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Scooter Dafra HD 300 tem lançamento antecipado para março de 2020 no Brasil


Modelo estava previsto para maio, mas chega antes ao mercado brasileiro. Veículo tem ABS de série e vai conviver nas lojas com o Citycom 300i. Dafra HD300
Marcelo Brandt/G1
O Dafra HD 300 vai ser lançado no Brasil em março para ser uma nova opção de scooter no mercado brasileiro, em um segmento que vem crescendo acima da média nos últimos anos. Depois da trail NH 190 chegar em 2019, a marca brasileiro vai expandir sua linha em 2020 com o “irmão” do Citycom 300i.
O modelo estava previsto para chegar às lojas em maio, porém, a empresa acabou antecipando a data. De acordo com a Dafra, o objetivo é criar mais uma opção na faixa de 300 cc, e não substituir o Citycom.
Entre as diferenças do HD 300 está o ABS de série, enquanto no Citycom o item é opcional. Com nova configuração de elementos, o HD 300 tem espaço embaixo do banco 27% maior que o Citycom, alcançando capacidade de 38 litros, além de ser 10 kg mais leve – com o total de 166,2 kg.
Dafra HD300
Marcelo Brandt/G1
O motor do HD 300 segue o mesmo, com 1 cilindro e 278,3 cc. De acordo com a marca, ele recebeu novos ajustes para atingir a potência máxima, de 27 cv, mais rapidamente.
Assim como Citycom, Maxsym 400i, Next 300 e NH 190, o HD 300 faz parte da linha de produtos desenvolvida em parceria com a montadora taiwanesa SYM.
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Salão Duas Rodas 2019: 7 scooters que são destaque

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Safra de café do Brasil em 2020 deve crescer 25%, diz Conab


Produção deve ficar entre entre 57,15 milhões e 62,02 milhões de sacas de 60kg. Produção de café volta a subir
Pixel2013/Pixabay/Creative Commons CC0
A safra total de café do Brasil em 2020 deve somar entre 57,15 milhões e 62,02 milhões de sacas de 60kg, com avanço de até 25,8% frente ao ano anterior, afirmou nesta quinta-feira (16) a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em seu primeiro levantamento para a temporada.
Segundo a Conab, a maior produção de café arábica, influenciada pela bienalidade positiva da cultura (um ano produz mais, outro menos), pesou na previsão do resultado da safra.
A produção de café arábica foi estimada entre 43,20 milhões e 45,98 milhões de sacas, alta de 26% a 34% na comparação anual.
Já a safra de robusta deve ficar entre 13,95 milhões e 16,04 milhões de sacas, o que pode representar de queda de 7,1% a alta de 6,8% ante 2019.

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Toyota investe US$ 400 milhões em projeto de carro voador


Fundada em 2009, a Joby Aviation recebeu aporte da montadora. Start-up desenvolve um pequeno avião elétrico de cinco lugares com decolagem e aterrissagem verticais, como um helicóptero. Veículo voador da start-up Joby, que recebeu investimento da Toyota
Toyota
A gigante japonesa de automóveis Toyota anunciou, nesta quinta-feira (16), que investirá US$ 394 milhões na Joby Aviation, uma start-up californiana que desenvolve uma aeronave elétrica para serviços de mobilidade “on demand” em áreas urbanas.
Feito no âmbito de uma captação de recursos de US$ 590 milhões pela Joby Aviation, este investimento é um sinal da intensificação dos esforços da Toyota para se transformar em gigante mundial de novas mobilidades.
Hyundai apresenta carro voador e anuncia parceria com Uber
“O transporte aéreo foi um objetivo de longo prazo para a Toyota. Embora continue operando no setor de automóveis, este acordo volta nosso olhar para o céu”, afirmou o presidente do fabricante japonês, Akio Toyoda, citado em um comunicado do grupo.
Fundada em 2009, a Joby Aviation desenvolve um pequeno avião elétrico de cinco lugares com decolagem e aterrissagem verticais, como um helicóptero. A futura máquina terá uma autonomia de 240 km e velocidade máxima de 320 km/h.
Apoiado por vários investidores estrangeiros e por empresas desde seu início, a Joby Aviation anunciou no mês passado uma associação com o gigante americano de veículos com motorista, a Uber. O objetivo é lançar um serviço de táxis voadores até 2023.
Outros modelos
Em agosto do ano passado, um carro voador da empresa japonesa NEC realizou um voo de teste de cerca de um minuto. Confira no vídeo abaixo:
Carro voador japonês faz voo de um minuto em teste
Além da Nec, empresas como Boeing e Pal-V estão trabalhando em seus conceitos voadores. Em outra frente, companhias também desenvolvem motos voadoras, inclusive, até a polícia de Dubai está utilizando um protótipo do tipo.
Para 2020, uma empresa japonesa também prometeu o lançamento de uma moto voadora, a Xturismo, que tem 10 hélices e motorização híbrida. Veja os detalhes:
Japoneses prometem moto voadora para 2020

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O que é o 'sistema de reféns' da Justiça do Japão e por que Carlos Ghosn o critica


Nas entrevistas que deu a vários meios de comunicação do Líbano, Ghosn declarou que precisava de seus defensores japoneses. Carlos Ghosn, que comandava a multinacional Nissan, foi preso em novembro de 2018 no Japão
AFP
O escritório de advogados japoneses que defendia Carlos Ghosn anunciou nesta quinta-feira (16) a saída do caso do executivo, como resultado da fuga do ex-CEO da Renault-Nissan para o Líbano.
“Hoje entregamos ao tribunal de Tóquio uma carta com a renúncia de todos os advogados do gabinete de Hironaka para todos os assuntos relativos a Carlos Ghosn”, explicou o advogado Junichiro Hironaka em comunicado.
Carlos Ghosn fala pela primeira vez no Líbano, após fuga do Japão
Fuga de Ghosn: o que se sabe até agora
A decisão não é uma surpresa, já que Hironaka, de 74 anos, disse que se retiraria após a fuga de seu cliente. Porém, era esperado que outros advogados de seu escritório assumissem o caso de Ghosn.
Dois outros escritórios de advocacia japoneses, o de Hiroshi Kawatsu e o de Takashi Takano, trabalham com Hironaka há um ano para defender Carlos Ghosn, sobre o qual estão pendentes quatro acusações.
Nas entrevistas que deu a vários meios de comunicação do Líbano, Ghosn declarou que precisava de seus defensores japoneses.
Eles estão em uma situação delicada, agora, devido à fuga de seu cliente. A proibição de deixar o país era uma condição para sua libertação sob fiança, pela qual os advogados se tornaram garantidores.
Hironaka não permitiu que os promotores entrassem em seus escritórios na semana passada para apreender o material relativo ao caso Ghosn. Os investigadores suspeitam de que ele tenha preparado sua fuga do computador que o escritório tinha colocado à sua disposição nas suas instalações.
O tribunal de Tóquio validou nesta quinta-feira a separação dos processos no caso Ghosn, segundo a imprensa japonesa.
Ghosn deveria ser julgado ao mesmo tempo que seu ex-braço direito Greg Kelly e a Nissan no capítulo sobre sonegação. Na ausência de Ghosn, apenas as outras duas pessoas serão julgadas, pois o direito penal japonês não prevê um processo à revelia.
Embaixador francês teria avisado sobre ‘conspiração’
Carlos Ghosn afirmou que o embaixador da França o avisou pouco antes de sua prisão de que a montadora japonesa estaria tramando contra ele.
“Francamente, fiquei chocado com a prisão e a primeira coisa que pedi era para que se certificassem de que a Nissan soubesse para que me enviassem um advogado”, disse Ghosn à Reuters em entrevista na capital libanesa na terça-feira (14).
“No segundo dia, 24 horas antes disso, eu recebi uma visita do embaixador da França que me disse: ‘A Nissan está se voltando contra você’. E foi aí que percebi que era tudo uma conspiração.”
Veja a entrevista de Ghosn ao jornalista Roberto D’Ávila:
Carlos Ghosn fala sobre fuga e acusação de fraude fiscal
Detalhes sobre a fuga de Carlos Ghosn do Japão
Aparecido Gonçalves/Rafael Miotto/G1
Relembre quem é Carlos Ghosn e os principais pontos da prisão
Arte/G1
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Alemanha tem rodovias sem limite de velocidade, mas trânsito mata 4 vezes menos do que no Brasil


Em 2017, 17 em cada 100 mil brasileiros morreram no trânsito, contra 4 a cada 100 mil alemães. Apesar de 70% das rodovias do país não possuírem limite de velocidade, leis de trânsito são rígidas. Acidente na BR-265 em Minas Gerais deixa 3 mortos
Corpo de Bombeiros/Divulgação
A taxa de mortalidade do trânsito brasileiro foi de 17 pessoas a cada grupo de 100 mil habitantes em 2017 – as informações são as mais recentes divulgadas pelo Ministério da Saúde. No mesmo período, na Alemanha, 4 em cada 100 mil pessoas perderam a vida da mesma forma – 4,3 vezes menos.
Considerando os números absolutos de 2017, 35.374 pessoas morreram no trânsito brasileiro. No mesmo período, na Alemanha, foram 3.180 — 11 vezes menos.
Veja como é acelerar a 250 km/h nas rodovias sem limite de velocidade da Alemanha
É preciso considerar que o país europeu tem menos da metade população brasileira. Em 2017, eram 82 milhões de pessoas, contra 209 milhões no Brasil. A frota deles também era menor, na ocasião: 56 milhões contra 94 milhões.
Os dados brasileiros são do Ministério da Saúde, e os alemãos são da Autoridade Federal de Transporte a Motor do país.
Os bons índices alemães podem ser atribuídos, além da consciência dos motoristas, pelo conjuto de rígidas regras de trânsito (veja mais abaixo). Durante 4 dias, o G1 esteve na Alemanha, e percorreu cerca de 800 km por cidades como Munique, Frankfurt e Stuttgart, inclusive nas rodovias sem limite de velocidade, chamadas de autobahnen.
Frota de veículos no Brasil é maior do que na Alemanha
Fábio Tito/G1
Evolução positiva no Brasil
Na comparação com anos anteriores, há evolução positiva na segurança viária do Brasil, com queda na quantidade de mortos desde 2014, mas o país ainda está longe de ser referência no assunto, como a Alemanha é.
O trânsito brasileiro, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), é o terceiro que mais mata no mundo, em uma relação com 175 países – fica na frente apenas de Índia e China, países com mais de 1 bilhão de habitantes.
Tabela mostra diferenças no trânsito do Brasil e da Alemanha
G1 Carros
A taxa de mortalidade do trânsito brasileiro também é pior do que a de países como Índia (11,4 mortes para cada 100 mil pessoas), Indonésia (12) e Estados Unidos (12,4), além da nossa vizinha, Argentina (12,6).
A Alemanha, país que inventou o automóvel, pode justificar baixos índices de mortalidade no trânsito com leis rígidas. Na mesma medida, é uma nação que dá a liberdade para motoristas acelerarem sem limite de velocidade em 70% de suas rodovias nacionais.
Permitir que motoristas viajem a mais de 200 km/h, e, ao mesmo tempo, ter um dos menores índices de mortalidade no trânsito do mundo é possível graças a uma equação, formada pela soma de uma frota de carros mais moderna e segura, excelente infra-estrutura rodoviária e educação no trânsito.
Conheça abaixo mais sobre como funciona o trânsito alemão:
Regras para tirar habilitação
Na Alemanha, o processo para tirar a habilitação pode começar aos 16 anos e meio. É quando jovens podem pedir a chamada BF17, uma permissão para dirigir aos 17 anos – ela vale apenas no território alemão, e o motorista precisa estar sempre acompanhado de alguém maior de 30 anos devidamente habilitado.
O processo para tirar a habilitação (independentemente da idade) inclui 12 aulas teóricas de 1h30, cada, e 12 aulas práticas, de 45 minutos, cada, divididas entre ruas, estradas e lições noturnas. Depois de passar nas provas, o candidato, enfim, se torna um motorista habilitado.
‘CNH’ deles não é mais vitalícia
Na Alemanha, a carteira de habilitação na Alemanha era válida por toda a vida, até 2013. Mas a lei mudou, e a partir desta data, o documento deve ser renovado a cada 15 anos.
Habilitação na Alemanha
André Paixão/G1
Outra questão, é que os alemães que tiraram a habilitação há mais tempo terão que trocar a carteira de papel por um documento mais moderno e padronizado com as normas da União Europeia.
Cerca de 43 milhões de habilitações serão trocadas de forma progressiva, com início em 2022, e previsão de término em 2033.
Multas e infrações de trânsito
Habilitação na Alemanha tem validade de 15 anos, e motorista pode levar, no máximo, 7 pontos
Divulgação/ADAC
Quando o assunto são as multas, os alemães são bem mais rigorosos. Um motorista pode levar até 7 pontos em sua habilitação. Quando acumula 4 ou 5 pontos, o motorista pode fazer um curso, que elimina as penalizações.
Ao chegar no oitavo ponto, o motorista tem a habilitação retirada.
Por lá, as infrações resultam de 1 a 3 pontos, enquanto a maior parte das multas custa entre 60 e 80 euros. Mas há casos mais e menos graves.
Ultrapassar limite de velocidade na Alemanha tem diferentes graus de punição
Divulgação/ADAC
Ultrapassar o limite de velocidade é uma infração com penalidades diversas. Quando um motorista é pego dirigindo a até 20 km/h acima do permitido, não leva pontos em sua habilitação.
A punição, nesses casos, é com multa, que varia de 10 a 35 euros, de acordo com o ambiente e a velocidade.
Agora, se o motorista apressado ultrapassou a partir de 21 km/h o limite, pode levar 1 ou 2 pontos, também de acordo com a velocidade da via. Além disso, as multas variam entre 70 e 680 euros, e o condutor pode ficar impedido de dirigir de 1 a 3 meses.
Mesmo com 70% das rodovias sem limite de velocidade, os motoristas são extremamente respeitosos quando há trechos com velocidade definida.
Alemanha aplicou menos multas de trânsito do que o Brasil
Divulgação/ADAC
Prova disso é a diferença entre a quantidade de multas aplicadas lá e aqui.
Em 2018, as autoridades alemãs deram 3.123.955 multas por excesso de velocidade. No mesmo período, o Brasil registrou 43.503.225 infrações relacionadas à acelerar demais. O número é quase 14 vezes mais alto.
Novamente, é importante lembrar que a população e a frota de veículos daqui são maiores do que os equivalentes de lá.
Beber e dirigir na Alemanha pode dar multas de até 1.500 euros
Divulgação/ADAC
Apesar de os alemães serem conhecidos com apreciadores de cerveja, o motorista que for flagrado dirigindo com índice superior a 0,25 mg de álcool por litro de sangue é punido com 2 pontos na carteira, além de levar multa que varia de 500 a 1.500 euros.
O infrator também tem a habilitação suspensa de 1 a 3 meses.
A lei alemã também leva mais tempo para “esquecer” as infrações. Se, no Brasil, os pontos expiram da CNH em 12 meses, no país europeu, o prazo varia de 2 anos e meio a 10 anos, de acordo com a gravidade.
Diferenças nas leis de trânsito no Brasil e na Alemanha
G1
Consciência coletiva
Além de leis mais severas com os motoristas, pedestres, ciclistas e motociclistas também mostram uma consciência coletiva muito grande.
Faróis vermelhos costumam ser respeitados. E isso não vale apenas para veículos. Pedestres, mesmo quando a rua está vazia, também aguardam sua vez na hora de atravessar.
Em rodovias, não acontecem ultrapassagens pela direita. Isso porque a faixa da esquerda está sempre disponível.
Depois de realizarem a ultrapassagem, os motoristas dão seta e vão para a faixa mais à direita.
Outra prática comum no país – e presenciada pelo G1 em um trecho entre Ingolstadt e Munique – é a de abrir um corredor automaticamente quando uma ambulância de aproxima.
Motoristas abrem corredor para passagem de ambulância em rodovia alemã
Divulgação/ADAC

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Comércio entre Brasil e Venezuela volta a cair em 2019 e atinge menor valor em 20 anos

Exportações brasileiras para a Venezuela somaram US$ 418 milhões, valor mais baixo desde 2000. Queda ocorre em meio à crise no país vizinho e ao distanciamento após eleição de Bolsonaro. O comércio entre Brasil e Venezuela voltou a encolher em 2019 e registrou o pior resultado em pelo menos 20 anos, de acordo com números do Ministério da Economia.
No ano passado, tanto as exportações brasileiras quanto as importações de produtos venezuelanos foram as menores, em valor, desde pelo menos 2000.
As exportações brasileiras para a Venezuela em 2019 somaram US$ 418,11 milhões, queda 27,36% em relação ao registrado em 2018.
Já as importações de produtos venezuelanos pelo Brasil somaram US$ 80,8 milhões, queda de 52,71% na mesma comparação.
A Venezuela já chegou a estar entre os dez principais compradores de produtos brasileiros. Neste período de 20 anos, o maior valor foi registrado em 2008, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando os vizinho compraram US$ 5,13 bilhões.
O aumento das exportações para a Venezuela coincidiu com o período de crescimento econômico e de maior aproximação entre os governos dos dois países. As importações brasileiras de produtos venezuelanos, entretanto, sempre foram baixas, o que garantia alto superávit ao Brasil.
Nos últimos anos, porém, a Venezuela vem passando por uma grave crise política e econômica, o que se refletiu no comércio com o Brasil. Entre 2012 e 2017, as exportações para a Venezuela caíram de US$ 4,99 bilhões para US$ 469,6 milhões.
Em 2018, depois de 5 anos de queda, as compras venezuelanas cresceram (foram a US$ 575,6 milhões). Mas voltaram a cair em 2019, ano marcado pela chegada de Jair Bolsonaro à presidência e pelo aumento das tensões do governo brasileiro e com Nicolás Maduro.
Em meio à crise na Venezuela, Jair Bolsonaro recebe Juan Guaidó no Palácio do Planalto
No ano passado, a Venezuela chegou a fechar a fronteira com o Brasil. O país também suspendeu a exportação de energia para Roraima, que, por conta disso, passou a ser atendido exclusivamente por termelétricas (o estado não está ligado à rede brasileira de transmissão de energia).
Com o recuo de 2019, a Venezuela caiu da 51ª para a 56ª posição no ranking de exportações do Brasil.
Calote
Em 2017, já durante a presidência de Michel Temer, o Banco Central do Brasil suspendeu a garantia dada a empresas brasileiras nas exportações de bens e serviços à Venezuela dentro do Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR), que permitia que esses negócios fossem feitos tendo o governo brasileiro como fiador.
A decisão ocorreu pouco depois de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai darem início a um processo de expulsão da Venezuela do Mercosul.
No final daquele mesmo ano, Nicolás Maduro deixou de pagar uma parcela de financiamento ao governo brasileiro, que precisou usar recursos públicos para cobrir a dívida da Venezuela com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros bancos.
Questionado pelo G1, o Ministério da Economia apontou que a sanção à Venezuela pode explicar, ao menos em parte, a queda nas exportações brasileiras.
“De acordo com a legislação vigente, exportadores brasileiros que pretendam celebrar contratos de exportação com o país não podem pleitear os instrumentos governamentais de apoio oficial à exportação (financiamentos e garantias), o que pode diminuir o volume de exportações brasileiras para a Venezuela”, disse o ministério em nota.
“Não obstante, operações de comércio que não contem com financiamento/garantia pública não são impactadas pela situação de inadimplemento da Venezuela”, completou.
Governo da Venezuela decreta aumento do salário mínimo em 66%

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Veja as vagas de emprego do Sine Macapá para o dia 16 de janeiro


São oportunidades para mecânico, nutricionista, atendente de telemarketing, entre outros. Há vaga para mecânico de automóveis no Sine Macapá
Governo de Pernambuco/Divulgação
O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência.
Os interessados podem procurar o Sine, localizado na Rua General Rondon, nº 2350, em frente à praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas na capital.
Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado).
Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas:
encarregado de padaria
mestre doceiro
nutricionista
atendente de telemarketing
gerente de restaurante
auxiliar financeiro
mecânico de automóveis
vendedor externo
O Sine informa que as vagas oferecidas podem sofrer alterações de um dia para o outro, pois o sistema não contabiliza os atendimentos ao longo do dia realizado nas unidades Superfácil, que funcionam após o fechamento da agência central.
Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.

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Novo SUV da Caoa Chery, Tiggo 8 é flagrado camuflado em testes em São José, SP


Carro da Caoa Chery foi clicado em um estacionamento no Jardim Colinas. Montadora confirma que Tiggo 8 passa por testes pela equipe de engenharia em Goiás e no interior paulista. SUV Tiggo 8 é flagrado camuflado em São José dos Campos
Diego Tribst/ TV Vanguarda
O SUV Tiggo 8, que será lançado neste ano no mercado brasileiro, foi flagrado camuflado durante testes em São José dos campos (SP). A montadora Caoa Chery, que mantém uma fábrica na cidade vizinha, Jacareí, confirma que o modelo registrado nas fotos é o novo carro (leia mais abaixo).
O registro foi feito na sexta-feira (10) em um estacionamento no Jardim Colinas, região oeste da cidade. O modelo tem capacidade para sete pessoas e é equipado com um painel digital com tela sensível ao toque, ar-condicionado automático, faróis full-LED e luzes de neblina.
A Caoa Chery confirmou que o Tiggo 8 será fabricado na unidade de Anápolis (GO) e que passa por testes pela equipe de engenharia tanto em Goiás, como em Jacareí, no interior paulista. A montadora informou que o carro deve chegar ao mercado nacional no primeiro semestre de 2020.
Tiggo 8 é flagrado camuflado em São José dos Campos
Diego Tribst/ TV Vanguarda
Tiggo 8 é flagrado camuflado em São José dos Campos
Diego Tribst/ TV Vanguarda
Chery Tiggo 8 será lançado no primeiro semestre no Brasil
André Paixão/G1
Chery Tiggo 8 será lançado no primeiro semestre no Brasil
Divulgação/Chery

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Maia defende que Câmara vote projetos da agenda econômica


Avaliação foi feita pelo secretário-executivo da pasta, Marcelo Guaranys. Segundo ele, governo brasileiro se movimenta para atender às regras de ingresso na organização. Marcelo Guaranys, secretário-executivo do Ministério da Economia
Alexandro Martello/ G1
Após a autorização dos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para início do processo formal de adesão do Brasil, o que ainda não aconteceu, a expectativa da área econômica é de que o país faça parte formalmente desse grupo de países em um prazo de até dois anos.
A avaliação foi feita nesta quarta-feira (15) pelo secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, em entrevista ao G1. Segundo ele, o Brasil já vem buscando se alinhar às normas, e legislações, de adesão da OCDE há alguns anos.
Nesta terça-feira (14), a embaixada dos Estados Unidos em Brasília divulgou uma nota na qual afirmou que o país apoia a entrada do Brasil na OCDE. “Os Estados Unidos querem que o Brasil seja o próximo país a iniciar o processo de acessão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)”, informou a embaixada.
Nesta quinta-feira (15), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil está “bastante adiantado” nos critérios para entrar na OCDE, “inclusive na frente da Argentina”. “São mais de cem requisitos para você ser aceito. Estamos bastante adiantados, inclusive na frente da Argentina. E as vantagens para o Brasil são muitas. Equivale ao país entrar na primeira divisão”, disse o presidente.
O pedido formal para ingressar na OCDE foi feito pelo Brasil em meados de 2017. A OCDE atua como uma organização para cooperação e discussão de políticas públicas e econômicas que devem guiar os países que dela fazem parte.
Para entrar no acordo, são necessárias a implementação de uma série de medidas econômicas liberais, como o controle inflacionário e fiscal. Em troca, o país ganha um “selo” de investimento que pode atrair investidores ao redor do globo.
Segundo Marcelo Guaranys, do Ministério da Economia, o Brasil sempre foi um país parceiro da OCDE.
“Desde a década de 90, a gente começou a atuar muito próximo. Sempre tem sido parceiro, mas nunca resolveu aderir. A gente está sempre se aproximando, já éramos, em 2017 o país com maior numero de participações em comitês da OCDE. Sempre fomos sondados, mas nunca demos o passo para frente”, afirmou.
Na visão dos governos anteriores, avaliou o secretário-executivo do Ministério da Economia, não fazia sentido entrar em uma organização que vai moldar e definir diretrizes para políticas públicas.
“Mas no começo do governo Temer, com o início das reformas, a ideia era outra, de que precisa entrar em uma organização que molda melhor as políticas públicas, que ajude a fazer reformas. Então para fazer reformas, mais aderente ao que o do mundo faz, é importante me aproximar da OCDE”, disse Guaranys.
Adequação aos instrumentos da OCDE
De acordo com o Ministério da Economia, foi realizada uma avaliação da compatibilidade da legislação brasileira com acervo e padrões da OCDE – os chamados “acquis”. Identificou-se que, de 253 instrumentos legais, 35 deles estavam adequados aos padrões do bloco econômico até maio de 2017 e outros 82 instrumentos foram adequados até janeiro de 2020.
Marcelo Guaranys afimou que, entre os principais pontos de dificuldade para adesão à OCDE, está o sistema tributário brasileiro.
“É um manicômio tributário, é muito complicado, complexo. Para dizer que vou me alinhar aos países desenvolvidos, é muito trabalho. Processo de entrada na OCDE também molda melhora o processo de reforma tributária para os padrões mundiais”, acrescentou.
De acordo com ele, os chamados “preços de transferência” (controles de operações comerciais ou financeiras realizadas entre empresas sediadas em diferentes países e jurisdições, ou quando uma das partes está sediada em paraíso fiscal) era muito diferente no Brasil. “A gente tinha uma metodologia, e o mundo tinha outro”, disse.
Ele afirmou que adequações já foram feitas, mas que demorará, ao menos, mais um ano e meio para completar a convergência desse quesito.
Para completar a transição de instrumentos para ingressar na OCDE, Guaranys informou que 64 estão sob análise da OCDE, enquanto 63 estão “prontos” para solicitar adesão. Outros 30 representam “desafio” e 15 são instrumentos ainda em análise, informou o secretário. Segundo a área econômica, 82,6% dos instrumentos não representam conflito para o país.
Ele disse, ainda, que mais importante do que formalizar a adesão ao grupo econômico, é o caminho de adequação, de modo que, quando o país se integrar efetivamente à OCDE, isso quer dizer que suas políticas já estarão alinhadas ao que é praticado no primeiro mundo. “Mais importante do que o fim, é o caminho”, filosofou o secretário.

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Macron diz que alertou primeiro-ministro do Japão sobre condições em que Ghosn foi preso


Presidente da França afirma que falou a Shinzo Abe que a forma da detenção em 2018 e os interrogatórios do ex-executivo da Renault-Nissan “não pareciam satisfatórios”. Carlos Ghosn tenta explicar sua fuga do Japão, em coletiva feita em Beirute
Mohamed Azakir/Reuters
O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta quarta-feira (15) que havia conversado anteriormente com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, sobre as condições em que o ex-chefe da aliança Renault-Nissan Carlos Ghosn estava sendo detido.
“Eu disse várias vezes ao (primeiro-ministro Shinzo) Abe que as condições da detenção e interrogatório de Carlos Ghosn não me pareciam satisfatórias”, disse Macron à agência de notícias Reuters.
Ghosn, que é nascido no Brasil e tem cidadania libanesa e francesa, disse na semana passada que foi tratado “brutalmente” pelos promotores de Tóquio e que foi vítima de uma conspiração da montadora japonesa para forçar sua saída.
Para o ex-executivo, a redução do desempenho da Nissan, no início de 2017, causou uma perseguição contra ele. E os japoneses desejavam mais autonomia.
“Alguns de meus amigos japoneses pensaram que a única maneira de se livrar da influência da Renault na Nissan era se livrar de mim”, disse o ex-executivo durante coletiva em Beirute no dia 8 de janeiro.
Em nota enviada pela Embaixada Geral do Japão no Brasil ao G1 no dia 9 de janeiro, a Ministra da Justiça, Masako Mori, já havia afirmado que os comentários do brasileiro sobre uma possível conspiração como “abstratos, obscuros ou sem fundamento”.
Mori completou que “não há como os promotores participarem de qualquer tipo de conspiração de qualquer grupo de interesse especifico e investigarem um assunto que não atingiu o limiar da investigação”.
Ghosn fugiu do Japão para o Líbano no final do mês passado, a fim de, segundo ele, limpar seu nome. Ele disse que não teria recebido um julgamento justo no Japão.
Embaixador francês teria avisado sobre ‘conspiração’
Carlos Ghosn afirmou que o embaixador da França o avisou pouco antes de sua prisão de que a montadora japonesa estaria tramando contra ele.
“Francamente, fiquei chocado com a prisão e a primeira coisa que pedi era para que se certificassem de que a Nissan soubesse para que me enviassem um advogado”, disse Ghosn à Reuters em entrevista na capital libanesa na terça-feira (14).
“No segundo dia, 24 horas antes disso, eu recebi uma visita do embaixador da França que me disse: ‘A Nissan está se voltando contra você’. E foi aí que percebi que era tudo uma conspiração.”
Veja a entrevista de Ghosn ao jornalista Roberto D’Ávila:
Carlos Ghosn fala sobre fuga e acusação de fraude fiscal
Relembre quem é Carlos Ghosn e os principais pontos da prisão
Arte/G1
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