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Motociclista é preso depois de filmar ele mesmo a mais de 300 km/h na Inglaterra


Adam Campion também foi condenado por realizar manobras arriscadas nas ruas e receptar bens roubados. Sua sentença é de 21 meses de prisão. Adam Campion foi preso na Inglaterra por rodar a mais de 300 km/h com moto e filmar ele mesmo
Reprodução/Youtube
Um motociclista foi preso por rodar a mais de 300 km/h e fazer manobras perigosas nas ruas, informou a polícia de Nottingham, na Inglaterra. Com as provas dos crimes filmadas por ele mesmo, Adam Campion, de 26 anos, se declarou culpado e recebeu condenação a 21 meses de prisão.
Além de empinar moto e quebrar o limite de velocidade, ele também foi considerado culpado, na última quinta-feira (19), por receptar bens roubados .
“Eu espero que esta sentença faça aqueles que colocam eles mesmos e outros em perigo, por dirigir perigosamente, pensar duas vezes”, disse Glenn Longden, inspetor comandante do distrito de Ashfield.
“O uso ilegal e perigoso de motocicletas é um problema enorme para nossas comunidades”, afirmou o inspetor.
Velocímetro mostra Adam Campion a 189 milhas por hora, equivalente a mais de 300 km/h
Reprodução/Youtube
Em 2016, a polícia encontrou ligações de Campion ao roubo de uma moto e os investigadores fizeram uma busca em sua residência.
As autoridades então encontraram diveros vídeos mostrando manobras arriscadas de Campion e outros motociclistas, que seguem sendo investigados.
Em um dos vídeos, Campion pilota uma motocicleta com apenas uma mão e utiliza a outra para filmar a uma velocidade de 189 milhas, equivalente a 304 km/h.
Outros motociclistas também estão sendo investigados no caso que teve Adam Campion preso na Inglaterra
Reprodução/Youtube

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'LamborgUno', papel alumínio na chave, CB 1000R e mais destaques de carros e motos na semana


50 anos do Opala foi comemorado em festa e novo carro assumiu o posto de mais caro do mundo. Confira os destaques da semana em carros e motos:
‘LamborgUno’
LamborgUno
Arquivo Pessoal
Um sonho fez o mecânico Souza Goulart, de Rondonópolis (MT), “transformar” um Uno 2002 no que ele diz ser uma Lamborghini. O carro logo ganhou o apelido de “LamborgUno” e o dono mostrou para o G1 como é o interior do veículo.
Papel alumínio na chave?
Segundo especialistas, folhas de alumínio podem ajudar a bloquear a transmissão de informações que permitiriam o acesso de terceiros ao veículo
Peter Fussy/G1
Você sabia que a ladrões podem comprar chaves “virgens” e usá-las para replicar o código de acesso de determinados veículo? Especialistas explicam que a melhor maneira de evitar isso é embrulhar as chaves com papel alumínio.
Honda CB 1000R no Brasil?
Honda CB 1000R
Honda/Divulgação
A nova geração da CB 1000R mudou completamente e, apesar de a montadora ainda não confirmar se venderá o produto no Brasil, as suas patentes foram registradas no mercado brasileiro.
Opala 50 anos
Evento em São Paulo comemora os 50 anos do Opala
Celso Tavares/G1
Para comemorar os 50 anos do Opala, uma “festa” reuniu 700 exemplares do modelo em São Paulo.
Pagani Zonda de R$ 67 milhões
Horacio Pagani dirige o Zonda HP Barchetta em Goodwood
Divulgação/Newspress
Com apenas 3 unidades produzidas, o Pagani Zonda HP Barchetta se tornou o novo modelo mais caro do mundo. Seu valor é estimado em 15 milhões de euros, cerca de R$ 67,6 milhões.
Curtas
Suzuki Burgman 125 fica mais encorpado em nova geração
Hyundai Creta 2019 tem linha reduzida, mas ganha central multimídia com TV
Carros elétricos terão postos de recarga ligando São Paulo e Rio
Volkswagen divulga preços de Polo e Virtus 1.6 com câmbio automático
Fiat Argo chega à linha 2019 com menos itens de série; veja os preços

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Maia defende que Câmara vote projetos da agenda econômica

Ao longo da história, a vida no campo foi essencial para a produção de alimentos e o sustento da humanidade. Mas com o desenvolvimento das sociedades e do capitalismo houve uma mudança drástica: o surgimento das cidades.
Fortemente ligadas ao comércio, tiveram um desenvolvimento rápido e descontrolado, atraindo muitos camponeses, que viam nelas a oportunidade de uma vida mais confortável. No Brasil, o processo foi mais forte entre as décadas de 1960 e 1980, mas ainda é intenso em países como a China e Índia.
A promessa de uma vida melhor na área urbana, no entanto, nem sempre corresponde à realidade. Muitas vezes o migrante acaba nas periferias das cidades, vivendo em condições precárias. Essa disparidade entre expectativa e realidade levou John R. Harris e Michael Todaro a escreverem o artigo: “Migration, Unemployment and Development: A Two-Sector Analysis”, publicado em 1970 na prestigiada The American Economic Review.
A China, com a forte industrialização e crescimento econômico das últimas décadas, desde 2010 é majoritariamente urbana. Já a Índia viu sua população urbana aumentar mais de seis vezes, passando de 62 milhões de pessoas em 1951 para 377 milhões em 2011.
Esta numerosa e descontrolada migração está acompanhada nos dois países de problemas sociais como a marginalização de parte dos recém-chegados às cidades, que, sem trabalho, também não conseguem voltar para o campo, engrossando as fileiras de desempregados.
Ainda assim, com exceção das raras épocas em que aumenta a renda no campo, é válido para o trabalhador arriscar a vida nas cidades, considerada a disparidade de salários. Como apontam os dois autores, a migração só cessa quando a renda de um lugar supera a de outro.
Para lidar com os prós e contras, Harris e Todaro recorrem ao salário sombra. É um conceito usado para representar a melhoria de vida na cidade esperada pelo trabalhador rural ao se mudar para a cidade.
Na China, um estudo do jornal Washington Post mostrou que, ao se mudar dos vilarejos para as cidades, os trabalhadores passavam a ganhar quase 2,5 vezes a mais. No entanto, a falta de regulamentação do trabalho, assim como a discriminação, os obrigava muitas vezes a trabalhar em condições precárias e em longas jornadas, uma situação pior do que a vivida no campo.
Em um mundo cada vez mais globalizado e urbano, o alerta de John R. Harris e Michael Todaro ganha crescente importância. A migração interna traz ganhos e problemas para as cidades e seus novos moradores. Resta, no entanto, enfrentar suas consequências negativas.
* Post em parceria com André Szapiro e Caio Rodrigues Santini, graduandos em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas e consultores da Consultoria Júnior de Economia da EESP-FGV. Para saber mais sobre a CJE, acesse: http://cjefgv.com

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Maia defende que Câmara vote projetos da agenda econômica

Os animais que deveriam ir para Marshalltown serão desviados para outras unidades da JBS em Iowa e Illinois. A JBS USA interrompeu nesta sexta-feira (20) a produção em sua fábrica de processamento de carne suína em Marshalltown, no Estado norte-americano de Iowa, depois que um tornado atingiu a unidade na noite de quinta-feira, disse a empresa.
“Nós não vamos colocar a fábrica em atividade hoje, enquanto avaliamos os danos e damos tempo aos integrantes da nossa equipe para cuidarem de suas famílias e questões pessoais”, disse Cameron Bruett, representante da JBS, em comunicado enviado por email nesta sexta-feira. Nenhum ferimento foi relatado, acrescentou.
A unidade tem uma capacidade de abate estimada em 20 mil suínos por dia, de acordo com dados do setor e comerciantes.
“Marshalltown é a única fábrica de processamento afetada e ficará fechada até pelo menos segunda-feira”, disse um comerciante local de suínos.
Os animais que deveriam ir para Marshalltown serão desviados para outras unidades da JBS em Iowa e Illinois, acrescentou.
Um comerciante de suínos de Illinois disse à Reuters que a JBS talvez compense o tempo em que Marshalltown está fechada processando alguns suínos no sábado em “algumas outras fábricas. E então eles vão ver se conseguem voltar à ativa e abater na semana que vem”.

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Preço da gasolina sobe após seis semanas seguidas de queda, diz ANP


Já o valor do diesel terminou a semana em queda, para a média de R$ 3,38 por litro; desde o começo da greve dos caminhoneiros, valor nas bombas caiu R$ 0,21. O preço da gasolina nas bombas subiu após seis semanas consecutivas de queda. É o que apontam dados divulgados nesta sexta-feira (20) Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). Já o valor médio do diesel para o consumidor final caiu.
Segundo a ANP, o preço da gasolina subiu 0,13% na semana, para R$ 4,50 por litro, em média. Já o custo do diesel nas bombas teve queda de 0,23% na semana, para R$ 3,38.
No mesmo período, a Petrobras baixou o preço da gasolina nas refinarias em R$ 0,04, ou cerca de 1,8%, seguindo sua política de reajuste de preços com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais.
De acordo com a empresa, as decisões de subir ou baixar os preços nas refinarias dependem de fatores como o câmbio e o preço do barril de petróleo. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos.
Entenda a composição do preço da gasolina e o que diz a Petrobras
Já o valor do diesel permanece congelado nas refinarias, conforme acordo feito para encerrar a greve dos caminhoneiros. Desde o dia anterior ao início dos protestos, o preço médio do diesel calculado pela ANP recuou R$ 0,21 até agora – ainda abaixo dos R$ 0,46 previstos pelo governo no acordo feito com os caminhoneiros para encerrar a greve.
No ano, o preço médio da gasolina calculado pela ANP já acumula alta de 9,7% – uma variação bem maior que a inflação esperada para o ano, de 4,15%. Já o diesel tem alta acumulada de 1,6%.
A ANP divulga semanalmente o preço médio por litro do diesel nos postos, com dados coletados em 459 municípios pesquisados. Os valores representam uma média calculada pela ANP. Os preços, portanto, variam de acordo com a região pesquisada.
Etanol e gás de cozinha
Bombas de gasolina em posto na zona sul de São Paulo
Marcelo Brandt/G1
Na passada, o preço do etanol caiu 1,17%, para R$ 2,775, em média. Foi a sexta semana seguida de queda. Em 2018, o preço médio do etanol já caiu 4,7%.
Da mesma maneira como ocorre com a gasolina e o diesel, o valor representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região.
Já o preço do botijão de gás de cozinha ficou quase estável, com recuo de 0,01% na semana, para a média de R$ 68,68. No ano, há alta acumulada de 1,9%.

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Recursos deverão ser aplicados em todo o sistema ferroviário federal, com prioridade para o trecho norte da Ferrovia Norte-Sul, entre Pará e Maranhão

A Medida Provisória nº 845 que cria o Fundo de Desenvolvimento Ferroviário Nacional (FDFN) foi publicada nesta sexta-feira (20/7), em edição extra do Diário Oficial da União. A MP prevê que os recursos provenientes do FDFN serão usados para viabilizar as obras de estradas de ferro do país.

De acordo com o texto, o fundo será vinculado ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPA) e poderá receber recursos de três fontes: dotações consignadas na lei orçamentária anual (LOA), doações e outras fontes. O valor arrecadado com o leilão da Ferrovia Norte-Sul (FNS), no trecho entre Porto Nacional (TO) e Estrela d’Oeste (SP), também irá compor o FDFN.

Os recursos arrecadados pelo Fundo deverão ser aplicados em todo o sistema ferroviário federal. Contudo, a prioridade será o investimento na ligação do Complexo Portuário de Vila do Conde, no Pará, ao trecho da FNS (EF-151) na altura de Açailândia, no Maranhão.

A estimativa é que o FDFN arrecade mais de R$ 1 bilhão (lance mínimo) no leilão da FNS (EF-151), além do ágio ofertado, no trecho entre Porto Nacional (TO) e Estrela d’Oeste (SP). Atualmente, o governo aguarda a aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU) para publicar o edital e realizar o leilão, previstos para este ano.

Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

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Microsoft tem lucro acima do esperado, impulsionado por computação em nuvem


Papéis da companhia subiram cerca de 5% nesta sexta, o que adicionou mais de US$ 30 bilhões ao valor de mercado da empresa. Logo da Microsoft em Cambridge, em foto de arquivo
Reuters/Brian Snyder
As ações da Microsoft atingiram recorde histórico nesta sexta-feira (20), com investidores comemorando mais um resultado trimestral acima do esperado pela companhia, apoiado em crescimento da empresa em serviços de computação em nuvem e em vendas de software.
As ações de uma das companhias de tecnologia mais antigas e mais conhecidas do mundo subiram cerca de 5%, para US$ 108,20, o que adicionou mais de US$ 30 bilhões ao valor de mercado da empresa, que já estava em US$ 802 bilhões.
Pelo menos seis corretoras aumentaram suas expectativas de preço para as ações nos próximos meses, depois dos resultados divulgados na noite da véspera.
Apoiada por uma expansão na demanda por computação em nuvem, a Microsoft mais que dobrou de valor desde que Satya Nadella assumiu a presidência-executiva em 2014 e mudou o foco da companhia para novos negócios.
Enquanto a unidade de produtividade e processos de negócios, que inclui o pacote de programas Office 365, teve crescimento de 13,1% na receita, para US$ 9,67 bilhões, o faturamento da área de computação em nuvem Azure disparou 89%.
“Com base nos resultados, eles conseguiram superar todas as principais métricas em que as pessoas prestam atenção. Eu não vejo nada que deveria levantar alguma preocupação”, disse Daniel Morgan, gestor de portfólio na Synovus Trust, acionista da Microsoft.
De 35 analistas que acompanham a Microsoft, 31 recomendam a compra de ações da empresa, três têm indicação para “manter” o papel e apenas um defende a venda.
Valor de mercado da Amazon supera US$ 900 bilhões, e empresa se aproxima da Apple

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Polícia de Luxemburgo compra Teslas para patrulhas: 'precisamos de carros rápidos'


Imprensa local afirma que cada um dos Tesla custou cerca de € 100 mil (R$ 450 mil), por causa dos equipamentos especiais. Polícia de Luxemburgo adquire dois Tesla Model S para patrulhas
Clement Rossignol/Reuters
A Polícia de Luxemburgo adquiriu dois Teslas para sua frota de patrulhas, matando dois coelhos com uma cajadada só, como diz o ditado.
Além de ter os carros de aceleração mais rápida atualmente para perseguir criminosos, os modelos elétricos também ajudam a atingir as metas de redução de emissões de poluentes do pequeno país europeu.
A aquisição dos Model S, que aceleram de 0 a 100 km/h em pouco mais de 2 segundos, faz parte de um projeto piloto para transformar 10% da frota de Luxemburgo em “carros verdes”, elétricos ou híbridos, que emitem menos poluição.
“A Polícia não pode usar 2CV nas ruas, precisamos de carros rápidos”, disse o ministro dos Transportes, François Bausch, à Reuters.
Tesla Model S é um dos carros de aceleração mais rápida no mundo e não emite poluentes
Clement Rossignol/Reuters
O bom de ser um país pequeno, com cerca de 100 km do sul ao norte, é que o maior problema dos carros elétricos, a autonomia da bateria, não é um problema.
“Nossas patrulhas percorrem 200 km por saída. Vemos que a vida da bateria como é agora não impões nenhum problema”, afirmou o chefe de Polícia Laurent Lentz à Reuters.
A imprensa local afirmou que cada um dos Tesla custou cerca de € 100 mil (R$ 450 mil), por causa dos equipamentos especiais usados pela polícia, mas o departamento não confirmou oficialmente o valor.

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G1 entrou no 'LamborgUno' de MT e mostra como é o carro por dentro; veja o vídeo


Morador transformou Uno 2002 em uma Lamborghini. Após a repercussão, ele recebeu um convite para participar de uma feira de automobilismo em SP. G1 rodou no LamborgUno de MT e mostra como é o carro por dentro
Olhando pelo lado de fora, a aparência é de um carro de luxo esportivo. Por dentro, o veículo ainda tem as características de um carro popular.
O teto foi rebaixado, as rodas foram substituídas, o volante foi trocado e o acessório preferido do motorista, apaixonado por carros esportivos e música, é o aparelho de som: esse é o “LamborgUno”.
O veículo, antes um Uno 2002, foi transformado pelo mecânico Edimar Souza Goulart, de 28 anos, em uma “Lamborghini”. Guardando um sonho de criança, por conta própria o morador adaptou o veículo – comprado por R$ 9 mil –, e investiu R$ 3 mil para a reforma sonhada.
LamborgUno faz sucesso entre moradores de Rondonópolis
Arquivo Pessoal
Para poder rodar com o veículo pela cidade, o mecânico ainda precisa regularizar a documentação junto ao Departamento de Trânsito (Detran), uma vez que fez modificações no carro. Ele não pode andar com o carro pela cidade.
O G1 entrou no “LamborgUno” e mostrou como é o carro por dentro.
A repórter Lorena Segala entrou no veículo e conversou com Edimar, que explicou sobre a transformação do Uno em uma “Lamborghini”.
“Por dentro, o forro ficou bem baixo e tem que tomar cuidado [ao entrar], [porque] está rebaixado. Eu refiz as colunas do carro, mas ainda tem que trabalhar mais e mudar o para-brisa”, disse Edimar.
Nascido em Goiás e morando em Rondonópolis há 14 anos, ele contou que sempre teve o sonho de comprar um carro esportivo, no entanto, não tinha dinheiro para adquirir o modelo que desejava. Após as mudanças, o novo veículo tem grande semelhança com o carro que Edimar sempre sonhou.
“LamborgUno” foi construído por morador mato-grossense
Arquivo Pessoal
“É um sonho eu conseguir documentar tudo, legalizar, para poder circular. [Da forma como está] eu tenho um carro, mas não tenho um carro”, comentou, entre risos.
Edimar também quer trocar a caixa de funcionamento do automóvel, substituindo o sistema de ligação – feita atualmente por chave – para um similar ao original da Lamborghini, que é acionada por um botão.
Edimar Goulart construiu um ‘LamborgUno’ e quebrou a parede da casa para trabalhar no veículo
Arquivo Pessoal
Ele conta que ainda levou uma “bronca” da mãe dele para dar vida ao “LamborgUno”. Isso porque precisou quebrar a parede da sala da casa onde mora com ela para poder trabalhar no automóvel.
“Eu tive que cortar a parede da sala da minha mãe. Cortei escondido e depois mandei as fotos. Ela ficou brava comigo”, lembrou.
Pedreiro constrói o próprio carro de luxo em Rondonópolis
A criatividade e os materiais simples que ele usou para a transformação do veículo – como isopor e chapas de alumínio – chamaram a atenção dos moradores da cidade e o carro, mesmo circulando apenas da garagem para a rua, é sucesso entre as crianças da vizinhança.
LamborgUno
Uma “Lamborghini” original, modelo Aventador – tipo do carro que o morador se inspirou – tem o custo aproximado de R$ 3 milhões no Brasil e acelera de 0 a 100 km em 2,9 segundos, chegando à velocidade máxima de 350 km/h.
O carro de Edimar é um pouco mais modesto: o Uno 2002 acelera de a 0 a 100 km/h em 15,2 segundos e chega a velocidade máxima de 151 km/h. Atualmente, o veículo valeria algo em torno de R$ 10 mil.
No início de 2017, Edimar começou a desenhar as peças que precisava para modificar e dar vida ao “LamborgUno”. O carro adaptado foi construído com isopor, chapas de alumínio, além de cantoneiras e massa acrílica.
Convite
Após a repercussão da história de Edimar, ele recebeu um convite de um empresário para participar de uma feira de automobilismo em São Paulo, em setembro deste ano.
Na ocasião, segundo o empresário, o morador de Rondonópolis poderá dirigir um carro da marca que usou para inspirar as mudanças em seu carro.
Veja mais informações sobre a região no G1 MT.

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Por R$ 67 milhões, Pagani Zonda HP Barchetta é o carro novo mais caro do mundo


Serão produzidas apenas 3 unidades do roadster, que é empurrado por motor V12 da Mercedes-AMG de nada menos que 760 cavalos. Horacio Pagani dirige o Zonda HP Barchetta em Goodwood
Divulgação/Newspress
Mesmo já substituído pelo moderno Huayra, o Pagani Zonda ainda vive. Mais do que isso, a versão HP Barchetta se tornou o modelo novo mais caro do mundo, com preço estimado de € 15 milhões (cerca de R$ 67,6 milhões).
Segundo a fabricante, serão produzidas apenas 3 unidades do roadster, que é empurrado por motor V12 da Mercedes-AMG de nada menos que 760 cavalos de potência.
Veja outras 10 supermáquinas do Festival de Goodwood
VÍDEO: Piloto bate recorde andando em 2 rodas
Pagani Zonda HP Barchetta custa cerca de R$ 67 milhões
Divulgação/Newspress
Até então, o Rolls-Royce Sweptail, que teve apenas uma unidade feita sob encomenda, era considerado o modelo novo mais caro do mundo, com valor estimado de € 10 milhões (R$ 45 milhões) divulgado no ano passado.
Carros clássicos e raros já superaram estes valores em leilões. Atualmente, o modelo mais caro já vendido é uma Ferrari 250 GTO de 1962, que saiu por US$ 38 milhões (R$ 147,5 milhões) em 2014.
Mas o recordista pode ficar para trás em breve, já que outra Ferrari 250 GTO será arrematada em agosto e pode chegar a US$ 45 milhões (R$ 169 milhões).
Pagani Zonda HP Barchetta
Divulgação/Newspress
A primeira unidade do Zonda HP Barchetta deve ficar com o fundador da empresa, o engenheiro de origem argentina Horacio Pagani. Mas pelo visto ela não vai ficar apenas na garagem.
No último final de semana, o próprio Pagani desfilou com a primeira unidade no Festival de Goodwood e acelerou o supercarro na prova de velocidade que consiste em uma subida de quase 2 km (veja o vídeo abaixo).
A primeira versão do Zonda nasceu em 1999, como um dos carros mais rápidos do mundo. Teoricamente, a produção acabou em 2011, com a chegada do Huayra.
O Zonda HP Barchetta foi lançado em agosto de 2017 e prometia ser o “Zonda perfeito”, na visão do seu criador.
Detalhe do Pagani Zonda HP Barchetta
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Detalhe do Pagani Zonda HP Barchetta
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