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Programa vem fortalecendo o compromisso do Governo Federal no combate à fraude e à corrupção dentro do ministério e de órgãos federais vinculados à pasta.

O programa Radar Anticorrupção, do Ministério da Infraestrutura, completa, nesta quinta-feira (7), um ano com 269 denúncias encaminhadas às autoridades policiais e órgãos de controle. Das denúncias encaminhadas, 43 foram à Policia Federal e 16 para a Controladoria-Geral da União (CGU), além de encaminhamentos para a Polícia Civil dos Estados, Ministério Público e Tribunal de Contas da União (TCU).

O secretário executivo do MInfra, Marcelo Sampaio, destacou que o Programa Radar Anticorrupção é um marco da gestão do presidente Jair Bolsonaro, que tem entre suas diretrizes o combate à corrupção. “Temos aqui no MInfra o engajamento da alta administração no sentido de criar um ambiente favorável para garantir as melhores práticas de governança corporativa”, explicou o secretário. “Após um ano, consideramos que o programa tem sito exitoso em criar uma cultura de integridade no serviço publico”, ressaltou.

Criado para aprimorar a gestão pública, melhorar o controle interno, zerar casos de corrupção envolvendo contratos da Pasta e dificultar os desvios de conduta e de recursos públicos, o programa também reestruturou a seleção de servidores públicos baseados em critérios técnicos. Até o momento, já foram analisados 456 processos de nomeação de servidores públicos. “Essa foi uma reestruturação importante para o momento atual do Governo Federal para dar mais transparência aos processos”, enfatizou a subsecretária de Governança e Integridade do MInfra, Fernanda Costa de Oliveira, que é delegada da Polícia Federal.

O programa envolve o compartilhamento de informações com outros ministérios, estabelece regras de compliance para os servidores do MInfra, define critérios técnicos para a nomeação de cargos e funções gratificadas e mantém canais oficiais de denúncia à disposição dos cidadãos. “Quando lançamos o Radar Anticorrupção tínhamos o objetivo de mostrar para sociedade o compromisso do Governo Federal e do MInfra no combate à corrupção, dando celeridade e transparência nos processos administrativos”, destacou a delegada.

PREVENÇÃO – O Radar Anticorrupção foi lançado em maio de 2019 e vem sendo desenvolvido em cooperação entre o Ministério da Infraestrutura, Ministério da Justiça e Segurança Pública, Controladoria-Geral da União (CGU), Advocacia-Geral da União (AGU) e Polícia Federal (PF). O programa tem o objetivo de aprimorar a gestão pública a partir da adoção de medidas voltadas à prevenção, à supervisão e ao enfrentamento de riscos de fraude e de corrupção no MInfra.

Além da “Supervisão Ministerial”, os outros quatro pilares do programa são “Conexão Integridade”, que envolve o compartilhamento de informações com os demais parceiros do programa; “Profissionais do Progresso”, que regulamenta o processo de seleção e de avaliação de integridade para ocupação de cargos no ministério; “Canal Transparência”, que estimula, por meio de campanhas permanentes, a utilização dos canais oficiais de denúncia; e o “Guia Rápido de Conduta Ética”, que promove a disseminação de boas práticas e orienta o comportamento dos servidores.

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Objetivo do encontro virtual foi promover o debate e a troca de experiências entre o Brasil e os EUA para melhorias do ambiente regulatório no trânsito brasileiro

Nesta quinta-feira (7), representantes do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) participaram do workshop sobre Avaliação da Conformidade Brasil – Estados Unidos. O eventoem formato virtual, realizado pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia, em conjunto com o Departamento de Comércio dos EUA, teve como foco promover discussões técnicas, possibilitando iniciativas de cooperação e trocas de experiências em temas de interesse comum, que podem contribuir para a melhoria do ambiente regulatório brasileiro e a implementação de boas práticas regulatórias.

O coordenador-Geral de Segurança Viária do Denatran, Daniel Mariz Tavares, apresentou os aspectos que envolvem a certificação de veículos no Brasil, detalhando como se dá o processo de elaboração das normas de segurança veicular pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) e o procedimento para a concessão do Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito (CAT). Destacou, ainda, o recém-lançadoPrograma de Rotulagem Veicular de Segurança.

Por sua vez, a agência americana de Segurança Rodoviária, National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), explicou como ocorre o processo de autocertificação de veículos nos Estados Unidos, destacando o papel que a agência tem no controle do mercado e na realização de testes de segurança e de pesquisa na área da segurança veicular.

“Trata-se de um momento muito importante para o Denatran, já que foi a primeira vez que o departamento discutiu de forma institucional aspectos relacionados à segurança veicular com a NHTSA. O evento também foi importante para se observar como os distintos processos regulatórios ocorrem, não só em outros países, como tambémentre os órgãos do próprio governo brasileiro”, destacou Mariz.

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Ministério da Infraestrutura coordena operação especial para trazer da China equipamentos de proteção adquiridos pelo Ministério da Saúde

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O primeiro lote das 240 milhões de máscaras, adquiridas pelo Governo Federal para combater a Covid-19, chegou ao Brasil no começo da noite desta quarta-feira (6). O Boeing 787-9 do Grupo LATAM Airlines, fretado pelo Ministério da Infraestrutura, pousou no Aeroporto Internacional de Guarulhos/SP às 19h, trazendo 2,2 mil caixas de máscaras cirúrgicas de três camadas, totalizando 4,4 milhões de unidades. Foi o primeiro dos 42 voos contratados pelo MInfra junto à LATAM para transportar as 960 toneladas de máscaras cirúrgicas e N95 compradas pelo Ministério da Saúde. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) serão distribuídos às 27 unidades da federação.

A aeronave da LATAM Airlines Chile decolou de Xangai (China) na terça-feira (5), carregada com cerca de 25 toneladas, fazendo escalas em Auckland (Nova Zelândia) e Santiago (Chile) antes de chegar ao Brasil. Os equipamentos foram levados para a central de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos, e de lá seguirão para os estados. “Estamos dando atenção especial a essa grande operação para garantir a chegada dos equipamentos às unidades de saúde e aos profissionais nos estados”, disse o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

“Com esta importante parceria reafirmamos nosso compromisso em prol da saúde dos brasileiros e dos profissionais de saúde que estão combatendo o vírus em nosso país. É uma satisfação para a LATAM Cargo poder fazer nossa parte e colaborar com as autoridades brasileiras para enfrentarmos juntos esta crise de saúde mundial” comenta Diogo Elias, diretor da LATAM Cargo Brasil.”

Para auxiliar no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, o Ministério da Infraestrutura desenvolveu um plano de logística e distribuição, em apoio ao Ministério da Saúde. O plano nacional abrange ações para garantir agilidade no transporte do material importado, no desembaraço aduaneiro nos aeroportos e na distribuição dos equipamentos nos estados.

Além dos 42 voos que serão fretados pelo governo, a Americanas vai custear o transporte de 15 milhões de máscaras, que são parte da carga do Ministério da Saúde, em duas aeronaves. O apoio da iniciativa privada também tem ocorrido por parte de outras empresas como a Vale, que está doando 5 milhões de kits de testes rápidos e 15,8 milhões de EPIs ao Governo Federal.

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Fotos GRU Airport / Divulgação

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Ministério da Infraestrutura assina contrato com BNDES para realização de estudos dos novos modelos de gestão dos portos; leilão deve ocorrer em 2022

O Ministério da Infraestrutura assinou contrato com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social) para a realização de estudos dos novos modelos de gestão e exploração do Porto de Santos (SP) e do Porto de São Sebastião (SP). O extrato do contrato foi publicado, nesta segunda-feira (04), no Diário Oficial da União. A previsão é que os resultados dos estudos sejam conhecidos no primeiro trimestre de 2021 e que o leilão ocorra em 2022.

Essa etapa definirá o melhor modelo de exploração dos dois portos. Na desestatização, o Estado transfere uma atividade ou um ativo à iniciativa privada por meio de venda, concessão ou autorização. A expectativa é que a entrada do setor privado na gestão dos portos gere maior fluxo de investimentos e mais dinamização da atividade portuária, além da modernização e melhoria dos níveis de serviços, aumento da eficiência, mais competividade (interna e externa), bem como incorporação das melhores práticas internacionais.

“A busca de um modelo mais eficiente, flexível e que amplie o potencial de investimentos por meio de recursos privados para a gestão dos portos brasileiros é a próxima fronteira do setor. E o início dos estudos, sobretudo do Porto de Santos, que é responsável por 28% da corrente de comércio brasileira, é um marco definitivo nesse processo”, avalia o ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

A primeira etapa do processo foi a qualificação dos estudos para a desestatização junto ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), no ano passado. Agora, a partir da assinatura do contrato com o BNDES, o banco fica responsável não apenas pelos estudos e pela modelagem da desestatização dos empreendimentos portuários, como, também, pelo suporte à realização das audiências públicas e do leilão, acompanhando o processo até a assinatura do contrato entre o setor público e o parceiro privado vencedor do certame.

“A desestatização do Porto de Santos, pela sua importância na nossa balança comercial, será um marco para o setor e para a retomada da economia, além de um grande sinal dessa sólida colaboração entre o BNDES e o Ministério da Infraestrutura em favor do Brasil”, acredita o presidente do banco, Gustavo Montezano.

 O diretor-presidente da Santos Port Authority (SPA), Fernando Biral, também ressalta a participação do setor privado neste novo momento do porto, o que, para ele, será fundamental para um salto de eficiência e agilidade no desenvolvimento de novos negócios e implementação de projetos. “A primeira etapa desse processo já foi suplantada com a virada financeira e operacional da companhia, em 2019. Agora, partimos para adequar a Autoridade Portuária às expectativas do setor privado, tornando-a atrativa ao mercado com a máxima geração de valor ao acionista”, diz.

 

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PORTO DE SANTOS – Os números do porto são superlativos e dão a dimensão da importância da atração da iniciativa privada no processo de desestatização. Somente em 2019, foram 134 milhões de toneladas movimentadas, receita líquida de R$ 967,8 milhões e lucro líquido de R$ 87,3 milhões. A taxa de crescimento anualizada é de cerca de 5%.

O porto recebe cerca de 4.800 navios por ano e sua infraestrutura justifica o volume: 16 km de cais, 100 km de malha ferroviária interna, 20 km de acessos rodoviários internos e 55 km de dutovias. O complexo portuário de Santos reúne 51 terminais, sendo 37 arrendamentos, seis terminais de uso privado (TUPs) e oito terminais retroportuários.

PORTO DE SÃO SEBASTIÃO – O complexo portuário de São Sebastião é composto pelo porto público e pelo terminal de uso privado (TUP) da Transpetro. O porto encontra-se delegado pela União ao estado de São Paulo, sendo administrado pela Companhia Docas de São Sebastião (CDS). No total, dispõe de cinco berços de atracação, quatro pátios de armazenagem, além de cinco silos com 4 mil toneladas de capacidade estática.

Em 2019, movimentou 740,5 mil toneladas, aumento de 6,5% em relação ao ano anterior. Entre as principais cargas estão: graneis sólidos (94,2%), carga geral (3,5%) e granel líquido e gasoso (2,3%). Mesmo com o crescimento no volume transportado, o prejuízo líquido acumulado do porto supera os R$ 43,5 milhões ¬– um dos principais argumentos para a desestatização.

 

Foto: SPA/Divulgação

Ministério da Infraestrutura (MInfra)
Santos Port Authority (SPA)
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)

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Ministro, por meio de videoconferência, assinou, nesta terça (5), Ordem de Serviço na presença da bancada federal da Paraíba

O Governo Federal vai retomar as obras na BR-230, também conhecida como rodovia Transamazônica. Nesta terça-feira (5), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, se reuniu por videoconferência, com a bancada federal da Paraíba, para a assinatura da Ordem de Serviço para retomada da obra de adequação de capacidade e segurança da BR-230/PB, no trecho entre Cabedelo e João Pessoa. O Exército Brasileiro, por meio do 1º Batalhão de Engenharia de Construção, e com o apoio do General de Brigada Rogério Cetrim de Siqueira, realizará a obra dos trechos do km 2 ao 10, com previsão de entrega em 2021.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e o Exército Brasileiro oficializaram, na semana passada, o Termo de Execução Descentralizada (TED) para retomada dos serviços. Ficando de responsabilidade do DNIT a fiscalização técnica dos trabalhos e gestão conjunta do TED.

Segundo o ministro, serão repassados R$ 35 milhões para que o Exército retome as obras dos 8km para responder pelos principais gargalos da rodovia. “Nossa previsão é que a obra termine em 2021, mas teremos que investir mais R$ 40 milhões para conclusão no próximo ano” afirma. Além disso, Tarcísio ressaltou que a bancada da Paraíba foi fundamental para dar continuidade às obras da BR-230/PB.

“Serão em torno de 36 meses para finalização de toda a obra, a depender de recursos disponibilizados, mas estou confiante que vamos entregar a rodovia para o estado da Paraíba no tempo desejado”, destaca o ministro. Freitas ainda relata que a intenção é o seguimento da obra no segundo semestre de 2021, por meio de licitação ou até mesmo pelo Exército novamente.

BR-230/PB – Esse empreendimento beneficiará a região metropolitana de João Pessoa, possibilitando melhores condições de segurança e trafegabilidade, além de melhor acesso ao Porto de Cabedelo. No trecho, o fluxo diário chega a 70 mil veículos nos feriados.

Outras ações – A pavimentação da BR-426/PB, que liga Nova Olinda a Santana dos Garrotes, está em fase final. A obra, que teve investimento de R$ 12 milhões já está com 90% concluída e a previsão de conclusão até junho de 2020, trará benefícios para a região metropolitana do Vale do Piancó.

 

Com informações do DNIT

Foto: Alberto Ruy

 

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Estado é mais um a permitir que o condutor tenha a versão eletrônica do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV)

O Departamento de Trânsito de Tocantins (Detran-TO) aderiu, nesta terça-feira (5), ao sistema que possibilita a versão digital do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). O lançamento foi adiantado por conta da pandemia causada pelo novo Coronavírus, visando facilitar a vida do cidadão e reduzir a aglomeração de pessoas nos postos de atendimento. Agora, os condutores que tiverem automóveis registrados no estado, já podem ter acesso à versão digital no celular.

Com a adesão do Tocantins, já são 25 estados que aderiram ao CRLV eletrônico: Ceará, Rondônia, Goiás, Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Maranhão, Amapá, Amazonas, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Alagoas, Paraná, Mato Grosso, Acre, Espírito Santo, Roraima, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, além do Distrito Federal. Até o momento, já foram registrados 3.093.578 downloads de CRLVs digitais no Brasil.

A versão eletrônica do CRLV traz todas as informações do documento impresso e tem a mesma validade jurídica do CRLV físico. Ele pode ser acessado mesmo que o proprietário esteja sem acesso à internet, já que o aplicativo gera um arquivo PDF com uma assinatura digital, o que garante a autenticidade do documento. A emissão é inteiramente online e não é necessário comparecer ao Detran local para obter o documento digital.

CARTEIRA DIGITAL DE TRÂNSITO – Em vigor desde julho de 2017, o aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), que funciona como uma carteira virtual do condutor, emite tanto o CRLV quanto a versão eletrônica da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Mas, diferentemente do documento do carro, que ainda está contando com a adesão dos estados, a CNH já está disponível para todo o país. Atualmente, são 6,1 milhões de carteiras de habilitação eletrônicas.

Para a liberação da versão digital da CNH, é necessário que o documento tenha sido emitido a partir de 1º de maio de 2017. Isso porque o usuário, além de ter que preencher o cadastro, deve escanear o QR Code localizado no verso da CNH de papel. Por outro lado, para o documento CRLV digital é necessário apenas informar o número do Registro Nacional de Veículo (Renavam) e o número de segurança do Certificado de Registro do Veículo (CRV).

O aplicativo oficial, desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), é o Carteira Digital de Trânsito (CDT). Ele é disponibilizado gratuitamente para smartphones compatíveis com os sistemas Android e iOS, acessíveis nas lojas virtuais Play Store e Apple Store, respectivamente.

 

Foto: Divulgação/Detran-BA

 

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Durante debate virtual promovido pelo TCU, Tarcísio de Freitas ressaltou os desafios para dar continuidade aos projetos do setor durante a crise do Coronavírus

A continuidade do programa de concessões do Governo Federal é essencial para a retomada do desenvolvimento do país no período após a pandemia do novo Coronavírus. A afirmação é do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que participou, na manhã desta terça-feira (5), de um debate virtual (webinário) promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Coordenado pelo Grupo Temático de Infraestrutura do Centro de Altos Estudos em Controle e Administração Pública (Cecap) do TCU, o encontro teve por objetivo promover a discussão sobre os desafios da pandemia da Covid-19 para o setor de infraestrutura do país.

Freitas ponderou a importância do diálogo entre o Governo Federal e os órgãos de controle e reafirmou o compromisso do Minfra em manter o cronograma de concessões. “O ministério segue em diálogo constante com o TCU e vem trabalhando para que os impactos da pandemia não prejudiquem nosso cronograma de projetos. Teremos que fazer alguns ajustes, mas estamos trabalhando para deixar um ambiente de negócios cada vez mais propício e atrativo”, destacou.

O ministro reiterou a discussão que existe para o reequilíbrio dos contratos de concessões e que está analisando caso a caso. “Antes da pandemia já existiam concessionárias com problemas na execução dos contratos, e não podemos deixar que a crise da pandemia seja tábua de salvação para postergação desses processos que já tinham um alto grau de inadimplemento”, comentou Tarcísio.

Durante o debate, Freitas defendeu que os estudos de concessões que estão em curso estão contemplando o cenário futuro e que um esforço está sendo feito para tornar os projetos mais aderentes à nova realidade. “Estamos vivendo realmente um ambiente difícil com a crise do Coronavírus, mas temos ciência que a aceleração dos investimentos privados nas concessões de infraestrutura terá um papel fundamental para uma retomada mais forte da atividade econômica”, finalizou.

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Até o final do ano, a Fraport Brasil conclui a ampliação da pista de pouso e decolagem

Fortaleza Airport Foto aérea

A Fraport Brasil, que assumiu as operações do Aeroporto de Fortaleza em janeiro de 2018, concluiu a primeira fase das obras de infraestrutura previstas no contrato de concessão, firmado com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Falta ainda a etapa de extensão da pista de pouso e decolagem em 210 metros, a ser entregue até dezembro deste ano.

Além das primeiras intervenções realizadas após a concessionária assumir o aeroporto, que contemplaram os sistemas operacionais, iluminação, banheiros, wi-fi e sinalização, a Fraport Brasil iniciou, em abril de 2018, as obras de ampliação do Terminal de Passageiros e, paralelamente, a reforma da estrutura existente. A primeira grande mudança para os passageiros foi a unificação das salas de embarque doméstico, que transformou o espaço numa grande área de circulação, facilitando o acesso aos portões por uma única entrada.

Em maio de 2019, o acesso ao embarque internacional também ganhou mais espaço, com a área de controle de segurança e passaporte aumentada. Em junho, os passageiros ganharam novos sanitários, balcões de imigração mais modernos, nova esteira de bagagem – com tecnologia de padrão internacional – e novos elevadores. Também foi entregue uma nova área de check-in com 40 balcões de atendimento para voos domésticos e 20 posições para voos internacionais.

Uma nova via foi implementada para possibilitar o acesso direto ao novo local de check-in (piso 1). O novo acesso viário segregou o fluxo de veículos para quem chega (piso 1) ou sai do aeroporto (piso 2), garantindo maior fluidez no trânsito.

TECNOLOGIA – No final do ano passado, o leitor automático de cartão de embarque, o BCBP (Bar Coded Boarding Pass), entrou em operação. Foram instaladas oito máquinas no embarque doméstico e seis no acesso ao embarque internacional. Também foram instalados os sistemas BHS (Baggage Handling System), que realiza a coleta, identificação e distribuição das bagagens, o HBS (Hold Baggage Screening), que faz o escaneamento (triagem) automático de bagagens, proporcionando um processo mais seguro e eficiente, e o BMS (Building Management System), que faz o gerenciamento predial, de forma a alertar necessidades de tomadas de ação. 

Outra melhoria foi a substituição do sistema de som. O PAS (Public Address System) é um sistema de som que consiste em microfones, amplificadores e caixas de som, que tem a função de informar aos passageiros e usuários sobre voos, alertas, entre outras informações pertinentes às dependências do aeroporto. O novo sistema é baseado em IoT (Internet of Things), conectado a uma infraestrutura de rede que possui fácil manutenção.

Em outubro de 2018, o Banco do Nordeste aprovou o financiamento de R$ 692 milhões à Fraport Brasil – Fortaleza. A operação foi feita com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e compreende 70% do montante total investido no empreendimento, que tem complemento com recursos próprios da Fraport. O investimento total nas obras é R$ 1 bilhão, valor que contempla a contratação do consórcio construtor, a compra de equipamentos, o desenvolvimento e a gestão do projeto.

Fortaleza Airport Praça de alimentação Iluminação e sinalização

Paralelo às obras de ampliação e reforma do terminal de passageiros, a Fraport Brasil – Fortaleza realizou melhorias e construções no airside (lado ar, onde operam as aeronaves). Foram reformadas as taxiways (vias de circulação das aeronaves), instalados 7,5 mil metros de cerca patrimonial e reformadas as vias de serviço.

A Fraport Brasil – Fortaleza e a Fraport Brasil – Porto Alegre são subsidiárias da Fraport AG Frankfurt Airport Services Worldwide, uma das empresas líderes no mercado global de aeroportos. É proprietária e operadora do Aeroporto de Frankfurt, maior aeroporto da Alemanha com mais de 64 milhões de passageiros por ano. Seu portfólio inclui 30 aeroportos pelo mundo.

Em um processo de licitação internacional, ocorrido em março de 2017, no qual o Governo Federal concedeu quatro aeroportos brasileiros à iniciativa privada, durante a quarta rodada, a Fraport AG conquistou a concessão dos aeroportos de Fortaleza e Porto Alegre pelos próximos 30 e 25 anos, respectivamente. Até 2022, o Ministério da Infraestrutura vai conceder mais 41 aeroportos.

 

Fotos Fraport Brasil / Divulgação

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Ministério da Infraestrutura participou de reunião por videoconferência, nesta segunda-feira (04/05), com investidores ligados à organização comercial

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, se reuniu por videoconferência, nesta segunda-feira (04/05), com investidores ligados ao Council Of the Americas, organização comercial cujo objetivo é promover o livre comércio, a democracia e abertura dos mercados nas Américas.

Tarcísio detalhou todas as ações que foram realizadas para garantir o abastecimento do país, como a criação do Conselho Nacional de Secretários de Transportes (Consetrans), que reúne todas as secretarias de transportes estaduais, e o seu papel na garantia de atividades consideradas essenciais.

“O risco de desabastecimento é zero. Já estamos há 45 dias com medidas de isolamento e nenhum produto faltou” informa o ministro. Freitas ainda acrescenta que portos, rodovias e ferrovias continuam funcionando normalmente. “Estamos trabalhando constantemente para garantir toda a segurança que os trabalhadores precisam, além de garantir remédios e alimentos para os cidadãos” afirma.

O ministro também relatou que o MINFRA não parou suas atividades ordinárias e que obras e etapas de concessões estão sendo executadas e entregues, conforme o planejamento do início do ano. “Mesmo com a crise, estamos confortáveis em seguir nossos projetos de concessão e nosso cronograma de entregar 54 obras públicas” complementou.

PróBrasil – O ministro destacou que o PróBrasil terá um papel importante em modernizar a regulamentação e a legislação do setor de infraestrutura, além de impulsionar investimentos privados de até R$ 250 bilhões no Ministério da Infraestrutura.

Para Tarcísio, a crise impactará no PIB de 2020, mas há plena convicção de que em 2021 a retomada acontecerá fortemente. “Certamente as ações do Ministério da Infraestrutura contribuirão para catalisar e acelerar está retomada da economia, do emprego e da geração de renda” afirma.

 

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Declaração foi durante live realizada nesta quinta-feira (30) pelo banco Itaú BBA com investidores

Durante uma live com executivos do banco Itaú BBA, realizada nesta quinta-feira (30), o ministro da Infraestrutura (MInfra), Tarcísio Gomes de Freitas, reafirmou o compromisso do Governo do Brasil em dar continuidade às obras do setor. Ele destacou a importância do investimento nas obras públicas para fortalecer a economia do país e a retomada do desenvolvimento diante da crise desencadeada pelo coronavírus.

“Mesmo neste período de pandemia, o Ministério da Infraestrutura do governo Jair Bolsonaro está com o cronograma de obras em dia. Nossas obras não pararam”, destacou o ministro. “Além disso, a programação das concessões de infraestrutura segue de acordo com o previsto. No segundo semestre, teremos leilões para chegar aos R$ 250 bilhões de investimentos privados, que é a nossa meta”, destacou.

No encontro virtual, Freitas falou sobre a logística para buscar equipamentos de proteção para profissionais de saúde, comprados pelo Governo Federal, e que serão usados no combate ao novo coronavírus. Segundo o ministro, serão realizados cerca de 40 voos, ao longo dos próximos dias, numa operação para importar 960 toneladas de materiais. Tarcísio destacou ainda as obras que estão em andamento no MInfra, como a pavimentação da rodovia BR-381, em Minas Gerais, e a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, a Fiol.

 

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