Blog

Ritmo de liberação de agrotóxicos em 2019 é o maior já registrado


Aprovações vêm crescendo desde 2016, mas frequência aumentou neste ano, com 169 produtos liberados até meados de maio. Ativistas manifestam preocupação e governo diz que maioria dos aprovados é de produtos já usados no país. Brasil já liberou 169 agrotóxicos em 2019
Divulgação
Nunca foi tão rápido registar um agrotóxico no Brasil: o ritmo de liberação atual é o maior já documentado pelo Ministério da Agricultura, que divulga números desde 2005. A quantidade de pesticidas registrados vem aumentando significativamente nos últimos 4 anos. Mas, em 2019, o salto é ainda mais significativo – até 14 maio, foram aprovados 169 produtos, número que supera o total de 2015, marco da recente disparada.
Ativistas do meio ambiente e da saúde manifestam preocupação, dizendo que mais veneno está sendo “empurrado” à revelia para a população.
Por outro lado, governo e indústria argumentam que o número de registros aumentou porque o sistema ficou mais eficiente, sem perder o rigor de avaliação, que a quantidade de substâncias novas aprovadas é mínima e que os químicos são seguros se forem usados corretamente.
“São produtos ‘genéricos’, cujas moléculas principais já estão à venda, que vão trazer diminuição de preço, para que os produtores possam ter viabilidade nos seus plantios”, disse ao G1 a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, no fim de abril.
“Não se tem nenhuma insegurança na liberação desses produtos, que estavam lá numa fila enorme e que eram represados por problemas ideológicos”, completou a ministra, na abertura de uma feira em Uberaba, Minas Gerais.
No último dia 21, foi anunciada a liberação de mais 31 agrotóxicos, totalizando 169. Na conta não entram 28 registros publicados no “Diário Oficial da União” em janeiro, mas que tinham sido concedidos no fim de 2018.
Mesmo assim, a quantidade aprovada neste ano, até 14 de maio, é 14% superior à do mesmo período no ano passado. E é maior do que a registrada em todo o ano de 2015, quando o crescimento começou a disparar. Ativistas estão preocupados.
“A população já deixou bem claro que não quer agrotóxicos e isso está sendo empurrado goela abaixo. Neste governo, o agrotóxico tem espaço garantido. É uma escolha política que gera mudanças nas instituições”, diz Marina Lacôrte, especialista em agricultura e alimentação do Greenpeace.
Quantidade de agrotóxicos liberados no Brasil desde 2005
Diana Yukari/Arte G1
Pouca novidade, alta toxicidade
Dos 169 agrotóxicos registrados neste ano, nenhum é inédito. Mais da metade (52%) são cópias de princípios ativos aprovados anteriormente.
Outros 15% são produtos finais e 28% são seus “genéricos”. A minoria (5%) são produtos biológicos, à base de organismos vivos, como fungos e bactérias – alguns deles podem ser usados até em orgânicos.
Desse total, no entanto, 48% são classificados como alta ou extremamente tóxicos, conforme levantamento do Greenpeace.
Ainda segundo o Greenpeace, 25% dos produtos aprovados pelo governo neste ano não são permitidos na União Europeia. “O que a gente está vendo é que o Brasil acabou virando um depósito de agrotóxicos que são proibidos lá fora”, diz Marina Lacôrte.
Renato Alencar Porto, diretor da Anvisa, rebate a afirmação. “É verdade que tem produtos que estão proibidos em outros lugares do mundo e que não estão aqui? É verdade. Mas existem critérios que não têm nada a ver com risco toxicológico. Qual é a dificuldade de você proibir um agrotóxico em um país onde você não usa ele, por exemplo? Nenhuma.”
De todos os aprovados no ano, 8 são moléculas ou misturas de glifosato, herbicida associado a um tipo de câncer em processos milionários nos Estados Unidos e alvo de polêmica também no Brasil.
Entenda o que é o glifosato, o agrotóxico mais vendido do mundo
A última molécula inédita registrada no país foi o sulfoxaflor, em 2018. Mas ainda não foram permitidos produtos formulados à base dessa substância – o G1 apurou que já há pedidos em andamento, mas eles aguardam sinal verde do Ibama. O sulfoxaflor é relacionado à redução de enxames de abelhas em estudos no exterior.
Por que o registro está mais rápido?
A maior velocidade na liberação de pesticidas nos últimos 3 anos, segundo o Ministério da Agricultura, se deve a “medidas desburocratizantes” adotadas nos órgãos que avaliam os produtos, em especial na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), considerada o principal gargalo.
Como é feito:
É preciso o aval de 3 órgãos:
Anvisa, que avalia os riscos à saúde;
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), que analisa os perigos ambientais;
Ministério da Agricultura, que vê se ele é eficaz para matar pragas e doenças no campo. É a pasta que formaliza o registro, desde que o produto tenha sido aprovado por todos os órgãos.
Tipos de registros de agrotóxicos:
Produto técnico: princípio ativo novo; não comercializado, vai na composição de produtos que serão vendidos.
Produto técnico equivalente: “cópias” de princípios ativos inéditos, que podem ser feitas quando caem as patentes e vão ser usadas na formulação de produtos comerciais. É comum as empresas registrarem um mesmo princípio ativo várias vezes, para poder fabricar venenos específicos para plantações diferentes, por exemplo;
Produto formulado: é o produto final, aquilo que chega para o agricultor;
Produto formulado equivalente: produto final “genérico”.
Para acelerar as avaliações, a Anvisa deslocou servidores de outras áreas para o setor de agrotóxicos e passou a setorizar os pedidos, o que, segundo a própria agência, trouxe mais eficiência. O diretor Renato Porto, no entanto, afirma que os critérios de avaliação continuam os mesmos desde 1999 e que a segurança sanitária está “absolutamente garantida”.
Recentemente, o Ministério da Agricultura passou usar uma ferramenta de trabalho remoto pela qual os funcionários são dispensados de bater ponto, mas têm que cumprir metas 20% maiores.
Mas a principal mudança ocorreu nos últimos anos: o reforço de 4 químicos originalmente lotados na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), justamente para fazer a análise de equivalência das cópias de substâncias.
Mais do mesmo?
O predomínio desses agrotóxicos “genéricos” entre os que foram registrados nos últimos anos não aumenta o risco toxicológico, dizem governo e indústria.
“Estamos falando de produtos que nós já avaliamos a molécula e estamos colocando mais dele no mercado. Numa comparação com medicamentos, seriam os genéricos e similares”, diz Porto, da Anvisa.”Claro que não é tão igual assim, porque pode haver algumas misturas (…) Muda a fórmula final, não muda o ingrediente ativo.”
Mas profissionais da saúde e ativistas do meio ambiente entendem que mesmo as misturas de substâncias já usadas, na prática, podem ser consideradas novos produtos porque reagem de forma diferente.
Para Leticia Lotufo, professora de farmacologia da Universidade de São Paulo (USP), é preciso avaliar caso a caso. “A toxicidade da mistura não necessariamente pode ser prevista pela dos componentes individuais”, afirma.
Além disso, segundo ela, a formulação muda o comportamento do princípio ativo no ambiente. “O composto pode se tornar mais recalcitrante [permanece por mais tempo no meio ambiente], por exemplo”, explica Leticia. A Anvisa afirma que as análises respeitam um teto de toxicidade.
A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que junto com o Greenpeace e outras instituições forma o coletivo Chega de Agrotóxicos, faz um outro alerta. Segundo a médica da entidade, Ada Aguiar, as pesquisas no país só avaliam os efeitos de cada veneno isolado na saúde humana, mas o que acontece na vida real é o contato simultâneo com vários produtos.
“Desconheço no Brasil estudos que avaliam a exposição múltipla, e estamos consumindo produtos que vêm banhados em uma calda tóxica”, afirma.
Um estudo feito pela Universidade do Ceará entre 2007 e 2011 com mais de 500 trabalhadores rurais comprovou que 97% deles estavam expostos a de 4 a 30 agrotóxicos. “Isso é muito preocupante porque estamos tendo um ‘boom’ de doenças crônicas”, pondera Ada.
Ambientalistas x Embrapa e indústria
Entidades em defesa do meio ambiente temem ainda que a liberação de produtos, mesmo que de substâncias previamente autorizadas, resulte em um uso mais intenso pelos agricultores, já que os preços tendem a cair, como citou a ministra Tereza Cristina.
O Brasil consumiu em 2017 (dados mais recentes) cerca de 539,9 mil toneladas de agrotóxicos, à base de 329 princípios ativos, de acordo com o Ibama.
Isso representou US$ 8,8 bilhões (cerca de R$ 35 bilhões no câmbio atual), segundo a associação das fabricantes, a Andef.
“O produtor não vai usar mais porque está mais barato. Os insumos, entre eles os agrotóxicos, estão entre os maiores custos para o produtor, todo mundo quer é reduzir o uso”, afirma Marcelo Morandi, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente.
“O que vai acontecer, eventualmente, é a substituição de produtos. A competição é salutar, tem que existir, mas agrega valor até um determinado ponto. Em produtos que já têm grande disposição no mercado, 4 novas marcas não vão alterar muito a competição de preços”, diz Mario Von Zuben, diretor executivo da Andef.
‘Pacote do veneno’
Apesar de comemorar a celeridade nas liberações, a indústria reclama que as reproduções de produtos já permitidos estão sendo priorizadas em detrimento de novos, que podem ser menos tóxicos que os antigos.
A lista de agrotóxicos aguardando liberação no Brasil tem hoje cerca de 1.000 pedidos. Entre eles, 33 são moléculas inéditas.
“Isso [o aumento da velocidade] é louvável, existia um represamento de registros que ficaram parados por muito tempo e foi dada vazão pelas administrações atuais. Mas o ponto que nos incomoda com essas aprovações de genéricos é o fato de que as novas moléculas estão ficando para trás”, diz Von Zuben, da Andef.
Segundo a Anvisa, 97% das petições para produtos formulados equivalentes (genéricos de misturas já aprovadas) são atendidas sem nenhuma exigência técnica. “A indústria não erra para pedir esse produto, porque ele é simplesmente uma cópia”, diz Renato Porto, diretor da agência.
Desenvolver um princípio ativo inédito para agrotóxico leva de 10 a 11 anos e custa em torno de US$ 286 milhões, segundo a Andef.
Liberar o uso dessas substâncias novas demora de 6 a 8 anos no Brasil, tempo que a indústria e representantes do agronegócio querem reduzir para 2, com garantia legal. Essa é uma das demandas do projeto de lei 6.670/2016, que ficou conhecido como “pacote do veneno”.
A ministra Tereza Cristina, então deputada pelo DEM-MS, foi a presidente da comissão especial que aprovou o projeto na Câmara dos Deputados, antes de ele seguir para a votação no plenário da casa, que ainda não tem data definida.
Para o Greenpeace, a aceleração do ritmo de aprovações é, de certa forma, uma maneira colocar o PL em prática sem mudar a lei.
“O que a gente vê é exatamente o pacote do veneno que saiu da pauta legislativa e está sendo colocado em prática pelo novo governo. A estratégia é a mesma: colocar mais veneno no dia a dia das pessoas. A diferença é que antes havia uma discussão, agora está sendo empurrado à revelia mesmo”, diz Marina Lacôrte.
De 2002 a 2019, a Anvisa barrou o registro de 15% dos princípios ativos novos enviados para análise e de 11% dos produtos finais inéditos.
Periodicamente, o órgão revisa a segurança de substâncias que já estão no mercado. Desde 2006, 16 foram reavaliadas, das quais 12 foram proibidas e 4 mantidas, sendo 3 com restrições.
Apesar de a ministra Tereza Cristina ter citado problemas ideológicos que atrasaram a liberação de agrotóxicos no passado, Renato Porto, da Anvisa, nega pressão por parte do governo para acelerar os trabalhos.
“Nunca tive nenhuma pressão para tratar de nenhum agrotóxico. O que eu vi é: a Anvisa precisa ser mais eficiente, e é verdade”, afirma. “Parece que ninguém nunca cobrou essa eficiência do agrotóxico e agora está sendo cobrado também. Existe uma percepção pública hoje de que o agrotóxico precisa estar à disposição do agricultor, só que ele precisa ser controlado.”
“A gente não está surpresa. Nem Bolsonaro nem Tereza Cristina estão lá à toa, eles tiveram forte apoio da bancada ruralista”, diz Marina Lacôrte, do Greenpeace.
* Colaborou G1 Triângulo Mineiro.

Referência

Apicultores do litoral da Bahia investem na produção de pólen

Produto pode ser aproveitado na alimentação humana. Mel retirado das colmeias da região não era viável comercialmente porque fermentava com calor e umidade. Pólen em vez de mel
A criação de abelhas é normalmente volta para a produção de mel. Mas uma colmeia também gera outros produtos de valor comercial, como o pólen, que pode ser aproveitado na alimentação humana. Em Canavieiras, no litoral Sul da Bahia, uma cooperativa de criadores resolveu apostar nisso.
A descoberta da produção de pólen na região foi mais um acaso do que uma escolha. As primeiras coletas de mel realizadas ainda na década de 1980 revelaram um produto impróprio para o comércio, porque ele acabava fermentando com a alta umidade e o calor. Daí, em vez de abandonar a criação, os produtores mudaram o foco para o pólen.
Para isso, foi preciso adaptar o manejo, porque produzir pólen é mais complicado do que trabalhar com mel.
“A coleta do pólen é diária. A do mel, você faz o manejo a cada 15, 20 dias e colhe dali a 3, 4 meses”, diz a professora Lídia Barreto, da Universidade de Taubaté (Unitau), em São Paulo, uma das maiores referências brasileiras em apicultura.
Lídia explica que a composição também é diferente. Enquanto o pólen é proteína, o mel é carboidrato. “Proteína se degrada muito rapidamente. Então, o trabalho com o pólen tem que ser muito rápido.”
Segundo ela, Canavieiras é “um paraíso para pólen”, porque a flora no local é abundante.
Polén de flor e de abelha
O pólen é um dos produtos que as abelhas usam na sua dieta. Lídia Barreto explica que o pólen das abelhas é bem diferente do pólen das flores.
“O pólen botânico tem uma composição química única e estritamente do vegetal. A partir do momento que a abelha começa a fazer coleta, ela adiciona um pouquinho de saliva, ou de néctar ou um pouquinho de mel. Ele passa a ser um pólen com produtos da colmeia e passa a se chamar pólen apícola”.
O pólen é retirado de diversas flores e, por isso, tem cores e sabores variados. Na alimentação humana, pode fazer parte de diversas receitas.
“Cabe em várias preparações, do doce ao salgado, e até no jejum”, diz Fabíola Nejar, nutricionista da Unitau.
O jeito mais comum de se consumir é in natura. O produto tem uma crocância e um pouco de acidez. Pode entrar na mistura da receita, ou no acabamento. “O ideal é finalizar como pólen, para evitar a perda de nutrientes, segundo Fabíola.
‘Rodízio’ de livro
O início da produção em Canavieiras teve uma dose de curiosidade. “Naquele tempo não tinha internet, não tinha nada. Tinha um livro para as pesquisas para a gente conseguir saber como se criava abelha. E esse livro foi passava na mão de um e outro”, conta o apicultor Aneilan Nascimento.
Ele conta que, no começo, só sabia que a abelha produzia mel. “Depois que a gente foi descobrir que tem outras fontes de renda. Tem a produção de pólen, tem a produção de geleia real, de própolis…”
Em meio a essa sede de conhecimento, o pólen foi se firmando como um produto ímpar. A começar pela localização de alguns apiários. Para se chegar a Barra Velha, onde está José Roberto da Silva, um dos apicultores mais atuantes na produção de pólen, é preciso atravessar um rio.
A produção na ilha é dividida em 3 apiários, com cerca de 120 colmeias. José Roberto conta que escolheu uma ilha para fazer a produção por falta de área disponível no continente. “As áreas próximas da cidade já estavam todas saturadas por apicultores. O potencial da ilha era bom, uma área descansada, uma diversidade muito grande de palmeiras”.
Coleta
Toda coleta do pólen é feita com a ajuda de um plástico todo furadinho, colocado na entrada da caixa. Os furos têm o tamanho exato do corpo das abelhas (4,6 milímetros) que, quando passam por eles com as patas carregadas, acabam tendo que deixar o pólen para trás.
Na Bahia, uma adaptação feita nessa placa possibilitou um aumento de produtividade de 100 até 180 gramas por colmeia, diariamente. Eles inclinaram em 45 graus a placa que era usada reta, aumentando assim o campo de pouso das abelhas.
Segundo José Roberto, depois de passar pela tampa, as abelhas só ficam com 35% do pólen. Os outros 65% ficam para ele vender. Por isso, a cada 15 dias é preciso abrir a caixa para repor a proteína retirada dos insetos.
“Pode ser à base de pó de pólen, açúcar e mel. Ou à base de soja, milho e trigo”, explica.
Processamento
Se, no campo, os apicultores incorporaram técnicas que melhoraram o manejo com as abelhas, na cidade, um entreposto construído dentro das normas do Serviço de Inspeção Federal, o SIF, projetou o pólen de Canavieiras no cenário nacional. E impulsionou as vendas para todo o Brasil.
A produção chega diariamente no entreposto, diretamente da produção. Do jeito que chega do campo, o pólen é entregue para ser peneirado. Logo em seguida, passa por um congelamento a -18°C e só de lá quando a umidade despenca para menos de 4%.
Depois, ainda tem a ventilação, para a retirada das impurezas leves, e o trabalho quase cirúrgico da catação manual. Finalmente, limpo e seco, é só embalar.
Para a coordenadora do programa de apicultura da Secretaria de Desenvolvimento Rural da Bahia, Marivanda Eloy, a conquista do SIF mudou não só a qualidade do pólen, mas, principalmente, a qualidade de vida dos produtores.
“O apicultor já sabe quanto vai ter no bolso, porque sabe que nesse mercado não vai ter nenhum problema em relação à comercialização.”
Análises de qualidade
No centro de estudos da Unitau, em Taubaté, São Paulo, são feitos os testes exigidos para a comercialização. Ao todo, sete ensaios compõem a instrução normativa do Ministério da Agricultura. Eles são capazes de identificar problemas no processamento e a composição do produto, como gordura, açúcar e proteína.
“Um formão que cai no chão, uma fumaça que vai excessivamente para o pólen, tudo é detectado nas nossas análises”, diz Lídia. “Isso tem dado uma qualidade para o trabalho dos apicultores, está retornando financeiramente, empoderando famílias”, completa.
O produtor Anselmo Matos Nascimento tem 60 caixas de abelha. Para ele, a compra do pólen pela cooperativa fortalece o trabalho.
“É mais fácil, a união faz a diferença”, afirma. “Sozinho você tem a dificuldade de juntar um volume de produção para poder atender uma determinada empresa. Mas quando junta a produção do grupo, você tem um poder de oferta.”
Concentrado em produzir, ele consegue de 3 a 3,5 quilos de pólen por mês em cada colmeia e diz que consegue ter uma renda de cerca de R$ 1,5 mil, livres.
Os criadores vendem pólen por R$ 65 o quilo. A atividade não impede o produtor de explorar outras fontes de renda no sítio.

Referência

Região de Campinas fecha 1º trimestre com alta de 6% nas vagas de aprendiz e estágio


De acordo com o Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee), foram 790 oportunidades no período. Confira cursos com maior quantidade vagas disponíveis e o valor médio da bolsa-auxílio. Ciee registrou 790 novas vagas de estágio para Campinas (SP) e região no primeiro trimestre.
Reprodução/EPTV
O Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) registrou 790 vagas de estágio e aprendizagem na região de Campinas (SP) no primeiro trimestre de 2019. O número representa uma alta de 6% no comparativo com o mesmo período de 2018.
Um levantamento feito a pedido do G1 aponta os dez cursos com maior número de vagas e média do valor da bolsa-auxílio nas unidades de Campinas e Mogi Mirim (SP), que atendem a região.
De acordo a instituição, desde o começo deste ano o maior número de vagas foi para o curso de administração, com 134 oportunidades.
Segundo a supervisora do Ciee Campinas, Luciana Bragil, o aumento de novas vagas no primeiro trimestre se dá naturalmente por ser um período de mais contratações e encerramento de contratos antigos.
”Período em que empresas e órgãos públicos estão buscando, de certa forma, oxigenação nos jovens”, afirma.
Valor médio da bolsa-auxílio
O balanço do Ciee mostra os dez cursos que lideram a média de bolsa-auxílio. A maioria dos cursos do ranking se enquadra no programa de estágio, com exigência mínima de nível técnico.
No curso de engenharia, que tem a maior média salarial, R$ 1,4 mil, o estudante precisa estar cursando ensino superior.
Como concorrer às vagas disponíveis
Os candidatos precisam se inscrever no site da instituição. Podem efetuar as inscrições alunos dos ensinos médio, técnico, tecnológico e superior.
”O estudante faz o cadastro no portal com perfil e senha. Ele pode consultar as vagas disponíveis para o seu perfil, e até se encaminhar para uma delas. Só vão aparecer vagas para o curso e atividade de atuação, de acordo com o perfil do candidato”, explica a supervisora do Ciee Campinas.
Caso o estudante não se encaminhe para alguma vaga, o Ciee também pode entrar em contato com o candidato e oferecer alguma oportunidade que se enquadre no perfil.
A instituição também auxilia para entrevistas e elabora o contrato do aprendiz ou estagiário.
Área de cadastro do estudante no site do Ciee.
Reprodução do site Ciee
Perfil para cada programa
De acordo com o Ciee, sempre há vagas para diversas áreas de atuação. O programa conhecido como “Aprendiz Legal” é destinado para alunos cursando ou formados no ensino médio, jovens de 14 a 24 anos. Já o programa de estágio é destinado para os perfis de nível técnico, tecnológico e superior. A idade mínima é a partir dos 16 anos.
Ao analisar o perfil destes jovens, a instituição também destaca a predominância de estudantes do sexo feminino. De acordo com a supervisora, a maior quantidade de contratações nestes casos foi para o curso de pedagogia.
”Geralmente é um curso que a maior parte é formada por mulheres” analisa.
Estudantes participantes do programa ‘Aprendiz Legal’ do Ciee Campinas (SP).
Caroline Possebon
*Sob supervisão de Luciano Calafiori
Veja mais notícias da região no G1 Campinas

Referência

Trump pede maior investimento japonês nos EUA e critica desvantagem comercial


Presidente americano está em Tóquio para fortalecer laços com o país, mesmo após o surgimento de tensões comerciais. Trump irá se encontrar com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, e com o novo imperador, Naruhito. Donald Trump durante encontro com líderes japoneses neste sábado (25)
Jonathan Enrnst/Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu neste sábado (25) que os empresários japoneses aumentem seu investimento nos Estados Unidos, enquanto criticou o Japão por ter uma “vantagem substancial” no comércio, o que seus negociadores tentam equilibrar com um acordo bilateral.
Trump chegou ao Japão para uma visita com o intuito de mostrar laços fortes entre as nações, mesmo que as relações comerciais sejam problemáticas. À noite, a Sky Tree Tower ficou vermelha, branca e azul, em homenagem a Trump.
Torre Skytree iluminada com as cores da bandeira dos EUA neste sábado (25)
Naoki Morita/Reuters
Pouco após chegar ao aeroporto e ser recepcionado com um tapete vermelho, Trump participou de uma recepção na residência do embaixador norte-americano, William Hagerty. De acordo com a Casa Branca, o evento contou com executivos de Toyota, Nissan, Honda, SoftBank e Rakuten.
Trump disse aos executivos que nunca houve um melhor momento para investir nos Estados Unidos e repetiu a queixa de que as políticas do Federal Reserve, o banco central norte-americano, impediram que o crescimento econômico dos EUA atingisse seu potencial total.
Com negociações em andamento, Trump chegou a dizer que quer um acordo para equalizar a balança comercial entre os dois países.
“O Japão teve uma vantagem substancial por muitos, muitos anos, mas tudo bem, talvez seja por que gostamos demais de vocês”, disse.
“Com este acordo, esperamos resolver o desequilíbrio comercial, removendo barreiras às exportações dos EUA e assegurando a justiça e a reciprocidade em nossas relações”, afirmou.
Primeiro-ministro japonês Shinzo Abe, se reunirá com Trump em Tóquio
Reuters
O comércio deve ser um dos assuntos da reunião na segunda-feira entre Trump e o premiê japonês, Shinzo Abe, mas nem mesmo um acordo parcial deve ser alcançado, disse o ministro do Comércio do Japão, Toshimitsu Motegi, após se encontrar com seu colega norte-americano, Robert Lighthizer, neste sábado.
Terremoto no Japão
Poucas horas antes de Trump chegar no Japão, um terremoto de magnitude média atingiu a cidade de Tóquio. O tremor foi registrado às 15h20 (horário local, 3h20 de Brasília) e teve seu epicentro foi em Chiba, a sudeste da capital, local onde o Trump deve jogar golfe neste domingo (26).

Referência

Suspensão da Avianca pode cancelar mais de 8 mil voos até o fim do ano


Na sexta-feira, a Anac barrou todos os voos da companhia até que ela comprove capacidade para manter as atividades em segurança. Funcionários em balcão da companhia aérea Avianca em aeroporto de São José dos Pinhais (PR)
Paulo Whitaker/Reuters/Arquivo
Se a operação da Avianca Brasil continuar suspensa até o fim do ano, mais de 8 mil voos podem ser cancelados até lá. Na sexta-feira (24), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) barrou todos os voos da companhia até que ela comprove capacidade para manter as atividades em segurança.
De acordo com os dados informados pela própria Avianca para a Anac, a companhia aérea tem 8.646 voos programados até o fim do ano. Em média, são 39 por dia.
Veja os direitos dos passageiros em caso de cancelamento e atraso de voo
Quarta maior companhia aérea do país, a Avianca Brasil entrou em recuperação judicial em dezembro do ano passado. De lá para cá, a empresa já cancelou milhares de voos, além de suspender a operação em diversos aeroportos. Reduzida, só concentra suas atividades em Congonhas, Santos Dumont, Brasília e Salvador.
Na sexta, pilotos e comissários da empresa fizeram uma greve nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Os funcionários da empresa alegam que não estão recebendo salários e nem o depósito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
Pilotos e comissários da Avianca entram em greve
Leilão cancelado
Um leilão com parte dos ativos da Avianca Brasil estava marcado para 7 de maio, mas foi suspenso por determinação da Justiça. A empresa recorreu da decisão. Azul, Gol e Latam já manifestaram interesse e estavam credenciadas para a disputa. Elas cobiçam, sobretudo, os slots (autorizações de pouso e decolagem).
Em abril, os credores da Avianca Brasil aprovaram o plano de recuperação judicial da companhia. Se ainda for adiante, a proposta prevê a divisão da companhia em sete unidades produtivas isoladas (UPIs).
A Azul chegou a fazer duas propostas pelos ativos da Avianca Brasil. Em março, ofereceu US$ 105 milhões para comprar parte das operações da companhia, mas em abril anunciou a desistência, acusando Gol e Latam de agirem para evitar a concorrência da ponte aérea São Paulo-Rio de Janeiro, a mais cobiçada do país.
Na última proposta, apresentada neste mês, a companhia pediu a realização de um novo processo competitivo com a proposta de uma nova UPI pelo valor mínimo de US$ 145 milhões.
A Avianca Brasil se posicionou contra nova proposta de compra feita pela Azul.
Initial plugin text

Referência

Troca de chutes: as previsões da 6ª rodada


Agora virou mesmo goleada. O nosso modelo está afiadíssimo e abriu 15 pontos de vantagem em meu desafio com o Thiago Maranhão no Troca de Chutes. Eu e Thiago acertamos os 2 a 0 do Inter sobre o CSA, mas para o meu adversário foi só.
Enquanto ele errou todos os outros nove resultados da quinta rodada, as previsões da Futscience acertaram também o placar de Goiás 1×0 Botafogo e as vitórias do Fluminense, Palmeiras e Ceará.
Resultado de momento: 46 a 31. E olha que o Thiago apelou aos especialistas, Grafite e Ana Thaís. Mas o algoritmo, que usa machine learning, isto é, aprende a cada rodada com cada equipe, é implacável: acertou 24 (48%) resultados e cinco (10%) placares nos 50 jogos até agora.
O quadro vai ao ar sempre na véspera de cada rodada do Campeonato Brasileiro no programa Trocas de Passes, do Sportv. Acertar o vencedor dá 1 ponto e quem acerta o placar ganha 5.
As previsões da sexta rodada:
Troca de chutes
Samy Dana/Futscience
E os placares:
Troca de chutes
Samy Dana/Futscience
E aí, quem vai acertar mais? Domingo a gente confere.

Referência

Neon Pagamentos tem prejuízo de R$ 41,6 milhões em 2018


A receita operacional subiu 452,1%, mas os custos dos serviços prestados saltaram 507,9%. Neon
Reprodução/Facebook/Banco Neon
A fintech Neon Pagamentos teve prejuízo líquido de R$ 41,636 milhões em 2018, 228,6% pior do que o resultado do ano anterior, que havia sido negativo em R$ 12,670 milhões. A receita operacional subiu 452,1%, a R$ 4,930 milhões, mas os custos dos serviços prestados saltaram 507,9%, a R$ 11,818 milhões. As despesas operacionais tiveram alta de 180,2%, a R$ 15,393 milhões.
“Em 2018, nossa principal diretriz de negócios foi voltada à implantação de melhorias e recursos tecnológicos com o objetivo de criar o melhor sistema de plataforma digital de pagamentos para os nossos clientes”, diz o relatório da administração.
Ontem, o Valor divulgou que a Neon Pagamentos deve concluir em breve uma segunda rodada de aumento de capital. As tratativas já estão avançadas e a expectativa é que a operação ganhe aval do Banco Central em breve. A gestora General Atlantic deve fazer um aporte e outros investidores participam da operação.
No balanço, na parte de “eventos subsequentes”, a Neon diz que em fevereiro assinou um termo de compromisso com um investidor institucional para aporte financeiro por meio da emissão de ações “no montante suficiente para o perfeito funcionamento da companhia pelos próximos 18 meses”. A previsão é que a operação seja concluída entre o segundo e o terceiro trimestres.
A capitalização ocorre pouco mais de um ano após a Neon Pagamentos viver sua maior crise, quando o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Neon (antigo Pottencial), que era seu parceiro operacional. Logo na sequência, a fintech fechou um acordo com o Banco Votorantim e conseguiu voltar a operar normalmente.
No balanço de 2018, na parte de “créditos diversos e adiantamentos”, há uma rubrica de R$ 1,827 milhão de “valores a receber de parceria”. Segundo o Neon, o saldo refere-se a “adiantamento de contrato de parceria operacional que prevê o ressarcimento de certas despesas incorridas no curso dos negócios decorrentes da parceria e envolvem o ressarcimento parcial de gastos com utilização de sistemas de processamento de dados, marketing e custos de cobrança”.
Atualmente, a Neon tem quase 2 milhões de clientes cadastrados.

Referência

Preço médio da gasolina nas bombas sobe quase 10% no 1º semestre


O valor médio por litro do etanol também caiu; já o valor médio do diesel teve leve alta. Bomba de gasolina em posto da zona sul de São Paulo
Marcelo Brandt/G1
O preço médio por litro da gasolina terminou a semana em queda, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (24) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Segundo o levantamento semanal, o valor médio por litro passou de R$ 4,558 para R$ 4,55 – uma queda de 0,18%. No ano, a alta acumulada do preço da gasolina é de 4,8%.
De janeiro a abril, a inflação foi de 2,09%, considerando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Petrobras reduz preço da gasolina na refinaria em 4,4% a partir de sábado
O valor da gasolina divulgado pela pesquisa semanal representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região.
Já o diesel terminou a semana em alta de 0,08%, de R$ 3,652 por litro para R$ 3,655. No ano, o valor médio do combustível acumula alta de 5,9%. Da mesma maneira que a gasolina, o valor é a média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos.
A ANP também monitora os valores médios do etanol e do gás de cozinha. Nesta semana, o preço médio do etanol caiu 1,9%, de R$ 3,005 por litro para R$ 2,946. Foi a quarta queda semanal seguida. No ano, porém, o valor do combustível acumula avanço de 4,3%.
Já o preço médio do gás de cozinha terminou a semana em alta. O avanço foi de 1,1%, de R$ 68,95 para R$ 69,76.

Referência

Maia defende que Câmara vote projetos da agenda econômica

Próximo passo é definir relator para edital de licitação das frequências. Faixas escolhidas foram 2,3GHz e 3,5GHz. A Anatel deliberou nesta quinta-feira (23) o destino e a regulamentação sobre o uso das faixas de 2,3 GHz e 3,5GHz, que serão usadas para a internet móvel de quinta geração, o 5G.
Segundo a Anatel, a faixa de 2,3 GHz é um importante para alinhamento com sistemas mundiais do tipo IMT (sigla em inglês para Telecomunicações Móveis Internacionais), enquanto que a faixa de 3,5 GHz é tida por muitos como a porta de entrada para as redes de altíssima velocidade da quinta geração de telefonia.
“A aprovação dessas duas matérias é um passo importante para o processo licitatório no qual temos trabalhado, para que seja contemplado o interesse nacional”, destacou em nota o presidente da Anatel, Leonardo de Morais.
O próximo passo é determinar um relator para o edital que será aberto para o leilão das redes no ano que vem. Depois, o edital irá para uma consulta pública.
Segundo a Anatel, a destinação das frequências levou em consideração blocos, arranjos, distribuição geográfica e contrapartidas a serem exigidas dos vencedores da futura licitação, até possíveis medidas preventivas e corretivas para mitigar eventuais interferências prejudiciais entre os sistemas de radiocomunicação.

Referência

Em MT, búfalos são vacinados contra aftosa; vacinação termina em 31 de maio


Propriedade em Jangada investe na criação da búfalos para produção de leite e derivados. Campanha de vacinação abrange bubalinos
Reprodução/TVCA
No próximo dia 30 termina a campanha de vacinação contra a febre aftosa para bovinos e bubalinos, em Mato Grosso. Em uma propriedade rural de Jangada, a 82 km de Cuiabá, o dono já imunizou os 110 búfalos que cria no local.
A criação dos animais que se encaixam na categoria de bubalinos, começou há 14 anos. Os búfalos precisam de uma área grande e com adequações necessárias às características. Neste caso, são 400 hectares dedicados, exclusivamente, a eles.
Para facilitar o manejo, o proprietário da fazenda, Joaquim Junqueira, dividiu a criação em piquetes fechados com cerca elétrica, porque o búfalo tende a fugir. Esse controle é feito em toda a propriedade que também dispõe de dez represas.
“ Por causa da cor de pele dele, o búfalo precisa de muita água. Ele mergulha várias vezes por dia e também gosta de sombra”, explicou o criador.
Os bubalinos são muitos diferentes do bovinos, tanto em características, quanto no manejo. No caso da vacinação, Manoel Luzio da Conceição, funcionário da fazenda explicou que os búfalos são mais calmos.
“Além do couro ser mais grosso, o que facilita a aplicação, são animais mais doceis e não atacam a gente”, contou.
Animais são vacinados contra Aftosa, Brucelose e raiva
Reprodução/TVCA
O funcionário aproveita o manejo no curral para vacinar o rebanho também contra brucelose, raiva e aplica vermífugo.
Em Mato Grosso, nessa etapa, devem ser vacinados pouco mais de quinze mil bubalinos contra a aftosa.
De acordo com proprietário, essa espécie não dá trabalho, pois não sofrem de algumas doenças e pragas comuns aos bovinos.
“Não têm carrapato, nem mosca do chifre. De vez têm piolho, mas basta uma pulverização para acabar”, relatou Joaquim.
O objetivo da criação de bubalinos na propriedade de Joaquim é a produção de leite. Para aumentar a produção, o dono investiu em melhoramento genético e nutrição dos animais.
Atualmente, as fêmeas produzem o dobro de litros que era produzido em 2006, quando o criador começou a investir nessa espécie.
“Eu tirava uma média de cinco litros, hoje tiro entre oito e novo litros”, afirmou Joaquim.
Esse volume de produção por animal é baixo, se comparado com a pecuária leiteira bovina, mas para o pecuarista, o resultado das fêmeas é muito bom.
No local há 40 búfalas em lactação que produzem 330 litros por dia. Toda a produção é destinada fabricação de queijos e doces.
“Nós fazemos mussarela de vários tipos frescal e doce de leite aproveitamento totalmente o que é produzido”, disse Joaquim.
Criador investe na produção de leite de búfala
Reprodução/TVCA
Criadores do Brasil
Em nível nacional, os maiores rebanhos de búfalos estão no Pará, Amapá, São Paulo e Maranhão. A espécie também é dividida em diversas raças: morra, murrah, jafarabadi e mediterrâneo. O morro e o jafarabadi são indianos. Já o mediterrâneo é italiano.
Fazenda de MT investe na criação de búfalos
Reprodução/TVCA

Referência