Governo editará decreto para tentar simplificar análise de benefícios no INSS, diz ministro

Governo editará decreto para tentar simplificar análise de benefícios no INSS, diz ministro

Governo editará decreto para tentar simplificar análise de benefícios no INSS, diz ministro


Segundo Jorge Oliveira (Secretaria-Geral), decreto pode prever, por exemplo, redução no número de documentos. Governo também anunciou contratação de militares da reserva para reduzir fila. Jorge Oliveira, ministro da Secretaria-Geral
Reprodução/GloboNews
O ministro da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, afirmou nesta terça-feira (14) que o governo editará um decreto para tentar simplificar o processo de análise de pedidos de benefícios no INSS.
Segundo Jorge Oliveira, o texto do decreto foi enviado ao Palácio do Planalto nesta terça pelo secretário-especial de Previdência, Rogério Marinho, e passará pelos últimos ajustes de redação nesta semana.
Atualmente, cerca de 2 milhões de pessoas estão na fila à espera de resposta do INSS.
De acordo com o ministro, o decreto vai “desburocratizar” o atendimento e tornar “viável” a redução da fila.
Os detalhes ainda não foram divulgados, mas, conforme Jorge Oliveira, o decreto pode prever, entre outros pontos, redução no número de documentos pedidos e menos etapas no INSS para verificação e concessão de benefícios.
Governo vai chamar sete mil militares da reserva para agilizar a fila do INSS
Militares da reserva
Mais cedo, nesta terça, o governo anunciou a contratação de 7 mil militares da reserva para tentar reduzir essa fila (veja detalhes no vídeo acima).
“A ideia é que esses militares possam ingressar no atendimento, nos postos de atendimento, para permitir que os profissionais, que os funcionários do INSS nos ajudem na análise dos documentos, dos processos, e agilizem essa análise”, declarou o secretário de Previdência, Rogério Marinho.
Cerca de 7,8 mil servidores do INSS fazem a análise de documentos para a concessão de benefícios.
Com a chegada dos militares, funcionários do INSS devem sair do atendimento e reforçar a análise. A expectativa é que o número de analistas chegue a 10 mil.
Camila Bomfim
Editoria de Arte / G1

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