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Senado aprova projeto que elimina PIS-Cofins sobre diesel até o fim de 2018; Temer deve vetar, diz líder


Proposta foi incluída em projeto que reonera folha de pagamento de 28 setores. Romero Jucá já disse que presidente deve vetar trecho sobre PIS-Cofins. Senadores reunidos em plenário durante a sessão desta terça-feira (29)
Waldemir Barreto/Agência Senado
O Senado aprovou nesta terça-feira (29) o projeto que elimina a cobrança de PIS-Cofins sobre o óleo diesel até o fim deste ano.
A proposta foi incluída num texto que já tramitava no Congresso Nacional e prevê a reoneração da folha de pagamento de 28 setores da economia.
Como já foi aprovado pela Câmara, o texto seguirá para análise do presidente Michel Temer, que poderá sancionar, sancionar parcialmente ou vetar.
Embora os senadores tenham aprovado a eliminação do PIS-Cofins, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), já informou Temer deverá vetar esse trecho, sancionando apenas a parte referente à reoneração.
Em substituição, Jucá disse que o governo editará um decreto para garantir o acordo de redução de R$ 0,46 no litro do diesel.
“O governo vai procurar outros caminhos, mas vai honrar o compromisso que fez com os caminhoneiros”, disse Jucá.
“O governo vai vetar, mas vamos honrar o compromisso tirando recursos de outras ações para cumprir o acordo feito”, acrescentou.
Greve dos caminhoneiros
A eliminação da cobrança do PIS-Cofins foi uma reivindicação de caminhoneiros que protestam há nove dias em todo o país contra o aumento do preço do diesel.
A greve dos caminhoneiros provocou uma crise de abastecimento no país. Falta gasolina em postos de todo o país, aeroportos estão sem querosene e faltam diversos produtos nos supermercados.
Proposta de acordo
No último domingo (27), Temer anunciou cinco medidas para os caminhoneiros, entre as quais a redução de R$ 0,46 no preço do litro do diesel.
O presidente também editou medidas provisórias (MPs) para atender a pedidos dos caminhoneiros – essas MPs já estão em vigor, mas precisam ser aprovadas pelo Congresso para virar leis em defintivo.
As medidas definem:
Isenção da cobrança de pedágio para eixo suspenso de caminhões vazios, em rodovias federais, estaduais e municipais;
Determinação para que 30% dos fretes da Conab sejam feitos por caminhoneiros autônimos;
Estabelecendo de tabela mínima dos fretes.
As entidades que se reuniram com Temer antes do anúncio disseram ter ficado satisfeitas com as medidas e chegaram a assinar uma ata se comprometendo a suspender a paralisação.
Mas, nesta terça, caminhoneiros continuaram nas estradas de todo o país.
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, os caminhoneiros querem voltar ao trabalho, mas estão sendo impedidos por “intervencionistas” que, segundo ele, “querem derrubar o governo”.
O governo federal já informou publicamente que as negociações estão finalizadas e agora espera o retorno dos caminhoneiros ao trabalho.
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FIB Edsom Leite Ascom MTPA

Fórum de Investimentos Brasil 2018, realizado em São Paulo, destaca importância da infraestrutura no desenvolvimento econômico dos países

FIB Edsom Leite Ascom MTPAO ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro, participou, nesta terça-feira (29/5), do Fórum de Investimentos Brasil 2018, em São Paulo, sobre as principais oportunidades de investimento em setores estratégicos do país como infraestrutura, energia, agronegócio, construção, tecnologia e inovação.

O presidente Michel Temer abriu o Fórum, destinado a fomentar novos negócios e oportunidades de investimentos no Brasil, proporcionando a investidores oportunidades para estreitar relações e avaliar as melhorias no ambiente de negócios do País.

Em sua participação como palestrante, Casimiro destacou os impactos da infraestrutura no crescimento do Brasil: “O desenvolvimento dos países está fortemente associado à expansão da infraestrutura. Não existe país desenvolvido sem uma infraestrutura eficiente, integrando os diversos modos de transporte”.

Durante sua apresentação, ele ressaltou que os investimentos em transportes são capazes de mover o país, porque aumentam a eficiência produtiva e a competitividade, reduzem desigualdades regionais, desenvolvem as fronteiras agrícolas e minerais, geram empregos e dinamizam a atividade econômica, entre outros benefícios.

Por isso, segundo Casimiro, é fundamental reservar recursos específicos para essa área: “O Brasil, comparado a outros países, ainda investe muito pouco em infraestrutura; aproximadamente 2% do PIB, enquanto a China investe 13%, Índia 6% e Chile 5%. É preciso repensar isso!”.

O painel de transportes apresentou ao Fórum também as principais estratégias de atuação do setor como a ênfase na concessão de ativos, a reformulação da modelagem das concessões e o diálogo permanente com o mercado. Além disso, a formatação da carteira de projetos para execuções futuras, a fim de possibilitar um maior equilíbrio na matriz de transportes.

Por último, ele falou sobre cada modal de transportes e ressaltou suas peculiaridades. Citou os leilões já realizados, entregas e futuras conquistas.

Foto: MTPA/Edsom Leite

Assessoria de Comunicaçâo
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

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Como economizar combustível: esqueça a banguela e outras dicas para o carro 'beber' até 40% menos


Deixar o câmbio manual na banguela faz carro gastar mais combustível
Divulgação
A maneira como conduzimos pode economizar até 40% de combustível. Por isso, se você tem “pé de chumbo”, melhor repensar as atitutes, ou suas chances de ter pane seca vão crescer.
Como deixar o carro menos ‘gastão’ na estrada
Pneus calibrados reduzem o consumo em 10%
Outras dicas para economizar combustível
Se o trânsito permitir, tire o pé de cima do acelerador quando atingir a velocidade de 40km/h e mantenha o câmbio engatado. Assim, a injeção é interrompida, o bico injetor fica fechado e seu consumo vai praticamente a zero.
Tirar o pé do acelerador ajuda a reduzir o consumo de combustível
Denis Marum/G1
Na banguela, o motor mantém a injeção de combustível, assim com na posição neutra do câmbio automático.
Ainda sobre o câmbio automático, não se deve colocar a posição neutra (N) na estrada. Há um sistema de lubrificação que não funciona na posição neutra. Portanto, se andar em altas velocidades desta forma, você danificará o câmbio.

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Vencedor do leilão deve pagar R$ 10,4 milhões à vista mais o ágio ofertado. Nova rodada não terá cobrança de contribuição fixa anual, somente da parcela variável, de 2,1% para o bloco

Os cinco aeroportos que compõem o Bloco Centro Oeste – Cuiabá, Sinop, Barra do Garças, Rondonópolis e Alta Floresta – iniciam o processo de audiência pública nesta terça-feira (29/5), após a aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil e publicação no Diário Oficial da União. O valor de outorga estimado será de R$ 105 milhões (outorga inicial mais a estimativa de arrecadação com as outorgas variáveis) e o investimento estimado é de R$ 791 milhões para todo o bloco. A nova concessão à iniciativa privada terá prazo de duração de 30 anos.

> Saiba mais: Anac dará início às audiências públicas para a concessão de 13 aeroportos

A novidade para esta 5ª rodada de concessão é que não haverá cobrança de contribuição fixa anual (outorga fixa), somente da parcela variável. Essa contribuição vai considerar a arrecadação de 2,1% sobre a totalidade da receita bruta da futura da concessionária com os seis terminais e será recolhida anualmente. Assim como na rodada anterior, não há participação da Infraero.

Além disso, o vencedor do leilão terá que fazer o pagamento de R$ 10,4 milhões à vista mais o ágio ofertado no leilão. Essa cifra inicial foi calculada com base no valor presente líquido do empreendimento, ou seja, levando em consideração o investimento inicial, as receitas e custos da concessão, o fluxo de caixa e o retorno dentro desse período. Haverá cinco anos de carência para o pagamento da parcela variável, seguido de pagamentos crescentes do 6º ao 10º ano, quando, então, os 2,1% passarão a ser integralmente cobrados.

LIVRE PARTICIPAÇÃO – Outra alteração do modelo atual é a possibilidade de uma mesma empresa vencer o leilão para quaisquer dos três blocos de aeroportos. A proposta do governo também não estabelece limitações para participação de concessionárias de terminais já concedidos.

A participação societária do operador aeroportuário no consórcio vencedor foi fixada em 15% na 5ª rodada de concessões, mesmo patamar exigido na 4ª rodada (concessões dos aeroportos de Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Florianópolis). Além disso, os consórcios vencedores precisarão confirmar habilitação técnica para processamento mínimo de passageiros em um aeroporto, sendo 7 milhões para o Bloco Nordeste e 3 milhões no caso dos Blocos Sudeste e Centro-Oeste.

GARANTIAS – Foram fixadas como garantia da execução contratual as quantias de R$ 179,9 milhões para o Bloco Nordeste, de R$ 43,8 milhões para o Bloco Centro-Oeste e de R$ 44 milhões para o Bloco Sudeste. Os valores estipulados, que serão reajustados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), correspondem a 25% da receita média estimada no Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de cada bloco a ser leiloado. Considerou-se que a garantia proposta é suficiente para a cobertura dos riscos envolvidos e sem sobrecarga excessiva para as futuras concessionárias.

INVESTIMENTOS INICIAIS – Os futuros concessionários deverão realizar os investimentos necessários para a melhoria do nível de serviço e expansão da infraestrutura, sendo que todos os aeroportos deverão estar aptos a operar, no mínimo, aeronaves Código 3C (Airbus 318, Boeing 737-700 ou a maioria dos aviões Embraer), por instrumento, sem restrição.

Importante observar que as obras de adequação da infraestrutura aeroportuária dependem das necessidades identificadas em cada empreendimento, considerando as características operacionais de cada aeroporto e a evolução da demanda.

Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

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Vencedor do leilão deve pagar R$ 66,8 milhões à vista mais o ágio ofertado. Nova rodada não terá cobrança de contribuição fixa anual, somente da parcela variável, de 12,4% para o bloco

Os aeroportos que compõem o Bloco Sudeste – Vitória (ES) e Macaé (RJ) – iniciam o processo de audiência pública nesta terça-feira (29/5), após a aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil e publicação no Diário Oficial da União. O valor de outorga estimado será de R$ 622 milhões (outorga inicial mais a estimativa de arrecadação com as outorgas variáveis) e o investimento estimado é de R$ 644 milhões para todo o bloco. A nova concessão à iniciativa privada terá prazo de duração de 30 anos.

> Saiba mais: Anac dará início às audiências públicas para a concessão de 13 aeroportos

A novidade para esta 5ª rodada de concessão é que não haverá cobrança de contribuição fixa anual (outorga fixa), somente da parcela variável. Essa contribuição vai considerar a arrecadação de 12,4% sobre a totalidade da receita bruta da futura da concessionária com os seis terminais e será recolhida anualmente. Assim como na rodada anterior, não há participação da Infraero.

Além disso, o vencedor do leilão terá que fazer o pagamento de R$ 66,8 milhões à vista mais o ágio ofertado no leilão. Essa cifra inicial foi calculada com base no valor presente líquido do empreendimento, ou seja, levando em consideração o investimento inicial, as receitas e custos da concessão, o fluxo de caixa e o retorno dentro desse período. Haverá cinco anos de carência para o pagamento da parcela variável, seguido de pagamentos crescentes do 6º ao 10º ano, quando, então, os 12,4% passarão a ser integralmente cobrados.

LIVRE PARTICIPAÇÃO – Outra alteração do modelo atual é a possibilidade de uma mesma empresa vencer o leilão para quaisquer dos três blocos de aeroportos. A proposta do governo também não estabelece limitações para participação de concessionárias de terminais já concedidos.

A participação societária do operador aeroportuário no consórcio vencedor foi fixada em 15% na 5ª rodada de concessões, mesmo patamar exigido na 4ª rodada (concessões dos aeroportos de Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Florianópolis). Além disso, os consórcios vencedores precisarão confirmar habilitação técnica para processamento mínimo de passageiros em um aeroporto, sendo 7 milhões para o Bloco Nordeste e 3 milhões no caso dos Blocos Sudeste e Centro-Oeste.

GARANTIAS – Foram fixadas como garantia da execução contratual as quantias de R$ 179,9 milhões para o Bloco Nordeste, de R$ 43,8 milhões para o Bloco Centro-Oeste e de R$ 44 milhões para o Bloco Sudeste. Os valores estipulados, que serão reajustados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), correspondem a 25% da receita média estimada no Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de cada bloco a ser leiloado. Considerou-se que a garantia proposta é suficiente para a cobertura dos riscos envolvidos e sem sobrecarga excessiva para as futuras concessionárias.

INVESTIMENTOS INICIAIS – Os futuros concessionários deverão realizar os investimentos necessários para a melhoria do nível de serviço e expansão da infraestrutura, sendo que todos os aeroportos deverão estar aptos a operar, no mínimo, aeronaves Código 3C (Airbus 318, Boeing 737-700 ou a maioria dos aviões Embraer), por instrumento, sem restrição.

Importante observar que as obras de adequação da infraestrutura aeroportuária dependem das necessidades identificadas em cada empreendimento, considerando as características operacionais de cada aeroporto e a evolução da demanda.

Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

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Vencedor do leilão deve pagar R$ 360 milhões à vista mais o ágio ofertado. Nova rodada não terá cobrança de contribuição fixa anual, somente da parcela variável, de 16,5% para o bloco

Os seis aeroportos que compõem o Bloco Nordeste – Recife (PE), Maceió (AL), Aracaju (SE), João Pessoa (PB), Campina Grande (PB) e Juazeiro do Norte (CE) – iniciam o processo de audiência pública nesta terça-feira (29/5), após a aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil e publicação no Diário Oficial da União. O valor de outorga estimado será de R$ 3,1 bilhões (outorga inicial mais a estimativa de arrecadação com as outorgas variáveis) e o investimento estimado é de R$ 2,08 bilhões para todo o bloco. A nova concessão à iniciativa privada terá prazo de duração de 30 anos.

> Saiba mais: Anac dará início às audiências públicas para a concessão de 13 aeroportos

A novidade para esta 5ª rodada de concessão é que não haverá cobrança de contribuição fixa anual (outorga fixa), somente da parcela variável. Essa contribuição vai considerar a arrecadação de 16,5% sobre a totalidade da receita bruta da futura da concessionária com os seis terminais e será recolhida anualmente. Assim como na rodada anterior, não há participação da Infraero.

Além disso, o vencedor do leilão terá que fazer o pagamento de R$ 360 milhões à vista mais o ágio ofertado no leilão. Essa cifra inicial foi calculada com base no valor presente líquido do empreendimento, ou seja, levando em consideração o investimento inicial, as receitas e custos da concessão, o fluxo de caixa e o retorno dentro desse período. Haverá cinco anos de carência para o pagamento da parcela variável, seguido de pagamentos crescentes do 6º ao 10º ano, quando, então, os 16,5% passarão a ser integralmente cobrados.

LIVRE PARTICIPAÇÃO – Outra alteração do modelo atual é a possibilidade de uma mesma empresa vencer o leilão para quaisquer dos três blocos de aeroportos. A proposta do governo também não estabelece limitações para participação de concessionárias de terminais já concedidos.
A participação societária do operador aeroportuário no consórcio vencedor foi fixada em 15% na 5ª rodada de concessões, mesmo patamar exigido na 4ª rodada (concessões dos aeroportos de Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Florianópolis). Além disso, os consórcios vencedores precisarão confirmar habilitação técnica para processamento mínimo de passageiros em um aeroporto, sendo 7 milhões para o Bloco Nordeste e 3 milhões no caso dos Blocos Sudeste e Centro-Oeste.

GARANTIAS – Foram fixadas como garantia da execução contratual as quantias de R$ 179,9 milhões para o Bloco Nordeste, de R$ 43,8 milhões para o Bloco Centro-Oeste e de R$ 44 milhões para o Bloco Sudeste. Os valores estipulados, que serão reajustados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), correspondem a 25% da receita média estimada no Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de cada bloco a ser leiloado. Considerou-se que a garantia proposta é suficiente para a cobertura dos riscos envolvidos e sem sobrecarga excessiva para as futuras concessionárias.

INVESTIMENTOS INICIAIS – Os futuros concessionários deverão realizar os investimentos necessários para a melhoria do nível de serviço e expansão da infraestrutura, sendo que todos os aeroportos deverão estar aptos a operar, no mínimo, aeronaves Código 3C (Airbus 318, Boeing 737-700 ou a maioria dos aviões Embraer), por instrumento, sem restrição.

Importante observar que as obras de adequação da infraestrutura aeroportuária dependem das necessidades identificadas em cada empreendimento, considerando as características operacionais de cada aeroporto e a evolução da demanda.

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Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

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Reuniões presenciais serão feitas em Recife, Brasília, Vitória e Cuiabá. Contribuições poderão ser feitas on-line pelo período de 45 dias

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou o início das audiências públicas para os três blocos de aeroportos. Serão quatro consultas presenciais a serem realizadas no mês de junho nas capitais de Pernambuco, Distrito Federal, Espírito Santo e Mato Grosso. Essa etapa terá o prazo de 45 dias a partir da publicação no Diário Oficial da União, ocorrido nesta terça-feira (29/5).

Os interessados em colaborar com o processo poderão encaminhar as contribuições às minutas de Edital e de Contrato de Concessão da nova rodada até o final do período estipulado. Além da consulta documental on-line, haverá audiências presenciais, sendo a primeira em Vitória (ES), no dia 15 de junho; depois em Brasília (DF), no dia 18; seguido de Cuiabá, no dia 19; e, por último, em Recife, no dia 21 de junho.

Os 13 aeroportos da próxima rodada de concessões respondem por 9,27% dos passageiros, 5,84% das cargas e 9,48% das aeronaves do tráfego aéreo brasileiro. O Bloco Nordeste, composto pelos aeroportos de Recife (PE), Juazeiro do Norte (CE), Aracaju (SE), Maceió (AL), João Pessoa e Campina Grande (PB), terá concessão pelo prazo de 30 anos e investimento previsto de R$ 2 bilhões.

O Bloco Centro-Oeste, formado pelos terminas mato-grossense de Várzea Grande (Cuiabá), Rondonópolis, Sinop, Alta Floresta e Barra do Garças, serão concedidos por 30 anos e investimento estimado em R$ 791 milhões. Já o Bloco Sudeste, com os aeroportos de Vitória (ES) e Macaé (RJ), também terá prazo de 30 anos e investimento de R$ 644 milhões.

PRÓXIMAS ETAPAS – Após a realização das audiências haverá a análise das contribuições recebidas. Em seguida, toda documentação é encaminhada para aprovação do Tribunal Contas da União (TCU), que publica o Acórdão. Posteriormente, a Anac publicará o edital definitivo e é realizado o leilão, previsto para o final do segundo semestre de 2018.

Foto capa: Divulgação/Infraero

Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

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Anac inicia audiência pública para concessões de 13 aeroportos


Agência vai recolher sugestões para edital e contratos das concessões por 45 dias; data do leilão não foi informada. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou nesta terça-feira (29) o início da etapa de audiência pública para a quinta rodada de concessões de aeroportos, referente aos blocos das regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, quando serão leiloados 13 aeroportos.
As novas concessões à iniciativa privada terão prazo de 30 anos e, assim como na rodada anterior, não há participação da Infraero.
Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares
Jonathan Lins/G1
Os aeroportos serão vendidos em blocos, distribuídos da seguinte forma:
Bloco Nordeste
Recife (PE)
Maceió (AL)
Aracaju (SE)
João Pessoa (PB)
Campina Grande (PB)
Juazeiro do Norte (CE)
Sudeste:
Vitória (ES)
Macaé (RJ)
Centro-Oeste:
Cuiabá (MT)
Sinop (MT)
Barra do Garças (MT)
Rondonópolis (MT)
Alta Floresta (MT)
A etapa de audiência pública, com o objetivo de coletar sugestões sobre as minutas de edital e de contrato de concessão da nova rodada, terá um período de 45 dias e a Anac não informou uma data para a realização do leilão.
Em abril, uma fonte disse à Reuters que o governo pretendia lançar em setembro deste ano edital para a concessão de 13 aeroportos no Nordeste e Centro-Oeste em 2019.
A Anac disse, em comunicado, que a nova rodada de concessões inclui infraestruturas de diferentes portes, características e complexidades.
Dentro das mudanças nas regras para este leilão está a possibilidade de um mesmo proponente vencer o leilão para quaisquer dos blocos de aeroportos. A proposta também não estabelece limitações para participação de concessionárias de aeroportos já concedidos, diferente da rodada anterior, quando houve restrição ao controle de mais de um aeroporto da mesma região geográfica.
Esta quinta rodada de concessões fixou a participação societária do operador aeroportuário no consórcio vencedor em 15 por cento, mesmo patamar exigido na rodada anterior, que incluiu as concessões dos aeroportos de Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Florianópolis.
Os consórcios vencedores precisarão confirmar habilitação técnica para processamento mínimo de passageiros em um aeroporto: 7 milhões para o Bloco Nordeste e 3 milhões no caso dos blocos Sudeste e Centro-Oeste.
O novo modelo de concessões de aeroportos inclui mecanismos para a redução dos riscos em decorrência de eventual inadimplência da concessionária.
“O risco do não pagamento das outorgas, por exemplo, ficou menor porque a contribuição inicial, a ser paga antecipadamente pelo consórcio vencedor, representará parcela relevante do total da outorga mínima, adicionado ainda todo o ágio obtido no leilão”, disse a Anac em comunicado, acrescentando que os valores restantes de outorga serão exigidos posteriormente –após 5 anos de um período sem pagamentos– como percentual do faturamento do aeroporto.
Foram fixadas como garantia da execução contratual os valores de 179,9 milhões de reais para o Bloco Nordeste, 43,8 milhões de reais para o Centro-Oeste e 44 milhões de reais para o Sudeste.
Esses montantes serão reajustados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e correspondem a 25 por cento da receita média estimada no Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de cada bloco a ser leiloado.

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Parceira do motorista, Amarok encara terrenos irregulares com carga total

Pickup da Volkswagen conta com sistemas que garantem segurança ao passar por buracos e inclinações. Às vezes um carro é mais do que um meio de transporte, ele é parceiro de estrada do seu motorista. A Amarok V6, da Volkswagen, conta com sistemas que garantem que a pickup esteja pronta para encarar os desafios em qualquer terreno, mesmo com carga total em sua caçamba.
Imagine andar por um ambiente irregular, como as areias e dunas de uma praia, por exemplo. Para poder encarar um ambiente assim com a caçamba cheia, a Amarok V6 é equipada com diversos sistemas: o Assistente de Descida, o Controle de Estabilidade, o Controle de Tração, entre outros, que tornam o desafio mais simples.
A tração 4×4 4Motion é outro item que ajuda a superar esses terrenos, com força suficiente para enfrentar rampas e buracos. Mesmo com carga total, a camionete consegue andar em uma inclinação lateral de 49º, ou partir em uma rampa de 45º sem problemas para o condutor.
A Amarok V6 está equipada com motor 3.0 TDI com 225 cv e 550 Nm de torque. A pickup une força e inteligência, com tecnologia avançada, totalmente conectada através do sistema de Infotainment com tela touchscreen.
Veja mais no vídeo:
Parceira do motorista, Amarok encara terrenos irregulares com carga total

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Como economizar combustível: dicas para deixar o carro menos 'gastão' na estrada


Veja dicas para economizar combustível ao rodar em rodovias
Fernando Evans/G1
Precisa pegar estrada? Saiba que também dá para poupar combustível nas rodovias. A porcentagem de economia varia de acordo com o motor.
Mas, há uma regra básica. Quanto mais baixa a rotação, mais econômico o carro se torna.
Pneus calibrados ajudam consumo a cair 10%
Veja outras dicas para economizar
Considerando uma via plana, quando o carro está a 80 km/h, em quinta marcha, ele está gastando menos do que quando roda a 120 km/h, também em quinta marcha. Aqui vale uma dica: sempre que possível, tire o pé do acelerador.
Rotações acima de 3 mil rpm fazem consumo do carro ficar mais alto
Reprodução/FCA
Em estradas cheias de curvas e subidas, talvez seja melhor você administrar entre quarta e quinta marcha, para pode otimizar as retomadas nos aclives.
Uma dica é sempre observar o consumo instantâneo no computador de bordo. Ele dá uma boa noção da melhor velocidade para determinado trecho.
Para quem não tem essa facilidade, é bom ficar de olho no conta-giros. Rotações acima de 3 mil rpm costumam ser mais nocivas ao consumo.

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