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Maia defende que Câmara vote projetos da agenda econômica

Proposta reúne série de regras que montadoras terão de cumprir para ganhar descontos tributários. Texto segue para votação no Senado. A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (7) a medida provisória que cria o Rota 2030, novo programa de incentivos para o setor automotivo brasileiro. O texto segue para o Senado.
O programa Rota 2030 estipula regras que as montadoras deverão seguir para melhorar o consumo de combustível (eficiência energética) e a segurança.
Por meio desta iniciativa do governo federal, os fabricantes também poderão obter descontos em tributos se realizarem no Brasil investimentos em projetos de pesquisa e inovação.
Os benefícios previstos na MP valerão pelo prazo de cinco anos, mas a expectativa é de que o novo programa de estímulo ao setor automotivo deverá vigorar pelos próximos 15 anos.
De acordo com o governo e as fabricantes, o objetivo é oferecer carros mais seguros e eficientes ao consumidor brasileiro e tornar a indústria automotiva nacional mais competitiva.
A principal medida do novo regime é a concessão de até R$ 1,5 bilhão por ano de crédito tributário à indústria, caso as montadoras participantes do Rota 2030 invistam, pelo menos, R$ 5 bilhões ao ano em pesquisa e desenvolvimento.
Pelos cálculos do governo, a renúncia total de receita deverá ser da ordem de R$ 2,113 bilhões para 2019 e de R$ 1,646 bilhão para 2020. A medida não terá impacto em 2018.
Alterações na MP
Uma das emendas aprovadas pelos deputados retirou trecho da proposta que determinava que uma das diretrizes do programa Rota 2030 seria “automatizar o processo de manufatura e o incremento da produtividade”. Autor do destaque, o PT justificou que o objetivo da proposta de mudança no texto era “assegurar que tal aumento da produtividade não ocorra às custas da redução do nível de emprego”.
Outra mudança aprovada foi a inclusão de um dispositivo que especifica que os veículos híbridos equipados com motor Flex (gasolina ou álcool) poderão ter redução de, no mínimo, três pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em relação aos veículos convencionais, de classe e categoria similar, equipados com esse mesmo tipo de motor.
Foi aprovada ainda a retirada de trecho que previa que poderiam se habilitar ao Rota 2030 as empresas que não produzem, mas apenas comercializam tratores e veículos para transporte de pessoas e mercadorias.
‘Jabutis’
O texto-base da MP aprovado nesta quarta-feira mantém na íntegra os pontos do programa propostos pelo Executivo, mas, durante a tramitação do projeto na comissão especial, foram incluídos outros temas que não estavam relacionados ao conteúdo original.
No jargão legislativo, esses dispositivos que não tem relação com a matéria principal do projeto são chamados de “jabutis”. Geralmente, essas alterações ocorrem por pressões de fora do parlamento.
Um dos “jabutis” incluídos na MP do Rota 2030 é a prorrogação, por cinco anos, do regime automotivo do Nordeste, Norte e Centro-Oeste, que, inicialmente, deveria expirar em 2020.
A medida era uma reivindicação feita especialmente por parlamentares de Pernambuco, Bahia e Ceará. O argumento deles é que esses incentivos têm permitido a regionalização da indústria automotiva brasileira.
Um dos artigos, porém, foi contestado pela bancada do Sudeste por entender que irá beneficiar o Centro-Oeste em detrimento a outras regiões.
Depois de debate no plenário, este artigo foi votado de forma nominal. O trecho foi retirado da MP por 299 votos a favor, 17 contrários e 1 abstenção.
“O texto reduz o benefício fiscal do Nordeste de 25% para 15%, o que será bom para o governo em termos de arrecadação. No entanto, o setor, no Centro-Oeste, tem hoje 5% de benefícios fiscais e, com esse artigo, irá pegar carona no Nordeste e aumentará o seu benefício para 15%”, disse o líder do DEM, Rodrigo Garcia (SP), vice-governador eleito de São Paulo.
Garcia argumentou que, ao questionar a prorrogação do benefício, não estava apenas pensando nas montadoras instaladas em São Paulo que poderão migrar de estado em busca de mais benefícios fiscais, mas também a consequente queda de arrecadação do governo federal por conta do programa.
“Não é justo com o futuro governo [Jair Bolsonaro]. Afinal de contas, estamos abrindo mão de receita do próximo mandato. São Paulo está defendendo não só as montadoras lá instaladas, mas que a medida seja feita de maneira clara e debatida com a sociedade brasileira porque está num único Orçamento federal”, enfatizou.
Entre os “jabutis” incluídos na MP também estão a reabertura de prazo para o programa de parcelamento de dívidas tributárias (Refis) e a volta do Reintegra, regime destinado a exportadores.
Outro reinclui as empresas do setor moveleiro e de comércio varejista de calçados e artigos de viagem no programa de desoneração da folha de pagamento.
Há ainda um artigo que assegura benefícios fiscais para quatro fabricantes de triciclos e quadriciclos que produzem na Zona Franca de Manaus.

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Salão de SP 2018: 2º dia é das marcas asiáticas e de carros de luxo


Marca ‘premium’ da Toyota, japonesa Lexus vai ser a primeira no Brasil a ter apenas veículos híbridos; chinesa Chery revela 2 novos SUVs. Salão abre para o público nesta quinta (8). O 2º dia de programação do Salão de São Paulo, nesta quarta-feira (8), foi marcado pelas fabricantes asiáticas, com as apresentações de Suzuki, Subaru, Caoa Chery, Mitsubishi e Lexus.
Além delas, houve a apresentação de uma importadora de carros de luxo, responsável por Ferrari, Lamborghini, Rolls-Royce e Maserati.
E, mesmo no mercado de alto luxo, os SUVs também concentraram as atenções. Rolls-Royce e Lamborghini, por exemplo, apresentaram os primeiros utilitários esportivos de suas histórias.
Veja abaixo os destaques do último dia reservado à imprensa.
SUVs das asiáticas
Jimny
Marcelo Brandt/G1
Pela manhã, a Suzuki apresentou e confirmou a venda da nova geração do Jimny. O modelo irá conviver com a versão atual – produzida no Brasil.
O novo, que terá o “sobrenome” Sierra, chega no segundo semestre, com motor 1.5 e câmbio manual ou automático. O preço, segundo a empresa, será 20% maior do que o atual.
Mais sobre o Jimny
Salão do Automóvel 2018: Suzuki destaca a nova geração do Jimny e novo modelo do Vitara
Depois, a Caoa Chery mostrou suas novidades. Entre elas, o SUV compacto Tiggo 5X, novo nome do Tiggo 4. Ele começa a ser vendido em dezembro, para concorrer com Honda HR-V e Jeep Renegade. Terá motor 1.5 turbo de 150 cavalos e câmbio de dupla embreagem.
Tiggo 5X apresentado pela Chery no Salão do Automóvel 2018
Marcelo Brandt/G1
Outra novidade é o Tiggo 7, um rival para o Jeep Compass. Ele chega às lojas em janeiro, também com motor turbo. Ambos serão produzidos em Catalão (GO).
Já mostrado anteriormente, o sedã Arrizo 5 ganhou preços oficiais. A versão manual custará R$ 65.990, enquanto a automática será vendida por R$ 72.990. Ele chega ainda em novembro às concessionárias da marca.
Mais sobre os destaques da Caoa Chery
Salão do Automóvel 2018: Chery mostra o elétrico Arrizo e os novos modelos do Tiggo
A Mitsubishi lançou o Pajero Sport. O modelo chega no primeiro semestre do ano que vem, com motor 2.4 diesel de 190 cv e tração 4×4. Será oferecido em versão única, por R$ 259.990, acima do veterano Pajero Full.
Mais sobre o Pajero Sport
Salão do Automóvel 2018: Mitsubishi apresenta nova Pajero Sport
Encerrando as apresentações da manhã, a Lexus confirmou que só venderá veículos híbridos no Brasil. O país será o primeiro mercado da empresa no mundo a tomar tal decisão.
A Lexus também confirmou dois novos produtos: o SUV UX e o sedã ES. O primeiro desembarca no primeiro trimestre, em três versões, com preços entre R$ 170 mil e R$ 210 mil – sempre com dois motores, um 2.0 de 145 cv e um elétrico, de 107 cv (a potência combinada é de 181 cv).
Lexus UX no Salão do Automóvel de São Paulo
Marcelo Brandt/G1
Já o ES chega em versão única, por R$ 239.990. As primeiras entregas estão previstas para dezembro.
Mais sobre os Lexus UX e ES
Salão do Automóvel 2018: Lexus traz ao salão seus modelos híbridos como o UX e o ES
Esportivos e milionários
Durante a tarde, a Via Itália, responsável pelas marcas Ferrari, Maserati, Lamborghini e Rolls-Royce, apresentou seus lançamentos.
O mais “barato” é o Maserati Levante Trofeo, de R$ 1,7 milhão. Ele tem motor V8 de 590 cv.
Lamborghini Urus no Salão do Automóvel 2018
Fábio Tito/G1
O primeiro SUV da Lamborghini, Urus, também foi anunciado, por R$ 2,4 milhões. Debaixo do capô ele tem um V8 de 650 cv.
Da Ferrari, a novidade é a 488 Pista. Ela é a versão mais potente do modelo, e tem 720 cv em seu V8. O preço? “Apenas” R$ 3,7 milhões.
Ferrari 488 Pista no Salão do Automóvel 2018
Fabio Tito/G1
Por fim, o lançamento mais caro do dia é o primeiro SUV da Rolls-Royce, o Cullinan. Ele chega por R$ 4,4 milhões.
Veja mais sobre os esportivos da Via Itália
Primeiro dia de público
Amanhã, o Salão abre ao público às 13h (veja como visitar).
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Ferrari lança 488 Pista no Brasil por R$ 3,7 milhões


Representante da marca, a Via Itália, também apresentou Lamborghini Urus, Rolls-Royce Cullinan e Maserati Levante. Ferrari 488 Pista no Salão do Automóvel 2018
Fabio Tito/G1
A Ferrari 488 Pista foi lançada nesta quarta-feira (7) no Brasil, durante o 2º dia de apresentações no Salão do Automóvel 2018. Além do esportivo italiano, a Via Itália, representante da marca no Brasil, também mostrou Lamborghini Urus, Rolls-Royce Cullinan e Maseratti Levante.
‘Supercarros’ são apresentados no salão, veja os preços:
Rolls-Royce Cullinan – R$ 4,4 milhões
Ferrari 488 Pista – R$ 3,7 milhões
Lamborghini Urus – R$ 2,4 milhões
Maserati Levante – R$ 1,7 milhões
Ferrari 488 Pista
Com tecnologias derivadas dos modelos de pista 488 GTE e 488 Challenge, o esportivo possui motor V8 3.9 que chega a 720 cavalos de potência.
Ferrari 488 Pista no Salão do Automóvel 2018
Fabio Tito/G1
De acordo com a montadora, o modelo faz de 0 a 100 km/h em 2,85 segundos e de 0 a 200 km/h em 7,6 s,. Sua velocidade máxima é de 340 km/h.
Lamborghini Urus
O Urus é o único SUV da linha atual da montadora italiana. Ele tem motor V8 biturbo de 4 litros. São 660 cavalos e 86,7 kgfm. O câmbio é automático de 8 marchas. A marca informa que o Urus chega de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos. A máxima é de 305 km/h.
Lamborghini Urus
Guilherme Fontana/G1

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Maia defende que Câmara vote projetos da agenda econômica

Desde fevereiro deste ano que as retiradas de recursos não superaram os depósitos na modalidade de investimentos. Na parcial do ano, porém, houve ingresso de R$ 22,96 bilhões na caderneta de poupança. Os saques de recursos superaram os depósitos em R$ 2,532 bilhões na caderneta de poupança no mês de outubro, informou nesta quarta-feira (7) o Banco Central.
Essa foi a primeira retirada líquida de recursos da modalidade de investimentos desde fevereiro deste ano, ou seja, em oito meses, de acordo com dados da instituição.
No mês passado, os depósitos na poupança somaram R$ 194,435 bilhões e as retiradas totalizaram R$ 196,968 bilhões.
No acumulado dos dez primeiros meses deste ano, ainda segundo a instituição, houve um ingresso líquido (depósitos menos retiradas) de R$ 22,968 bilhões na modalidade de investimentos.
Saldo da poupança
Apesar da saída de recursos na poupança em outubro, o estoque dos valores depositados, ou seja, o volume total aplicado, registrou aumento no mês passado.
No fim de setembro de 2018, o saldo da poupança estava em R$ 775,774 bilhões. No final de outubro, somava R$ 776,192 bilhões.
Isso ocorre porque, além dos depósitos e das retiradas, os rendimentos creditados nas contas dos poupadores também são contabilizados no estoque. Em outubro deste ano, os rendimentos somaram R$ 2,950 bilhões.
Atratividade da poupança
Com a queda dos juros básicos da economia em 2017 e no começo deste ano, a caderneta de poupança passou a render menos.
Pela norma em vigor, há corte no rendimento da poupança sempre que a taxa Selic estiver abaixo de 8,5% ao ano. Nessa situação, a correção anual das cadernetas fica limitada a 70% da Selic, mais a Taxa Referencial, calculada pelo BC.
Atualmente, a Selic está em 6,5% ao ano. Como a regra prevê que a correção da poupança seja de 70% dessa taxa, ela está hoje em 4,55% ao ano, mais Taxa Referencial.
Mas a queda de rendimento afeta também as aplicações conhecidas como prefixadas, ou seja, que têm por base a Selic.
Segundo cálculos da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a poupança continuará sendo uma “excelente opção de investimento, principalmente sobre os fundos cujas taxas de administração sejam superiores a 1% ao ano”.
Analistas avaliam que o Tesouro Direto, programa que permite a pessoas físicas comprar títulos públicos pela internet, via banco ou corretora, sem necessidade de aplicar em um fundo de investimentos, também pode ser uma boa opção para os investidores. O programa tem atraído o interesse de aplicadores nos últimos anos.

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Salão de SP 2018: Lexus anuncia linha totalmente híbrida e revela novos ES e UX


A partir de 2019, todos os modelos vendidos pela marca no Brasil combinarão motores a combustão e elétricos. Novidades já estão em pré-venda. Salão do Automóvel 2018: Lexus traz ao salão seus modelos híbridos como o UX e o ES
A Lexus anunciou durante o Salão de São Paulo que, a partir de 2019, passará a ter apenas modelos híbridos em sua linha no Brasil. Os primeiros carros dessa nova fase foram revelados durante o evento: os novos UX e ES.
O UX é o primeiro SUV compacto da Lexus, colocado imediatamente abaixo do NX. Por aqui, ele chegará às lojas a partir do primeiro trimestre do ano que vem em três versões, que ficarão entre R$ 170 e R$ 210 mil. A pré-venda, porém, já está aberta.
Traseira do Lexus UX, apresentado no Salão do Automóvel 2018
Marcelo Brandt/G1
Todas as configurações do UX deverão ser equipadas com um conjunto mecânico formado por um motor 2.0 a gasolina e um elétrico que, juntos, rendem 181 cavalos de potência.
Assim como no SUV, o sedã ES também já pode ser comprado e está disponível em versão única por R$ 239.990. Contudo, as primeiras unidades só serão entregues a partir do próximo mês de dezembro.
No caso do ES, a mecânica combina um motor 2.5 a gasolina e um elétrico. Juntos, eles entregam 218 cavalos de potência.
Lexus ES 300h apresentado no Salão do Automóvel 2018
Marcelo Brandt/G1
Lexus UX no Salão do Automóvel de São Paulo
Marcelo Brandt/G1

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Indústria de veículos do Brasil se preocupa com alta de juros na Argentina


Foram 263,3 mil unidades fabricadas, contra 250,2 mil um ano antes. No acumulado do ano até outubro, a produção chegou a 2,45 milhões de veículos, alta de 9,9% sobre igual período do ano passado
Jorge Duenes/Reuters
A produção de carros cresceu 5,2% em outubro, na comparação com igual mês de 2017, divulgou nesta quarta-feira (7) a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Foram 263,3 mil unidades fabricadas, contra 250,2 mil um ano antes.
No acumulado do ano, a produção chegou a 2,45 milhões de veículos, alta de 9,9% sobre igual período do ano passado.
A estimativa para as vendas para todo o ano de 2018 continua em 2,54 milhões, o que representa um aumento de 13,7% em relação a 2017, segundo a Anfavea. Já a produção deve ficar na casa dos 3 milhões, alta de 11% na mesma comparação.
Exportações
Foram exportados em outubro 38,7 mil veículos, queda de 37,3% frente ao mesmo mês de 2017. De acordo com a Anfavea, os embarques para outros países devem ficar abaixo de 700 mil unidades neste ano.
Rota 2030
O presidente da Anfavea, Antonio Megale, destacou que o Rota 2030, o novo projeto de incentivo ao setor automotivo do Brasil, está na pauta do Congresso e deve ser votado ainda nesta quarta-feira.
“Acho que há um consenso de que o Rota é bom para todos, mas há alguns contratempos que demandam discussão no congresso”, disse em coletiva durante o segundo dia de imprensa do Salão do Automóvel. “Quem fala mal do Rota, não conhece o programa”, emendou.
Temer assina criação de novo programa de incentivos a montadoras, o Rota 2030
Conheça principais pontos do programa de incentivo às montadoras, o Rota 2030
Segundo ele, a ideia é ter uma definição positiva do Rota 2030 até a abertura oficial do salão do automóvel, que acontece na quinta-feira (8).
Expectativa para o novo governo
Sobre a expectativa do setor para o novo governo, Megale afirmou que ainda não é possível saber o que vai acontecer e que a “previsão de crescimento de dois dígitos” na produção de veículo está mantida para 2019.
“À medida que o governo for mostrando suas linhas, vamos nos ajustando”, afirmou.

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Mitsubishi renova linha para o Salão e revela novo Pajero Sport


Além de novidades como Eclipse Cross, Pajero Sport e os reestilizados ASX e Outlander, a marca mostrou ainda conceitos para a picape L200 Triton Mitsubishi Pajero Sport no Salão do Automóvel 2018
Fabio Tito/G1
A Mitsubishi apresentou novidades para grande parte da sua linha no Salão do Automóvel. Além do recém-lançado Eclipse Cross e de conceitos da picape L200, a marca apresentou ASX e Outlander reestilizados e o inédito Pajero Sport.
Veja o preço do Pajero Sport:
R$ 259.990
Por enquanto, o modelo está em pré-venda no site da montadora.
Mitsubishi Pajero Sport no Salão do Automóvel 2018
Fabio Tito/G1
Lançado no último mês de setembro e já à venda, o Eclipse Cross é um dos destaques do estande da japonesa. O modelo briga com Jeep Compass, Hyundai New Tucson e Kia Sportage e tem motor 1.5 turbo de 165 cavalos.
Já o Pajero Sport ainda era inédito por aqui, apesar de ter sido flagrado dias antes do evento em São Paulo (SP). Trazendo a mesma mecânica da picape L200, o SUV tem motor 2.4 turbodiesel e câmbio automático de 5 marchas.
MItsubishi Pajero Sport no Salão do Automóvel 2018
Fabio Tito/G1
Assim como o “irmão” Eclipse, o Pajero aposta em traços polêmicos no visual – especialmente na traseira, com lanternas que parecem escorrer até o para-choque. O modelo tem vendas confirmadas para 2019.
Para ASX e Outlander, a atualização visual promovida pela marca é sutil, com grades e para-choques redesenhados. O primeiro já está à venda com motor 2.0 de até 170 cavalos, enquanto o segundo deverá chegar às lojas logo após o evento e ainda não tem preços definidos.
Mitsubishi Eclipse Cross no Salão do Automóvel 2018
Fabio Tito/G1
Conceitos
Além da versão convencional, a L200 Triton aparece durante o Salão de São Paulo em três variantes. A primeira é a Sport R, tradicional preparação da picape para as provas de rali.
A Survivor substitui as rodas por esteiras para alcançar lugares mais difíceis e enfrentar situações mais extremas. Já a Duaron transforma a caçamba da L200 em uma espécie de “motorhome”.
Mitsubishi Pajero Sport no Salão do Automóvel 2018
Fabio Tito/G1

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Caoa Chery apresenta 2 novos SUVs no Salão do Automóvel


Tiggo 5X e Tiggo 7 serão produzidos em Anápolis, GO. Eles terão motor turbo e devem concorrer com os modelos mais vendidos de suas categorias. Salão do Automóvel 2018: Cherry Mostra o elétrico Arrizo e os novos modelos do Tiggo
A Caoa Chery mostrou nesta quarta-feira (7) suas novidades no Salão do Automóvel de São Paulo. Entre os destaques estão os novos SUVs Tiggo 4, agora chamado 5X, e Tiggo 7.
O Tiggo 5X será o primeiro veículo com a marca Chery a ser feito na fábrica de Anápolis (GO). Hoje, apenas modelos da Hyundai são produzidos na unidade da Caoa. As vendas começam em dezembro.
Tiggo 5X apresentado pela Chery no Salão do Automóvel 2018
Marcelo Brandt/G1
O modelo é um pouco maior do que Nissan Kicks e Honda HR-V. Ele tem 4,34 metros de comprimento e 2,63 m de entre-eixos. Seu motor deve ser um 1.5 de 147 cavalos flex, aliado a uma transmissão de dupla embreagem.
Interior do Tiggo 5X (antigo Tiggo 4), apresentado pela Chery no Salão do Automóvel 2018
Marcelo Brandt/G1
Chery apresenta o Tiggo 5X no Salão de SP 2018
Marcelo Brandt/G1
Interior do Chery Tiggo 5x
Marcelo Brandt/G1
‘Irmão’ maior
Chery Tiggo 7 chega às lojas em janeiro, fabricado em Anápolis (GO)
Marcelo Brandt/G1
Já o Tiggo 7, que chega em janeiro, é uma versão maior do SUV. Com seus 4,51m de comprimento, ele deve mesmo concorrer com o Jeep Compass. No entanto, tem conjunto mecânico semelhante ao do Tiggo 4. Por isso, o desempenho não deve ser tão bom.
Os equipamentos são novamente destaque. Há ar-condicionado com regulagens separadas para motorista e passageiro, teto solar de quase 1m² e acesso e partida por chave presencial.
Chery Tiggo 7 chega às lojas em janeiro, fabricado em Anápolis (GO)
Marcelo Brandt/G1
Arrizo5
A Chery também divulgou os preços do sedã Arrizo5, que já começou a ser produzido em Jacareí (SP), em duas versões. A RX custará R$ 65.990 e a RXT, R$ 72.990.
Chery divulga os preços do sedã Arrizo 5 no Salão de SP
Guilherme Fontana/G1
O modelo estará nas lojas ainda neste mês. Ele é um pouco maior do que sedãs pequenos, como Volkswagen Virtus, Chevrolet Cobalt e Honda City. São 4,53 metros de comprimento e 2,65 m de entre-eixos. O porta-malas, porém, é menor, de 430 litros. Os rivais possuem compartimento sempre na casa dos 500 litros (o Cobalt tem mais de 560 l).
O motor é o mesmo que deverá equipar os novos SUVs: 1.5 turbo de 147 cv, aliado a um câmbio CVT.
É o segundo produto após a fusão da Chery com a brasileira Caoa (o primeiro foi o Tiggo 2).
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Salão de SP 2018: Nova geração do Suzuki Jimny chega no 2º semestre


‘Jipinho’ continuará sendo vendido também na versão antiga. Salão do Automóvel 2018: Suzuki destaca a nova geração do Jimny e novo modelo do Vitara
A Suzuki anunciou no Salão de São Paulo que a nova geração do Jimny chegará ao Brasil no segundo semestre de 2019. E que a antiga, produzida em Catalão (GO), continuará sendo vendida.
O novo Jimny vai custar cerca de 20% mais, diz a marca. Ele é equipado com motor 1.5 de 108 cavalos e tem opção de câmbio manual ou automático. Conta ainda com “mimos” como ar-condicionado digital e central multimídia com Apple Carplay e Android Auto.
Compare a antiga com a nova geração:
Suzuki Jimny Sierra, a nova geração
Marcelo Brandt/G1
Antiga geração do Jimny
Marcelo Brandt/G1
Novo Suzuki Jimny
Marcelo Brandt/G1
Antiga geração do Jimny
Marcelo Brandt/G1
Vitara
A marca também exibe o Vitara com uma leve reestilização para a linha 2019, que começa a ser vendida em dezembro, a partir de R$ 91.990.
Suzuki Vitara no Salão do Automóvel 2018
Marcelo Brandt/G1
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Dólar abre em alta nesta quarta-feira


Na véspera, o dólar subiu 0,84%, vendido a R$ 3,7582. Notas de dólar
Reuters/Dado Ruvic
O dólar opera em queda nesta quarta-feira (7), após resultado das eleições legislativas nos EUA e com investidores monitorando o noticiário político doméstico.
Às 9h04, a moeda norte-americana caía 0,65%, vendida a R$ 3,7333. Veja mais cotações.
O Partido Democrata conquistou a maioria da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos pela primeira vez em oito anos. O resultado das eleições legislativas significa uma derrota parcial para o presidente Donald Trump já que o seu partido, o Republicano, ampliou sua vantagem no Senado.
Nesta quarta, o presidente eleito Jair Bolsonaro terá sua primeira reunião no Palácio do Planalto com o atual presidente Michel Temer. Os dois estiveram juntos no Congresso, mas ainda não sentaram após a eleição para discutir a transição de governo.
Nesta terça-feira, o futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes, declarou que o novo governo vai sondar a atual legislatura do Congresso Nacional para ver se é possível aprovar o texto da reforma da Previdência apresentado pelo presidente Michel Temer.
Na véspera, o dólar subiu 0,84%, vendido a R$ 3,7582.

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