriu uma empresa em 2013 para prestar consultoria de controle de qualidade para companhias aéreas.
“Percebemos que tinha nicho também, por que não treinar as pessoas para trabalhar no aeroporto? Para trabalhar no segmento da aviação civil prestando serviço para empresa aérea e aeroportos”, explica o empresário.
Em 2015 ele começou a oferecer cursos nas áreas de inspeção e segurança de aeroportos e empresas aéreas, além de atendimento ao passageiro, que precisam de homologação da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).
Desde 2015, mais de quatro mil alunos se formaram na escola. São 27 cursos no total, que vão do básico ao avançado. Tem até treinamento específico para explosivos. Os alunos conseguem identificar cada tipo e evitar ataques terroristas dentro de uma aeronave.
Tem também cursos para operador de raio X, treinamento de detector de metais e inspeção de aeronaves.
Os cursos custam entre R$500 e R$700. Ano passado a empresa faturou R$ 2,5 milhões.
Apaixonado por aviação, o empresário já traça o próximo plano de voo. Ele pretende fazer segurança nos aeroportos e oferecer segurança para empresa aérea. “Conhecemos o regulamento, nós capacitamos e já fazemos controle de qualidade, por que não oferecer serviços também? ”, conta Perrone.
ATS – Aviation Training & Services
Luiz Faccini, 416 – 2º andar
Guarulhos/SP – CEP: 07110-000
Telefone: (11) 2461-9292 / (11) 9 9351-1988
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GRU AIRPORT
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Horário de verão começa no domingo; moradores de 10 estados e DF devem adiantar relógio em 1 hora


Moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem ajustar relógios em 1 hora e ficar atentos à configuração do celular; horário vai até 17 de fevereiro de 2019. O horário de verão de 2018 começou na primeira hora deste domingo (4). Desde meia-noite, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal foram orientados a adiantar o relógio em uma hora.
Operadoras pedem atenção à configuração do celular para horário de verão
O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) e irá vigorar até o terceiro domingo de fevereiro de 2019 (dia 17).
Horário de verão começa neste final de semana
Karina Almeida/G1
Este ano, o horário de verão foi encurtado. Até o ano passado, ele se iniciava no terceiro domingo de outubro. Em dezembro de 2017, o presidente Michel Temer assinou decreto que encurtou a duração do horário de verão, atendendo a pedido do Tribunal Superior Eleitoral, para que o início do horário de verão não ocorresse entre o primeiro e o segundo turno da eleição.
56% dos candidatos do Enem 2018 terão que adiantar o relógio no dia da prova
O Palácio do Planalto chegou a informar no início do mês que, a pedido do Ministério da Educação, a entrada em vigor do horário seria adiada para dia 18 de novembro, a fim de não prejudicar provas do Enem, mas acabou decidindo manter a data de 4 de novembro.
Relógios fora de hora
As mudanças na data de início do horário de verão chegaram a causar confusão. No dia 15 de outubro, usuários de telefone celular reclamaram da mudança automática do horário em seus aparelhos para o horário de verão.
No Twitter, muitos consumidores reclamaram ter perdido uma hora de sono em pleno retorno de feriado e cobraram explicações da TIM. A maioria relatou ter um iPhone, mas também houve queixas de donos de aparelhos com sistema Android.
Relógio do celular causa problemas nos aplicativos bancários e autenticadores?
Na semana seguinte, mais clientes de operadoras de celular passaram pela mesma situação, em que os relógios de seus aparelhos foram adiantados de forma automática para o horário de verão. Em São Paulo, alguns relógios de rua também foram adiantados e mostravam horário de verão na manhã do domingo (21).
O SindiTeleBrasil, sindicato responsável pelas operadoras de telefonia, afirmou que as empresas já programaram o início do horário de verão em suas redes e serviços.
Apesar disso é preciso estar atento para que a função “data e hora” do celular esteja em modo de busca automática pelo horário da rede operadora, afirma o SindiTeleBrasil. Caso contrário o aparelho não fará a atualização automaticamente.
Fim do horário de verão
O fim do horário de verão chegou a ser analisado pelo governo.
Um estudo do Ministério de Minas Energia apontou queda na efetividade da iniciativa, já que o perfil do consumo de eletricidade não estava mais ligado diretamente ao horário, mas sim à temperatura. Os picos de consumo foram registrados nas horas mais quentes do dia.
O Horário Brasileiro de Verão foi instituído pelo então presidente Getúlio Vargas, pela primeira vez, entre 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932. Sua adoção foi posteriormente revogada em 1933, tendo sido sucedida por períodos de alternância entre sua aplicação ou não, e também por alterações entre os Estados e as regiões que o adotaram ao longo do tempo.
De acordo com o decreto nº 6.558, de 08 de setembro de 2008, modificado pelo decreto nº 9.242, de 15 de dezembro de 2017, a hora de verão fica instituída no Brasil da seguinte forma:
“Fica instituída a hora de verão, a partir de zero do primeiro domingo do mês de novembro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente, em parte do território nacional, adiantada em sessenta minutos em relação à hora legal. No ano em que houver coincidência entre o domingo previsto para o término da hora de verão e o domingo de carnaval, o encerramento da hora de verão dar-se-á no domingo seguinte. A hora de verão vigorará nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal”.
O horário de verão também é adotado em países como Canadá, Austrália, Groelândia, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai. Por outro lado, Rússia, China e Japão, por exemplo, não implementam esta medida.
O Ministério de Minas e Energia disponibiliza um perguntas e respostas sobre o horário de verão.

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Reuters


Negócio de seguros conseguiu evitar impactos de furacões e se beneficiar de menores impostos sancionados pelo presidente Donald Trump em dezembro. A Berkshire Hathaway Inc, conglomerado liderado pelo bilionário Warren Buffet, disse neste sábado (3) que seu lucro operacional dobrou no terceiro trimestre, conforme seu negócio de seguros conseguiu evitar impactos de furacões e se beneficiar de menores impostos.
Warren Buffett, apelidado de o “sábio de Omaha”.
AP
O forte resultado garante a Buffet mais dinheiro para desenvolver seus negócios, embora o investidor conhecido por sua estratégia de “caçar barganhas” tenha admitido que tem sido difícil encontrar onde aplicar seus lucros, recorrendo à recompra de US$ 928 milhões em ações de sua própria companhia no último trimestre.
Warren Buffett ganha US$ 29 bilhões com a reforma fiscal de Trump
O lucro operacional no terceiro trimestre dobrou para US$ 6,88 bilhões, ante US$ 3,44 bilhões há um ano, acima dos US$ 6,11 bilhões esperados por Wall Street, segundo dados da Refinitiv.
As operações de seguros da companhia foram ajudadas por menores passivos estimados no setor de imóveis e acidentes frente aos últimos anos e menores impostos. O ano anterior incluiu grandes perdas devido a três furacões nos EUA e um terremoto no México.
Os ganhos com seguros foram de US$ 441 milhões no trimestre, ante uma perda de US$ 1,4 bilhão no mesmo período do ano anterior.
“Esse é absolutamente um dos melhores resultados trimestrais já anunciados por uma corporação norte-americana”, disse o chefe-executivo da Smead Capital Management, acionista da Berkshire, Bill Smead.
Nova regra
A Berkshire disse que o lucro líquido do terceiro trimestre subiu mais de 355%, para US$ 18,5 bilhões, embora isso reflita uma nova regra contábil que exige que a empresa reporte ganhos de investimento não realizados nos resultados. Buffett disse que a regra pode induzir os investidores ao erro e sugeriu eles devem olhar para o lucro operacional.
A taxa de impostos efetivamente pagos pela Berkshire no terceiro trimestre foi de 19,2%, comparado a 25,3% no mesmo período do ano anterior, após a redução da alíquota de imposto corporativo sancionada pelo presidente Donald Trump em dezembro.
A Berskshire tem US$ 103,6 bilhões em caixa, títulos do Tesouro de curto prazo e investimentos similares.
A última grande aquisição de Buffet foi em janeiro de 2016, quando a Berkshire pagou US$ 32,1 bilhões pela fabricante de peças para aeronaves Precision Castparts.
Em julho, a companhia anunciou um alívio em uma política que na prática impedia Buffet de recomprar ações da companhia por seus preços correntes.
A Berkshire tem sede em Omaha, no Nebraska, Estados Unidos, e detém mais de 90 negócios nos setores de seguros, químicos, energia, alimentos e varejo, além de equipamentos para indústrias, ferrovias e outros setores.

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Reuters

Após abandonar o acordo nuclear com o Irã assinado em 2015, o presidente norte-americano Donald Trump tem tentado prejudicar a economia iraniana, fortemente dependente do petróleo. Os Estados Unidos disseram na sexta-feira (2) que irão permitir que oito importadores sigam comprando petróleo iraniano quando retomarem na segunda-feira suas sanções ao Irã, que buscam forçar o país a conter seus programas nucleares e de mísseis e seu ativismo regional.
O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que anunciou a decisão, não disse quais serão esses oito países, aos quais se referiu como “jurisdições”, um termo que pode incluir importadores como Taiwan, que os Estados unidos não reconhecem como um país.
Após abandonar o acordo nuclear com o Irã assinado em 2015, o presidente norte-americano Donald Trump tem tentado prejudicar a economia iraniana, fortemente dependente do petróleo, para forçar Teerã a recuar não apenas de suas ambições nucleares e em mísseis balísticos, mas também de seu apoio a militantes na Síria, Iêmen, Líbano e outras partes do Oriente Médio.
No Twitter, em uma mensagem para enfatizar sua política de “pressão máxima” sobre o Irã, Trump incluiu uma fotografia de si mesmo que imita pôsteres de cinema com a legenda: “As sanções estão chegando – 5 de novembro”.
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A Turquia foi avisada de que será autorizada a seguir comprando temporariamente petróleo do Irã, disse seu ministro de Energia a jornalistas, assim como o Iraque, desde que os pagamentos ao Irã não sejam em dólares norte-americanos, disseram três autoridades iraquianas.
Índia e Coreia do Sul também estão na lista, disse uma fonte com conhecimento do assunto que falou sob a condição de anonimato. Sob a lei dos EUA, as exceções podem durar até 180 dias.
Pompeo disse que Washington garantirá os “waivers” aos oito importadores apenas porque “eles demonstraram reduções significativas em suas (compras) de petróleo e cooperação em muitas outras frentes.”
Dois deles devem parar as importações e os outros seis devem diminuí-las fortemente, segundo Pompeo.
Ele afirmou posteriormente que o objetivo final é acabar com todas exportações de petróleo do Irã.

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Horário de verão começa no domingo; moradores de 10 estados e DF devem adiantar relógio em 1 hora


Ajuste deve ser feito por moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e vale até 17 de fevereiro de 2019. O horário de verão de 2018 começa na primeira hora deste domingo (4). À meia-noite, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem adiantar o relógio em uma hora.
O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) e irá vigorar até o terceiro domingo de fevereiro de 2019 (dia 17).
Horário de verão começa neste final de semana
Karina Almeida/G1
Neste ano, o horário de verão foi encurtado. Até o ano passado, o horário de verão se iniciava no terceiro domingo do mês de outubro. Em dezembro de 2017, o presidente Michel Temer assinou decreto que encurtou o período de duração do horário de verão, atendendo a pedido do Tribunal Superior Eleitoral, para que o início do horário de verão não ocorresse entre o primeiro e o segundo turno da eleição.
56% dos candidatos do Enem 2018 terão que adiantar o relógio para o horário de verão no dia da prova
O Palácio do Planalto chegou a informar no início do mês que, a pedido do Ministério da Educação, a entrada em vigor do horário seria adiada para dia 18 de novembro, a fim de não prejudicar provas do Enem, mas acabou decidindo manter a data de 4 de novembro.
Relógios fora de hora
As mudanças na data de início do horário de verão chegaram a causar confusão. No dia 15 de outubro, usuários de telefone celular reclamaram da mudança automática do horário em seus aparelhos para o horário de verão. No Twitter, muitos consumidores reclamaram ter perdido uma hora de sono em pleno retorno de feriado e cobraram explicações da TIM. A maioria relatou ter um iPhone, mas também houve queixas de donos de aparelhos com sistema Android.
Na semana seguinte, mais clientes de operadoras de celular passaram pela mesma situação, em que os relógios de seus aparelhos foram adiantados de forma automática para o horário de verão. Em São Paulo, alguns relógios de rua também foram adiantados e mostravam horário de verão na manhã do domingo (21).
Fim do horário de verão
O fim do horário de verão chegou a ser analisado pelo governo.
Um estudo do Ministério de Minas Energia apontou queda na efetividade da iniciativa, já que o perfil do consumo de eletricidade não estava mais ligado diretamente ao horário, mas sim à temperatura. Os picos de consumo foram registrados nas horas mais quentes do dia.
O Horário Brasileiro de Verão foi instituído pelo então presidente Getúlio Vargas, pela primeira vez, entre 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932. Sua adoção foi posteriormente revogada em 1933, tendo sido sucedida por períodos de alternância entre sua aplicação ou não, e também por alterações entre os Estados e as regiões que o adotaram ao longo do tempo.
De acordo com o decreto nº 6.558, de 08 de setembro de 2008, modificado pelo decreto nº 9.242, de 15 de dezembro de 2017, a hora de verão fica instituída no Brasil da seguinte forma:
“Fica instituída a hora de verão, a partir de zero do primeiro domingo do mês de novembro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente, em parte do território nacional, adiantada em sessenta minutos em relação à hora legal. No ano em que houver coincidência entre o domingo previsto para o término da hora de verão e o domingo de carnaval, o encerramento da hora de verão dar-se-á no domingo seguinte. A hora de verão vigorará nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal”.
O horário de verão também é adotado em países como Canadá, Austrália, Groelândia, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai. Por outro lado, Rússia, China e Japão, por exemplo, não implementam esta medida.
O Ministério de Minas e Energia disponibiliza um perguntas e respostas sobre o horário de verão.

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Autor do vírus Mirai terá de pagar US$ 8,6 milhões por ataque a universidade


Hacker cooperou com a polícia e foi condenado a prestar serviços comunitários pela criação do vírus, mas ataque contra sua universidade rendeu uma indenização milionária nos Estados Unidos. Além de criar o vírus, hacker usou a praga digital para derrubar o site da universidade em que estudava.
Anders Engelbøl/Freeimages.com
Um tribunal de Nova Jersey, nos Estados Unidos, decidiu condenar Paras Jha, de 22 anos, ao pagamento de uma indenização de US$ 8,6 milhões (cerca de R$ 32 milhões) por um ataque à Universidade de Rutgers realizado com o vírus Mirai. Ele era aluno de ciência da computação na universidade quando realizou o ataque.
O Mirai é um vírus de “internet das coisas” cujo código foi disponibilizado na internet e usado em diversos ataques, entre eles um que derrubou o provedor de internet Dyn e, com isso, tirou do ar serviços como Netflix, Spotify e Twitter.
O vírus era capaz de entrar em câmeras de segurança, aparelhos de gravação de imagens (DVR) e outros equipamentos. Em seguida, o vírus reunia a conexão com a internet de todos esses equipamentos para inundar sites da web com tráfego falso, congestionando a rede.
Jha também foi condenado a seis meses de prisão domiciliar, mas a indenização é a punição mais severa aplicada pelas autoridades contra os autores do vírus Mirai: ele respondeu em separado pelos ataques à universidade.
Josiah White, de 21 anos e Dalton Norman, de 22, também foram responderam pela criação do Mirai junto com Paras Jha. Na ação que responderam em conjunto, eles foram condenados a cinco anos de liberdade condicional e 2.500 horas de serviço comunitário, que seria prestado em grande parte ao FBI (a Polícia Federal dos Estados Unidos), e multas de US$ 127 mil (cerca de R$ 470 mil).
A autoridade policial elogiou os três por terem cooperado com os investigadores, tentando inclusive obter informações sobre outras pessoas que atuavam em fóruns de hackers. As cooperações teriam somado mais de mil horas de trabalho. Esses fatores levaram um tribunal no Alasca a aplicar uma pena mais leve ao trio.
Jha, porém, respondeu sozinho a outra ação em Nova Jersey por ter usado o vírus para derrubar o servidor de autenticação da Universidade de Rutgers. Esse servidor era responsável por autenticar todos os professores, alunos e funcionários.
Por esse crime, a Justiça decidiu aplicar a multa milionária e prisão domiciliar, o que deve impedi-lo de trabalhar e estudar. O valor de US$ 8,6 milhões foi calculado pela universidade de acordo com os custos que a instituição teve para lidar com o problema.
Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
Selo Altieres Rohr
Ilustração: G1

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Twitter deletou mais de 10 mil contas por desencorajar votos nas eleições dos EUA


Empresa afirma que as contas publicavam mensagens automáticas para tentar dissuadir americanos de ir às urnas na terça-feira (6). O voto não é obrigatório lá. Sede do Twitter em São Francisco, nos Estados Unidos, em imagem de dezembro de 2014
Eric Risberg/AP
O Twitter deletou mais de 10 mil contas acusadas de publicar conteúdo automaticamente para tentar dissuadir eleitores de votar nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, que acontecem na próxima terça-feira (6). A informação foi veiculada pela agência Reuters, que recebeu o comunicado da rede social por e-mail.
As contas faziam parecer que eram vinculadas ao partido Democrata, que denunciou as postagens ao Twitter. Segundo o porta-voz informou, as contas foram romovidas entre o final de setembro e começo de outubro deste ano.
O número de exclusões é pequeno, considerando que o Twitter anunciou em julho que baniu mais de 70 milhões de contas, acusadas de espalhar desinformação antes das eleições de 2016 nos EUA.
Segundo o Twitter, esta é a eleição de meio de mandato mais comentada na rede social na história. Desde o dia 1º de outubro, mais de 10 milhões de tweets foram postados sobre o assunto.

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Veja como ir ao Salão de SP e ao GP Brasil de Fórmula 1


Corrida em Interlagos acontece no próximo dia 10. Salão vai do dia 8 a 18, no São Paulo Expo. Veja preços de ingressos, trajetos e horários para os dois eventos. GP Brasil de Formula 1 no Autódromo de Interlagos
AP Photo
Os fãs de carros poderão curtir neste mês os dois maiores eventos do setor no Brasil: o Salão do Automóvel, que reúne cerca de 30 marcas, e a etapa do Mundial de Fórmula 1. A corrida em Interlagos acontece no próximo dia 10 e o salão, entre 8 e 18 deste mês, no São Paulo Expo, que fica na Zona Sul, mesma região do autódromo.
Ingressos para o salão
Para o salão, é possível comprar ingressos pela internet (totalacesso.com/pagina/SDAIngressoDiario) ou na hora, no local.
Os preços vão de R$ 72 a R$ 90, que é o valor para sábados e domingos.
O horário de funcionamento é o mesmo todos os dias, inclusive nos fins de semana: das 13h às 22h (entrada até às 21h). Apenas no último dia (18), o evento abre e fecha mais cedo: às 11h e às 19h (entrada até às 17h), respectivamente.
Veja mais no GUIA DO SALÃO DE SP
Ingressos para o GP do Brasil
Para o GP Brasil, o site oficial informava nesta sexta (2) que ainda há ingressos, mas 2 setores dos 6 de arquibancadas estavam esgotados.
Os convites de arquibancada vão de R$ 610 a R$ 3,1 mil –que inclui comida e bebida. Os de área vip custam de R$ 4,8 mil a R$ R$ 15,9 mil, que permite visitas aos boxes. Todos os tipos valem para os 3 dias do evento, ou seja, para os treinos e a corrida.
Há um ponto físico de venda no Shopping Market Place, na Zona Sul de São Paulo (Av. Dr. Chucri Zaidan, 902, Vila Cordeiro), que funciona das 10h às 22h de segunda a sábado e das 14h às 20h aos domingos.
Também é possível comprar na bilheteria do autódromo, na Av. Senador Teotônio Vilela s/nº, ao lado do Portão 7. Ela funcionará das 9h às 17h até a próxima quinta (8). Na sexta, o horário é das 7h às 17h. No fim de semana da prova, das 7h às 12h.
De Interlagos ao SP Expo
A corrida será às 15h10 de domingo (10), então é possível ir depois para o salão, onde se pode entrar até as 21h e ficar até as 22.
O mesmo vale para os dias de treinos. Na sexta, há sessões às 11h e às 15h em Interlagos. No sábado, o treino livre é ao meio-dia e o que define o grid de largada começa às 15h.
Como chegar ao Salão do Automóvel de São Paulo 2018
Reprodução/G1
De carro
Se estiver de carro, confira o esquema de trânsito na região de Interlagos, pois haverá bloqueios.
O salão fica logo no começo da Rodovia dos Imigrantes, ainda no bairro do Jabaquara, a cerca de 15 km do autódromo e próximo de outras atrações, como o zoológico e o Jardim Botânico.
Há alça de acesso bem em frente ao SP Expo, no km 1,5, no sentido litoral da rodovia, e ela leva direto ao prédio, por meio do Viaduto Matheus Torloni (veja mapa abaixo). Este é um ponto que pode apresentar trânsito em horários de pico.
No SP Expo há um edifício-garagem com 4.200 vagas cobertas. Carros pagam R$ 45 para estacionar; motos, R$ 25; e vans, R$ 70.
Há ainda um estacionamento alternativo, na Av. Miguel Estéfano, 2.659, com direto a van que deixa os visitantes na entrada do pavilhão. Nele, todos os veículos pagam R$ 30.
Quem parar no edificio-garagem pode usar elevadores para ir ao 2º andar, onde uma passarela coberta leva até o pavilhão onde acontece o salão. É preciso descer para o térreo (há escada rolante) para acessar a entrada do evento. Quem vem em vans já desce na porta.
De transporte público
Se optar por seguir de Interlagos ao SP Expo em transporte público, a melhor solução é usar os trens da CPTM e o Metrô.
As empresas costumam realizar operações com horários especiais durante o GP Brasil. O bilhete unitário do trem custa R$ 4 e a transferência para o Metrô é gratuita.
Há dois itinerários possíveis, partindo da estação Autódromo (Linha 9-Esmeralda) da CPTM, no sentido Osasco. O mais simples é é desembarcar na estação Pinheiros e fazer a transferência para Linha 4-Amarela do Metrô, sentido Luz. Na Luz, fazer a baldeação para a Linha 1-Azul do Metrô, sentido Jabaquara. Desça na estação Jabaquara.
A organização do Salão disponibiliza um ônibus gratuito da estação até o SP Expo 1 hora antes da abertura do salão e até 1 hora depois. A distância até o local do evento é de 850 metros.
Para pegá-lo, vá para a saída para a Rua Nelson Fernandes, desça pela direita e vá até a esquina da Rua Anita Costa (nº 98), onde também fica o terminal rodoviário. Lembre-se: transporte oficial é grátis os visitantes descem na porta de entrada do pavilhão.
Também há ônibus gratuitos partindo da estação Santos-Imigrantes (Linha 2-Verde) do metrô.
Da Av. Paulista / Jardins ao SP Expo
A melhor opção é ir de metrô.
O bilhete unitário custa R$ 4. Há 2 intinerários que levam a estações onde a organização do salão disponibiliza ônibus gratuitos ate o SP Expo 1 hora antes da abertura do salão e até 1 hora depois.
Se estiver mais próximo das estações Brigadeiro, Trianon Masp ou Consolação, tome a Linha 2 (Verde) do Metrô, sentido Vila Prudente. Desça na estação Santos-Imigrantes.
Se estiver mais perto da Rua da Consolação, utilize a linha 4-Amarela, a partir da estação Paulista, que fica Rua da Consolação, quase na esquina com a Av. Paulista. De lá, siga pelo sentido Luz e desembarque na estação final. Faça a transferência para a linha 1-Azul, sentido Jabaquara, e siga até a estação de mesmo nome.
Para utlizar o transporte gratuito na estação Jabaquara até o salão, vá para a saída para a Rua Nelson Fernandes, desça pela direita e vá até a esquina da Rua Anita Costa (nº 98), onde também fica o terminal rodoviário. Os visitantes descem na porta de entrada do pavilhão.
São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, é a nova casa do Salão do Automóvel
Fábio Tito/G1
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