Blog

Preço dos imóveis subiu menos que a inflação nos dez primeiros meses de 2019, diz FipeZap


Valor dos anúncios subiu 0,02% de janeiro a novembro, contra inflação esperada de 3,04% para o mesmo período; dados representam queda real de 2,92% no preço dos imóveis. Rio de Janeiro se manteve no topo da lista das cidades com o metro quadrado mais caro
Lívia Torrres/G1
O preço médio dos imóveis ficou praticamente estável nos primeiros 11 meses de 2019, em alta de 0,02%, segundo pesquisa FipeZap divulgada nesta terça-feira (3). A variação é bem menor do que a inflação de 3,04% esperada para o mesmo período, o que significa uma queda real de 2,92% do preço dos imóveis.
A pesquisa monitora os valores de anúncios de casas e apartamentos à venda em 50 cidades. Para a comparação da variação desses preços com a inflação, o levantamento considera as previsões do Boletim Focus, do Banco Central, para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).
Na comparação dos últimos 12 meses terminados em novembro, a pesquisa também mostra alta de preços abaixo da inflação. A variação do valor médio dos imóveis subiu 0,14%, abaixo da inflação prevista de 3,19% para o período. Isso representa queda real de 2,96% nos preços.
Na passagem de outubro para novembro, não houve variação nominal de preços. Se considerada a inflação de 0,43% esperada para o mês, a queda real foi de 0,43%.
Em novembro de 2019, o preço médio de venda de imóveis residenciais calculado pelo levantamento foi de R$ 7.235 por metro quadrado. Entre os locais pesquisados, o Rio de Janeiro se manteve como a capital mais cara, com preço de R$ 9.347 por metro quadrado, seguida por São Paulo, com R$ 8.994, e Brasília, com R$ 7.354. Já entre as capitais monitoradas com menor valor ficaram Campo Grande (R$ 4.143), Goiânia (R$ 4.154) e João Pessoa (R$ 4.545).

Referência

Vale prevê produzir até 355 milhões de toneladas de minério em 2020


A companhia ainda divulgou projeção de investimento de US$ 5 bilhões em 2020. A mineradora Vale informou nesta segunda-feira (2) que prevê produzir de 340 milhões a 355 milhões de toneladas de minério de ferro em 2020, à medida que recupera parte de sua capacidade paralisada após o desastre de Brumadinho (MG), no início de 2019.
A Vale não divulgou uma previsão de produção para 2019, após o rompimento da barragem em Minas Gerais, que matou mais de 250 pessoas em janeiro. Em 2018, a companhia produziu 384,6 milhões de toneladas.
Uma meta de 400 milhões de toneladas, projetada antes do desmoronamento da barragem para 2019, só deverá ser atingida possivelmente em 2022.
“A Vale deu guidance de produção de 340-355 mi tons para 2020, e provavelmente vai vender um pouco menos do que isso para recuperar um pouco de estoques para blendagem de BRBF”, comentou o analista Daniel Sasson, do Itaú BBA.
Em fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira, a Vale manteve seu guidance de vendas de minério de ferro e pelotas para 2019, entre 307 milhões e 312 milhões de toneladas, ante vendas de cerca de 365,5 milhões de toneladas em 2018.
Em evento em Nova York, no chamado Vale Day, o diretor de ferrosos da mineradora, Marcelo Spinelli, disse que a companhia prevê retomar 15 milhões de toneladas de capacidade de produção de minério de ferro em 2020.
Uma capacidade adicional de 25 milhões de toneladas deverá voltar a operar em 2021, acrescentou o diretor.
Em outro fato relevante, divulgado quase que simultaneamente à fala do diretor, a companhia disse que prevê produzir entre 375 milhões e 395 milhões de toneladas de minério de ferro em 2021.
Na projeção mais pessimista, o volume de 2021 ainda pode ficar abaixo da produção da empresa realizada em 2018 – antes do desastre de Brumadinho -, que atingiu 384,6 milhões de toneladas.
Para 2022, a companhia projeta produzir entre 390 milhões e 400 milhões de toneladas de minério de ferro, volume que deve se repetir em 2023.
A companhia ainda divulgou projeção de investimento de US$ 5 bilhões em 2020 e o mesmo valor de aportes para 2021, sendo uma parte menor do total em execução de projetos (US$ 900 milhões).
Isso se compara a um capex de entre US$ 3,6 bilhões e US$ 3,8 bilhões projetado para 2019 em apresentação divulgada no início de outubro.
Desembolsos por Brumadinho
Bombeiros em meio ao mar de lama de Brumadinho
Globo Repórter / TV Globo
A empresa disse ainda que 75% dos desembolsos relativos a Brumadinho deverão ocorrer até 2022, colocando provisões de até US$ 1,4 bilhão em 2020 e até US$ 1,45 bilhão no ano seguinte, além de US$ 500 milhões a US$ 900 milhões em 2023.
Para 2019, a companhia estimou entre US$ 1 bilhão e US$ 1,1 bilhão em provisões.
Em fato relevante, a Vale informou que alterou suas projeções e desembolsos relacionados à Brumadinho, mas não detalhou o que mudou.
No primeiro semestre, a empresa reconheceu provisões de US$ 5,65 bilhões para indenizações e doações relacionadas a Brumadinho.
A companhia citou ainda despesas de até US$ 750 milhões por Brumadinho em 2019; até US$ 600 milhões até 2020; até US$ 450 milhões em 2021 e até US$ 350 milhões em 2022.
“A empresa deu maior visibilidade em relação a evolução dos acordos de compensação/reparação por Brumadinho. Já assinaram 25 acordos, sendo 3 ‘framework agremeents’ (com autoridades regionais) – US$ 1,6 bilhão em indenizações e despesas incorridas em 2019”, comentou o analista do Itaú BBA.
Ele também destacou que o foco operacional da empresa “é fazer com que volumes e custo-caixa voltem aos patamares anteriores ao de Brumadinho”.
Em apresentação, a Vale disse que a sua competitividade em minério de ferro retornará aos patamares de 2018, com o chamado “Ebitda breakeven” estimado entre US$ 28 a US$ 30 por tonelada nos próximos anos, ante US$ 37 por tonelada em 2019 e US$ 28,5 em 2018.
A empresa disse que o lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) vai variar de US$ 15,5 bilhões a US$ 23,5 bilhões em 2022, dependendo de premissas como preço dos seus principais produtos e da taxa de câmbio.
As ações da empresa operavam em alta de 2,84% por volta das 17h30, enquanto o Ibovespa subia 0,77%.
Sustentabilidade
A Vale informou que revisou seus objetivos de sustentabilidade para 2030 “para metas mais ambiciosas”: 100% de autoprodução de energia limpa globalmente; recuperar e proteger 500.000 ha de área degradada além das nossas fronteiras; e reduzir emissões de gás de efeito estufa em linha com o Acordo de Paris e se tornar “carbono neutro” até 2050.
Antes, a meta de autoprodução de energia limpa incluía apenas o Brasil, além de recuperação de apenas 100.000 ha de áreas degradadas.

Referência

Veja os 50 carros novos mais vendidos em novembro de 2019 no Brasil


Chevrolet Onix praticamente garante seu quinto ano na liderança, com mais que o dobro de emplacamentos em relação ao atual segundo colocado, Ford Ka, até agora. Chevrolet Onix na antiga geração conduz o modelo para mais um ano na liderança; nova geração está chegando às lojas agora
Divulgação
O Chevrolet Onix praticamente garantiu seu quinto ano como carro mais vendido do Brasil.
Até novembro, o hatch acumula 219.771 emplacamentos, mais que o dobro do atual segundo colocado, Ford Ka (95.411), segundo dados da federação dos concessionários, a Fenabrave.
Em novembro, o Onix emplacou 19.184 unidades, também mais que o dobro do Ka. Em terceiro, ficou o Fiat Argo.
Briga é pela vice-liderança
O Hyundai HB20, que acaba de ser renovado e disputa com o Ka a vice-liderança no ano (com 93.911 emplacamentos desde janeiro), amargou a quinta colocação no mês, ficando atrás da versão sedã do Onix.
Em dezembro, além da definição da briga entre Ka e HB20 pelo segundo lugar no “pódio” das vendas, vão aparecer os números do Onix na nova geração, que foi apresentada em setembro, mas só começa agora a chegar às lojas. Ela conviverá com a antiga e também com o Joy.
Veja abaixo os 50 carros mais vendidos em novembro de 2019:
Chevrolet Onix – 19.184 unidades
Ford Ka – 8.969
Fiat Argo – 8.270
Chevrolet Onix Plus – 8.092
Hyundai HB20 – 8.050
Volkswagen Polo – 7.168
Volkswagen Gol – 6.573
Fiat Strada – 6.412
Fiat Toro – 6.281
Volkswagen T-Cross – 6.233
Jeep Renegade – 6.570
Renault Kwid – 6.009
Jeep Compass – 5.200
Ford Ka Sedan – 5.159
Nissan Kicks – 5.035
Honda HR-V – 4.762
Hyundai Creta – 4.610
Toyota Corolla – 4.560
Renault Sandero – 4.388
Volkswagen Virtus – 4.204
Fiat Mobi – 3.775
Volkswagen Saveiro – 3.440
Toyota Yaris – 3.347
Renault Logan – 3.227
Toyota Hilux – 3.225
Ford EcoSport – 3.211
Chevrolet Spin – 2.967
Renault Captur – 2.837
Renault Duster – 2.749
Chevrolet Prisma – 2.744
Volkswagen Fox/CrossFox – 2.650
Chevrolet S10 – 2.622
Hyundai HB20S – 2.596
Toyota Yaris Sedan – 2.588
Honda Civic – 2.283
Fiat Cronos – 2.196
Volkswagen Voyage – 2.189
Ford Ranger – 1.754
Nissan Versa – 1.721
Chevrolet Cruze- 1.604
Toyota Etios – 1.566
Fiat Uno – 1.552
Honda Fit – 1.552
Fiat Fiorino – 1.547
Volkswagen Amarok – 1.525
Toyota Etios Sedan – 1.480
Renault Oroch – 1.409
Citroën C4 Cactus – 1.358
Volkswagen Up! – 1.254
Honda WR-V – 1.210

Referência

sem1

Encontro reuniu sociedade civil organizada, autoridades, servidores e instituições do setor; evento segue nesta terça-feira

sem1Com o objetivo de construir ações que contribuam para a redução do número de mortes e acidentes entre motociclistas, o Ministério da Infraestrutura, por meio da Secretaria Nacional de Transportes Terrestres (SNTT) e do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) realizou, nesta segunda-feira (2), o primeiro dia do Seminário de Segurança Viária – “Vida sobre duas rodas”. Realizado na Diretoria de Educação de Trânsito do DETRAN/DF, em Brasília, foram promovidos debates sobre cinco eixos temáticos: Educação para o Trânsito; Fiscalização; Atendimento Pós-Acidente; Engenharia; e Esforço Legal. 

O coordenador-Geral de Educação para o Trânsito do Denatran, Francisco Brandão, explicou que um dos objetivos do seminário é que a sociedade seja ouvida e ajude a criar diretrizes que possibilitem melhorias para os motociclistas. “Foram chamados órgãos públicos de diferentes esferas, instituições de  ensino e empresas privadas para que possamos consolidar ideias que ajudem na construção de políticas públicas focadas na diminuição de acidentes envolvendo motocicletas”, explicou Brandão. 

Os trabalhos do primeiro dia de seminário foram divididos em três etapas: workshop preparatório, formação dos grupos de trabalho e confecção do documento final. Na primeira etapa, foram reunidos cinco especialistas de cada eixo temático para alinhar o tema a ser discutido. Na segunda, juntaram-se aos especialistas um grupo de 20 participantes para apresentar propostas de consolidação dos trabalhos iniciados. Por último, foi confeccionada a “Carta de Intenções” – um documento que propõe soluções imediatas para cada um dos eixos temáticos do seminário. 

Durante o segundo dia do seminário, que será realizado nesta terça-feira (3), no auditório do Ministério da Infraestrutura, será apresentada a “Carta de Intenções” com propostas de melhorias para o trânsito. 

Além de gestores do Ministério da Infraestrutura, entre eles, da Secretaria Nacional de Transportes Terrestres (SNTT), participaram do encontro representantes do Ministério do Desenvolvimento Regional; Ministério da Saúde; Polícia Rodoviária Federal (PRF); Organização Mundial da Saúde (OMS); Universidade de Brasília (UnB); além de membros da sociedade civil organizada.

FOTO: Ricardo Botelho/Aescom MInfra

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério da Infraestrutura

Referência

Venda de veículos novos volta a subir em novembro, diz Fenabrave


Resultado é na comparação com 1 ano atrás. Estimativa é fechar 2019 com alta de 9%. Vendas de veículos apresentam alta em novembro
EPTV
As vendas de carros, comerciais leves (furgões e picapes), caminhões e ônibus novos subiram 4,9% no Brasil em novembro, na comparação com 1 ano atrás. Segundo a federação dos concessionários, a Fenabrave, foram emplacados 242,3 mil veículos no mês passado.
Em outubro, o setor tinha registrado ligeira queda, de 0,47%, também em relação ao mesmo período do ano anterior.
De janeiro a novembro, a alta acumulada é de 8,3% na comparação com os primeiros 11 meses de 2018, somando 2,525 milhões de unidades vendidas.
Com isso, a Fenabrave estima que o setor fechará o ano com crescimento de 9%, em 2,79 milhões de unidades. A previsão inclui salto de 33,8% nos licenciamentos de caminhões, para 102,26 mil unidades, e de 8% nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves, para 2,67 milhões.
Em novembro, as vendas de carros e comerciais leves subiram 4,4% sobre um ano antes. Os emplacamentos de caminhões tiveram aumento de 18%, também na comparação anual.
Em relação a outubro, houve queda de 4,4%, o que a entidade atribuiu à sequência de feriados em novembro (15 de Novembro e Consciência Negra), segundo a Reuters.
Mesmo assim, segundo a Fenabrave, a média diária de vendas de novembro subiu 10% sobre outubro.
Mais vendidos
No ranking dos carros mais vendidos, Chevrolet Onix praticamente garante seu quinto ano na liderança, com mais que o dobro de emplacamentos em relação ao atual segundo colocado, Ford Ka, até agora.
Veja os 50 carros mais vendidos em novembro
Até novembro, o hatch acumula 219.771 emplacamentos, mais que o dobro do atual segundo colocado, Ford Ka (95.411), segundo a Fenabrave.
Em novembro, o Onix emplacou 19.184 unidades, também mais que o dobro do Ka. Em terceiro, ficou o Fiat Argo.

Referência

Em vídeo, confira as novidades da Honda no Salão Duas Rodas 2019


Jornalista especializada em motos apresenta modelos de destaque da fabricante no evento. Em vídeo, confira as novidades da Honda no Salão Duas Rodas 2019
Espalhadas por 2.379m2 do estande da Honda, 78 modelos da fabricante japonesa foram expostas no Salão Duas Rodas 2019. A marca apresentou novidades em vários segmentos, das scooters às motos de alta cilindrada.
No vídeo abaixo, a jornalista Karina Simões, especializada em motos, destaca as principais novidades da Honda no evento e mostra a linha de scooters que se diferenciam pela praticidade e facilidade para pilotar.

Referência

Maia defende que Câmara vote projetos da agenda econômica

No ano, saldo positivo soma US$ 41,07 bilhões, 20,4% menor do que o mesmo período do ano passado, segundo números do Ministério da Economia. O Ministério da Economia informou nesta segunda-feira (2) que a balança comercial registrou superávit de US$ 3,428 bilhões em novembro deste ano.
Se as exportações superam as importações, o resultado é de superávit. Se acontece o contrário, o resultado é de déficit.
De acordo com o governo federal, ao todo, as exportações somaram US$ 17,596 bilhões em novembro, e as importações, US$ 14,169 bilhões.
O saldo positivo do mês passado representa queda de 15,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o superávit chegou a US$ 4,076 bilhões.
Esse também foi o pior resultado para o mês de novembro desde 2015, ou seja, em quatro anos.
Segundo o Ministério da Economia, as exportações tiveram queda de 16% na comparação com novembro do ano passado. Já as importações registraram recuo de, também, 16% nesta comparação.
No caso das exportações, houve diminuição de 9,5% na venda de produtos básicos, de 9,2% de produtos semimanufaturados e de 25,6% nos produtos manufaturados.
Nas importações, o governo federal informou que caíram as compras de bens de capital (-54,2%) e de bens intermediários (-9,7%), mas subiram as aquisições bens de consumo (+0,3%) e de combustíveis e lubrificantes (+16,4%).
Revisão de números
O resultado comercial do mês de novembro foi marcado pela revisão de dados.
Na semana passada, o Ministério da Economia informou que o saldo de novembro, na parcial até o dia 24 deste mês, antes deficitário em US$ 1,099 bilhão, estava errado e que, na realidade, foi registrado um superávit de US$ 2,717 bilhões.
De acordo com o governo, o erro aconteceu no cálculo das exportações que, antes da revisão, estavam em US$ 9,681 bilhões. Com a mudança, elas passaram a ser de US$ 13,498 bilhões na parcial de novembro. As importações não foram alteradas, e permaneceram em US$ 10,781 bilhões.
Parcial do ano
No acumulado dos onze primeiros meses deste ano, o governo federal informou que o saldo da balança ficou positivo em US$ 41,079 bilhões.
O superávit comercial, com isso, teve queda de 20,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o resultado foi de US$ 51,605 bilhões.
Esse também foi o pior resultado, para esse período, em quatro anos, ou seja, desde 2015 – quando foi registrado um superávit de US$ 13,303 bilhões.
No acumulado deste ano, de acordo com o Ministério da Economia, as exportações somaram US$ 205,863 bilhões, com média diária de US$ 887 milhões (queda de 7,2% na comparação com o mesmo período do ano passado).
As importações totalizaram US$ 164,783 bilhões, com média diária de US$ 710 milhões (queda de 2,9% em relação ao mesmo período de 2018).
Mercados compradores
De acordo com o governo, os principais compradores de produtos brasileiros no acumulado deste ano foram:
China, Hong Kong e Macau: US$ 59,859 bilhões;
Estados Unidos: US$ 26,950 bilhões;
Países Baixos: US$ 9,584 bilhões;
Argentina: US$ 9,005 bilhões;
Japão: US$ 4,765 bilhões.
Saldo e projeções
No ano passado, a balança comercial registrou superávit de US$ 58,3 bilhões. Com isso, o saldo positivo, assegurado principalmente pela exportação de produtos básicos, ficou 13% abaixo do de 2017.
A expectativa do mercado financeiro para este ano é de nova queda do superávit comercial. Segundo pesquisa realizada pelo Banco Central na semana passada, a previsão para 2019 é de um saldo positivo de US$ 43,5 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior.
O Banco Central, por sua vez, prevê um superávit da balança comercial de US$ 43 bilhões para este ano.
O Ministério da Economia estima um saldo positivo para balança comercial de US$ 41,8 bilhões em 2019, com US$ 222 bilhões de exportações e US$ 180,4 bilhões de compras do exterior.

Referência

02 alemanha

Em visita ao país, Timothy Kane reuniu-se com Tarcísio Gomes de Freitas para conhecer mais sobre o programa de concessões brasileiro 

02 alemanha

 

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, recebeu na manhã desta segunda-feira (2/12), em Brasília, o embaixador da Austrália no Brasil, Timothy Kane, e destacou as oportunidades de negócios no setor de transportes em terras brasileiras, além de apresentar o programa de concessões de ativos de infraestrutura do Governo Federal.

“O governo do presidente Jair Bolsonaro tem o maior e mais sofisticado programa de concessões de ativos de infraestrutura do mundo. Nossos ativos são bons, a remuneração é interessante e estamos removendo riscos”, afirmou Freitas. “Existe interesse claro dos investidores estrangeiros pelo país, porque os juros estão baixos em termos globais e o retorno dos nossos projetos é atrativo. Temos um plano muito bem definido e distribuído ao longo de quatro anos”, concluiu o ministro.

Freitas destacou também que a carteira de projetos do ministério projeta ao menos R$ 217 bilhões em investimentos pelas próximas décadas, no setor de portos, ferrovias, rodovias e aeroportos quer serão concedidos até 2022. Apenas em 2019, o Ministério da Infraestrutura já concedeu à iniciativa privada 13 terminais portuários, 12 aeroportos, uma rodovia e uma ferrovia. “Deveremos ter no ano que vem dois leilões de ferrovias, sete leilões de rodovias, 22 aeroportos e uma série de terminais portuários”, anunciou o ministro.

Entusiasmado com o programa de concessões brasileiro, o embaixador falou das dificuldades que seu país vem enfrentando na área de infraestrutura logística. “A infraestrutura para nós, assim como para vocês, é um tema muito importante. Temos um problema de distâncias que precisam ser sanadas rapidamente. Ficamos bem impressionados com o programa de concessões do Brasil,” destacou Kane.

 

Foto: Alberto Ruy

Assessoria Especial de Comunicação

Ministério da Infraestrutura

Referência

Peugeot confirma novo 208 para o Brasil


Modelo chegará ao mercado brasileiro em 2020 importado da Argentina. Marca promete mesma revolução do antigo 206. Peugeot 208
Divulgação/Peugeot
A Peugeot anunciou nesta segunda-feira (2) a chegada do novo 208 para o próximo ano no Brasil. O modelo será produzido em El Palomar, na Argentina. Detalhes sobre versões e motorizações ainda não foram revelados.
Peugeot 208 ganha nova geração com inédita versão elétrica
De acordo com comunicado da presidente da marca no país, Ana Theresa Borsari, a nova geração do hatch começará a ser produzida no país vizinho em 2020 e chegará logo após ao mercado brasileiro.
Peugeot 208
Divulgação/Peugeot
O modelo será parte do plano da Peugeot batizado de “Virada Brasil”, que promete uma gama mais moderna de produtos. “O Novo 208 representará uma ruptura no segmento hatch no mercado nacional”, disse Ana Theresa.
Outra promessa é de que o novo 208 terá “a mesma força revolucionária do Peugeot 206”.
O 206 foi lançado por aqui em 1999 e produzido em Porto Real (RJ) entre 2001 e 2014.
Sem detalhes
A marca ainda não revelou quais as versões e motorizações serão comercializadas por aqui. Na Europa, o novo 208 pode ser equipado com motores 1.2 a gasolina com três variantes diferentes (75, 100 e 130 cavalos) e 1.5 a diesel. Há também uma versão 100% elétrica, com até 450 km de autonomia.
Peugeot 208
Divulgação/Peugeot
Para o Brasil, é provável que o compacto utilize ao menos uma das opções para o 1.2, que pode ser aspirado ou turbinado.
Também na Europa, ele pode ter equipamentos como carregador de celular por indução, piloto automático adaptativo, assistente de permanência em faixa, frenagem de emergência automática, monitoramento de atenção do motorista, estacionamento semiautônomo e leitura de placas de trânsito.
Grande parte desses itens poderão equipar o 208 argentino que virá ao Brasil, já que a maioria está presente nos novos Chevrolet Onix e Hyundai HB20.

Referência

Dólar chega a cair abaixo de R$ 3,70 com exterior e cena eleitoral


Na sexta-feira, o dólar fechou a R$ 4,2397, em alta de 0,57%, acumulando avanço de 5,73% no mês. Notas de dólar
Gary Cameron/Reuters
O dólar abriu o mês de dezembro em alta, após ter acumulado avanço de mais de 5% em novembro ao fim de uma semana marcada por sucessivos recordes históricos nominais de fechamento.
Às 9h07, a moeda norte-americana subia 0,18%, a R$ 4,2472. Veja mais cotações.
Na sexta-feira, o dólar fechou a R$ 4,2397, em alta de 0,57%, acumulando valorização de 5,73% no mês de novembro. No ano, tem alta de 9,43% frente ao real.
A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 permaneceu em R$ 4,10 por dólar, segundo pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda. Para o fechamento de 2020, subiu de R$ 4 para R$ 4,01 por dólar.
O que explica a disparada recente
A alta do dólar tem como pano de fundo principal o movimento de saída de dólares do país e a preocupação com a desaceleração da economia mundial e as incertezas em torno das negociações comerciais entre a China e os Estados Unidos para colocar fim à guerra comercial que se arrasta desde o começo de 2018.
Além disso, também tem pesado no câmbio a maior tensão social na América Latina e a queda dos juros no Brasil e o diferencial em relação aos Estados Unidos, o que também contribui para manter afastado um fluxo maior de capital externo para o mercado brasileiro.
O real foi a segunda divisa com maior desvalorização frente ao dólar em novembro, atrás apenas do peso chileno (8,53%), entre as 33 divisas mais líquidas do mundo, segundo o Valor Online. Completa o pódio dos piores desempenhos do mês o peso colombiano (4,06%), um sinal de como a região tem sido foco negativo nas últimas semanas.
Quem ganha e quem perde com a alta do dólar
Integrantes da equipe econômica do governo têm sinalizado que o novo patamar do dólar veio para ficar. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, já disse que, apesar da alta recente da moeda norte-americana, o órgão não tem uma meta para a taxa de câmbio.
Na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que, diante da redução da taxa básica de juros no país, o câmbio de equilíbrio “tende a ir para um lugar mais alto”. Com isso, o mercado também ‘testa’ o limite do câmbio, o que contribui para uma maior volatilidade.

Referência