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Venda de veículos sobe 26,6% em fevereiro, diz Fenabrave


Com a maioria das lojas fechadas pela pandemia de coronavírus, setor regrediu ao patamar de 1992, segundo federação. Setor tem 7.300 concessionárias e emprega 315 mil pessoas. Imagem de arquivo de uma concessionária em SP
Fábio Tito/G1
Com o tombo histórico nos emplacamentos durante a pandemia de coronavírus, o futuro das concessionárias de veículos no Brasil é incerto. Das 7.300 lojas existente no país, cerca de 2,2 mil podem fechar definitivamente ainda em maio, de acordo com a associação das concessionárias, a Fenabrave.
“30% não suportam mais 15 dias por falta de liquidez”, disse Alarico Assumpção, presidente da federação, ao G1.
De acordo com entidade, além da paralisação das lojas por conta das regras de isolamento, os bancos não estão repassando o dinheiro para crédito, apesar da liberação do Banco Central (BC).
As concessionárias de veículos do Brasil empregam atualmente 315 mil colaboradores. “Precisamos de previsibilidade, não temos um cenário, um norte”, argumenta Alarico.
Efeito coronavírus: montadoras paralisam atividades
Seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), estados e municípios brasileiros empregam a quarentena ou isolamento social para combater o coronavírus, e mantêm o comércio fechado, exceto quando o serviço é considerado fundamental.
O último decreto federal sobre serviços essenciais na pandemia incluiu a comercialização de veículos na lista, porém, cabe a estados e municípios definirem suas regras de isolamento, como decidiu o Supremo Tribunal Federal (STF).
Até a última atualização desta reportagem, o número de casos confirmados de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no Brasil havia passado de 128 mil, com mais de 8,6 mil mortos.
Com os sistemas de saúde sobrecarregados, alguns estados determinaram um afastamento social mais drástico: o chamado lockdown.
Além de pedir a reabertura dos negócios, a Fenabrave trabalha junto com as montadoras de veículos para a liberação de R$ 40 bilhões em empréstimos para que o setor automotivo passe pela crise. “Precisamos de capital de giro para que o empresário possa trabalhar. Queremos esse dinheiro ao custo de mercado”, afirmou Alarico.
No mês passado, as montadoras também afirmaram o dinheiro não estava chegando ao consumidor, apesar de os bancos estarem “sentados na liquidez”.
Entre outras reivindicações, os concessionários também estão pedindo aos governos o adiamento de pagamento de impostos por 120 dias e negociando com as montadoras maiores prazos para a quitação de veículos e peças.
Regredindo 28 anos
No acumulado do ano, o setor de veículos registra queda de 27% nas vendas, ao comparar com o mesmo período de 2019, quando 839.417 veículos foram emplacados. Entre janeiro e abril de 2020, o setor atingiu 613.793 unidades, voltando ao patamar de 1992.
O tombo maior foi em abril, quando 55.732 automóveis, comerciais leves (picapes e furgões), ônibus e caminhões foram registrados, contra 231.922 em abril de 2019. Isso representa queda de 76% e fez o mercado regredir a números 22 anos atrás.
Vendas de veículos no Brasil segundo a Fenabrave
G1
De acordo com a Fenabrave, mesmo com o fechamento dos Detrans (Departamentos Estaduais de Trânsito), o que impede a colocação das placas em muitos lugares do Brasil, os dados correspondem ao total de vendas no período.
“Ele é 100% real (o número de emplacamentos). São veículos faturados, independentemente de estarem com o porte ou não da placa. A partir do instante que ele tem a nota fiscal emitida, ele já sai para o sistema do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) nacional automaticamente”, afirmou Alarico.
O G1 entrou em contato com do Denatran e o Detran-SP para esclarecer a relação entre emplacamentos e vendas, mas os órgãos ainda não se pronunciaram.
Desde março, o prazo para o emplacamento de veículos, que antes era de até um mês, foi suspenso por tempo indeterminado em todo o país. Com a decisão, os motoristas que compram veículos novos podem rodar apenas com a nota fiscal.
Concessionários pedem reabertura
De acordo com a Fenabrave, entre 35% a 40% das concessionárias do país estão em funcionamento parcial, operando no regime de dias alternados — um dia aberto e outro fechado. No caso das assistências técnicas, autorizadas desde o início da pandemia, o número chega a 100% das lojas em funcionamento.
Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina já autorizaram a reabertura das concessionárias locais, afirma a Fenabrave.
Para a entidade, o retorno no estado de São Paulo seria crucial para o setor. Com uma representatividade média de 26% das vendas em tempos pré-pandemia, SP teve em abril apenas 0,9% do número total de emplacamentos do país, disse a Fenabrave.
“Vamos perder de 30% a 40% nas vendas no ano, isso se considerarmos uma volta ( de todas as concessionárias) até dia 15 de maio”, afirmou Alarico.
Se isso não acontecer, a queda frente a 2019 será ainda maior, segundo prevê a federação. “Esse é um momento jamais vivido na história do setor, pior que 2014 e 2015”, relembra Alarico, os anos quando o Brasil teve duas quedas seguidas nas vendas de veículos depois de 10 anos de crescimento.
Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB mostra como deverá ser o consumo no Brasil quando o isolamento acabar. Em perguntas estimuladas, as pessoas responderam sobre a compra de carro no pós-pandemia:
Não pretende comprar em momento algum: 65%
Não pretende comprar antes de 1 ano: 18%
Comprar em até 1 ano: 10%
Comprar em até 6 meses: 2%
Comprar em até 3 meses: 3%
Não souberam ou não responderam: 2%
No total, 2.005 pessoas foram ouvidas em todos os estados do país.
Medidas de segurança
Para retornar as operações, as concessionárias propõem as seguintes medidas de prevenção:
Realizar escala de revezamento, visando reduzir o número de colaboradores, utilizando-se das alternativas previstas na MP 936;
Não manter, nas equipes, pessoas consideradas do grupo de risco, tais como idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas;
Controlar acesso ao showroom, evitando aglomeração de pessoas;
Reforço da alternativa de atendimento ao cliente, com agendamento prévio;
Estabelecer controle de condições clínicas e protocolos de atuação/encaminhamento, caso haja manifestação de sintomas por quaisquer colaboradores e/ou seus parentes próximos/de convívio.
“Nossas lojas nunca tiveram aglomerações. Vamos ter álcool gel sempre disponível e higienizar os carros de test-drive também”, afirmou Alarico.

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Sem citar fonte, Bolsonaro fala em 10 milhões de desempregados devido ao coronavírus

Presidente utilizou número várias vezes nesta quinta-feira. No fim de março, Brasil tinha 12,9 milhões de desempregados, segundo o IBGE. Bolsonaro vai ao STF e apela por relaxamento de medidas de isolamento
Ao falar ao longo do dia nesta quinta-feira (7) sobre o total de desempregados em razão da crise do coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro citou sem indicar fonte uma estimativa de 10 milhões de empregos formais perdidos durante a pandemia.
O número, se correto, representaria quase um terço dos 33 milhões de empregos formais existentes até março e aumentaria, em 77%, o número total de desempregados no país.
A informação mais recente divulgada pelo governo indica que, no fim de março, o Brasil tinha 12,9 milhões de desempregados. Comparado com dezembro de 2019, o número indica 1,2 milhão a mais de pessoas procurando emprego. Esses dados são da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Ao divulgar os números, no fim de abril, o instituto não fez relação entre o desemprego e o impacto da pandemia. As primeiras medidas de distanciamento social foram decretadas em 11 de março, no Distrito Federal. Em São Paulo e no Rio, as regras foram anunciadas em 16 e 17 de março, respectivamente.
O presidente confundiu o número total de desempregados do país – reflexo de um contexto anterior ao da pandemia – com o impacto específico dos últimos meses. Ele atribuiu a informação dos 10 milhões de desempregados que mencionou ao ministro da Economia, Paulo Guedes.
Técnicos do Ministério da Economia esclareceram que Guedes estava se referindo à taxa de desemprego da economia (12,9 milhões), mas não informaram quantas pessoas, de fato, perderam o emprego desde o início das medidas de isolamento social que levaram ao fechamento de atividades comerciais e industriais.
As falas de Bolsonaro
Ao longo desta quinta, o presidente Bolsonaro usou três vezes a estimativa de 10 milhões para falar sobre o impacto da pandemia e a necessidade de retomada das atividades no país.
“Eu não posso passar por cima do Supremo [Tribunal Federal]. Inclusive [estão] aumentando as medidas protetivas. Pessoal, já está na casa dos 10 milhões de desempregados no Brasil, formais”, declarou pela manhã na saída do Palácio do Alvorada.
Em seguida, Bolsonaro repetiu o dado em reunião com o presidente o STF, ministro Dias Toffoli.
“Trinta e oito milhões de informais e autônomos perderam a renda ou tiveram essa renda substancialmente reduzida. Por parte da formalidade, quem tem carteira assinada, segundo o ministro da Economia me disse agora há pouco, está batendo a casa de 10 milhões de desempregos. Esse número tende a crescer.”
Ao retornar à residência oficial, questionado sobre a origem do número, o presidente voltou a atribuir a informação ao ministro da Economia, Paulo Guedes.
“Vamos arredondar, 10 milhões de carteira assinada, perderam. Os informais, caiu a renda em 80%, alguns caiu para zero […] É do Paulo Guedes. De onde ele tirou isso, eu não sei. Eu até achei que fosse menos. Ele falou que está na casa de 8 milhões e meio, 9 milhões. Eu gostaria que fosse menos, mas é uma realidade”, disse.
Pandemia sem números
Até 2019, o governo federal usava o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia como dado oficial de desemprego. No entanto, o último relatório do Caged divulgado foi o de dezembro do ano passado.
Em nota divulgada em março, o Ministério da Economia suspendeu a divulgação do relatório sob o argumento de que os empregadores não estavam informando dados ao governo, o que poderia “comprometer a qualidade do monitoramento do mercado de trabalho brasileiro”.
O Caged tem uma defasagem menor que a Pnad Contínua, porque lida com um volume menor de dados. Até 2019, o resultado de um mês era divulgado com atraso de cerca de 15 dias.
Como o Caged não é atualizado desde dezembro, na prática, ainda não há dado oficial de emprego que permita medir o impacto da epidemia do coronavírus. Até esta quarta-feira (6), o IBGE também não tinha divulgado dados de abril – as tabelas só devem sair no fim de maio.

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Com impulso de vendas online, Lojas Americanas supera impacto do coronavírus no 1º trimestre


Receita da empresa chegou a R$ 4,06 bilhões, aumento de 14,2% em relação aos primeiros três meses de 2019. Lojas Americanas no Shopping Center Lapa
Phael Fernandes / G1 BA
A Lojas Americanas teve leve melhora dos resultados no primeiro trimestre, uma vez que o forte crescimento das vendas em seu braço digital mais do que compensou os primeiros impactos do isolamento social sobre suas lojas físicas.
A companhia anunciou nesta quinta-feira (7) que teve receita líquida de 4,06 bilhões de reais entre janeiro e março, aumento de 14,2% na comparação com um ano antes. A receita da operação digital teve um salto de 32,3%, para 1,7 bilhão de reais.
Por outro lado, com o início do distanciamento social a partir da segunda quinzena de março, a plataforma física foi impactada pelo fechamento de lojas. A suspensão de funcionamento atingiu principalmente lojas em shopping centers (cerca de 30% do total) mas também impactou de forma pontual as lojas de rua.
Ainda assim, a receita no conceito mesmas lojas foi 2% maior. As lojas de rua tiveram crescimento de 6,5% e as lojas de shopping centers apresentaram queda de 4,2%.
O resultado operacional da Lojas Americanas no trimestre, medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou 587,7 milhões de reais, aumento de 4,8% ano a ano. A margem Ebitda caiu 1,3 ponto percentual para 14,5%.
Segundo a Lojas Americanas, um efeito adicional das medidas de contenção da pandemia foi a mudança na demanda, com forte queda em itens como vestuário, brinquedos, enquanto produtos de higiene, cuidado com bebês e bebidas avançaram fortemente.
A companhia teve prejuízo líquido de 49,2 milhões de reais no trimestre, perda 8% menor do que em igual etapa de 2019.
A Lojas Americanas afirmou ter fechado março com caixa e equivalentes de caixa de 12,8 bilhões de reais.

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Programa vem fortalecendo o compromisso do Governo Federal no combate à fraude e à corrupção dentro do ministério e de órgãos federais vinculados à pasta.

O programa Radar Anticorrupção, do Ministério da Infraestrutura, completa, nesta quinta-feira (7), um ano com 269 denúncias encaminhadas às autoridades policiais e órgãos de controle. Das denúncias encaminhadas, 43 foram à Policia Federal e 16 para a Controladoria-Geral da União (CGU), além de encaminhamentos para a Polícia Civil dos Estados, Ministério Público e Tribunal de Contas da União (TCU).

O secretário executivo do MInfra, Marcelo Sampaio, destacou que o Programa Radar Anticorrupção é um marco da gestão do presidente Jair Bolsonaro, que tem entre suas diretrizes o combate à corrupção. “Temos aqui no MInfra o engajamento da alta administração no sentido de criar um ambiente favorável para garantir as melhores práticas de governança corporativa”, explicou o secretário. “Após um ano, consideramos que o programa tem sito exitoso em criar uma cultura de integridade no serviço publico”, ressaltou.

Criado para aprimorar a gestão pública, melhorar o controle interno, zerar casos de corrupção envolvendo contratos da Pasta e dificultar os desvios de conduta e de recursos públicos, o programa também reestruturou a seleção de servidores públicos baseados em critérios técnicos. Até o momento, já foram analisados 456 processos de nomeação de servidores públicos. “Essa foi uma reestruturação importante para o momento atual do Governo Federal para dar mais transparência aos processos”, enfatizou a subsecretária de Governança e Integridade do MInfra, Fernanda Costa de Oliveira, que é delegada da Polícia Federal.

O programa envolve o compartilhamento de informações com outros ministérios, estabelece regras de compliance para os servidores do MInfra, define critérios técnicos para a nomeação de cargos e funções gratificadas e mantém canais oficiais de denúncia à disposição dos cidadãos. “Quando lançamos o Radar Anticorrupção tínhamos o objetivo de mostrar para sociedade o compromisso do Governo Federal e do MInfra no combate à corrupção, dando celeridade e transparência nos processos administrativos”, destacou a delegada.

PREVENÇÃO – O Radar Anticorrupção foi lançado em maio de 2019 e vem sendo desenvolvido em cooperação entre o Ministério da Infraestrutura, Ministério da Justiça e Segurança Pública, Controladoria-Geral da União (CGU), Advocacia-Geral da União (AGU) e Polícia Federal (PF). O programa tem o objetivo de aprimorar a gestão pública a partir da adoção de medidas voltadas à prevenção, à supervisão e ao enfrentamento de riscos de fraude e de corrupção no MInfra.

Além da “Supervisão Ministerial”, os outros quatro pilares do programa são “Conexão Integridade”, que envolve o compartilhamento de informações com os demais parceiros do programa; “Profissionais do Progresso”, que regulamenta o processo de seleção e de avaliação de integridade para ocupação de cargos no ministério; “Canal Transparência”, que estimula, por meio de campanhas permanentes, a utilização dos canais oficiais de denúncia; e o “Guia Rápido de Conduta Ética”, que promove a disseminação de boas práticas e orienta o comportamento dos servidores.

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Assessoria Especial de Comunicação

Ministério da Infraestrutura

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Objetivo do encontro virtual foi promover o debate e a troca de experiências entre o Brasil e os EUA para melhorias do ambiente regulatório no trânsito brasileiro

Nesta quinta-feira (7), representantes do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) participaram do workshop sobre Avaliação da Conformidade Brasil – Estados Unidos. O eventoem formato virtual, realizado pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia, em conjunto com o Departamento de Comércio dos EUA, teve como foco promover discussões técnicas, possibilitando iniciativas de cooperação e trocas de experiências em temas de interesse comum, que podem contribuir para a melhoria do ambiente regulatório brasileiro e a implementação de boas práticas regulatórias.

O coordenador-Geral de Segurança Viária do Denatran, Daniel Mariz Tavares, apresentou os aspectos que envolvem a certificação de veículos no Brasil, detalhando como se dá o processo de elaboração das normas de segurança veicular pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) e o procedimento para a concessão do Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito (CAT). Destacou, ainda, o recém-lançadoPrograma de Rotulagem Veicular de Segurança.

Por sua vez, a agência americana de Segurança Rodoviária, National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), explicou como ocorre o processo de autocertificação de veículos nos Estados Unidos, destacando o papel que a agência tem no controle do mercado e na realização de testes de segurança e de pesquisa na área da segurança veicular.

“Trata-se de um momento muito importante para o Denatran, já que foi a primeira vez que o departamento discutiu de forma institucional aspectos relacionados à segurança veicular com a NHTSA. O evento também foi importante para se observar como os distintos processos regulatórios ocorrem, não só em outros países, como tambémentre os órgãos do próprio governo brasileiro”, destacou Mariz.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério da Infraestrutura 

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Bilionário Elon Musk mostra primeira foto de filho com cantora e posta suposto nome bizarro


Dono da Tesla tuitou na segunda (4) que criança se chamaria X Æ A-12 Musk, mas Califórnia não aceita nomes que contenham algo além das letras do alfabeto inglês. Elon Musk postou foto do filho com a cantora Grimes
Reprodução/Twitter
A polêmica em torno do suposto nome do filho recém-nascido de Elon Musk pode terminar no cartório. O nome X Æ A-12 Musk, postado nas redes sociais pelo pai, na última terça-feira (5), não seria aceito pelas regras de registro da Califórnia, que permite apenas as letras do alfabeto inglês e veta números e símbolos.
Um dos assuntos mais comentados no Twitter no Brasil na terça, o nome inusitado do bebê do bilionário Elon Musk com a cantora Grimes gerou diversas interpretações e memes. Ela chegou a postar o significado de cada parte. E, na quarta (6), no Instagram, respondeu à maior dúvida que permanecia: como é a pronúncia.
Segundo Grimes, o nome significa:
X como a variável desconhecida (incógnita).
Æ é AI, de inteligência artificial, em inglês, e que também pode ser interpretado como “amor”.
A-12 é o “precursor do SR-17 (nossa aeronave favorita)”, disse Grimes, explicado que o avião não tinha armas, “apenas velocidade”. Era “ótimo na batalha, mas não violento”, completou. Musk a corrigiu, dizendo que a aeronave é SR-71, e não SR-17.
Além disso, o A também representa a música “Archangel”, “minha canção favorita”, escreveu a mãe do bebê.
Sobre a pronúncia, Grimes explicou que é falado o X, o A e o I. Algo como “Xai”.
Cantora Grimes explica pronúncia do nome X Æ A-12, de seu filho com o bilionário Elon Musk, dono da Tesla
Reprodução/Instagram
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“Acho que soa como o nome do protagonista de uma história”, respondeu Grimes a um seguidor no Twitter que perguntou se ela sabia que se tratava de uma criança, e não de um EP (uma música).
O primeiro filho de Musk com Grimes nasceu na última segunda (4). O fundador da montadora de carros elétricos Tesla já tem 5 filhos de outros relacionamentos.
Grimes
Divulgação
Colecionador de polêmicas
O nome do filho é apenas mais uma polêmica entre inúmeras de Musk no Twitter. O empresário tem feito uma série de postagens que chamaram a atenção nos últimos dias, incluindo uma em que fala em vender seus bens materiais e ficar sem ter nenhuma casa, e outra em que disse que o preço das ações da Tesla estava superestimado.
Essa mensagem estimulou a venda dessas ações, aumentando ainda mais o valor de mercado da empresa, o que pode colocar o executivo de novo na mira do órgão regulador de mercado nos Estados Unidos.
Em 2018, Musk já causou uma turbulência ao tuitar que estava considerando tirar a Tesla da bolsa, fazendo o valor das ações disparar, e depois voltou atrás na ideia. Por causa disso, ele foi acusado de fraude e teve de deixar a presidência do conselho da montadora de carros elétricos, além de pagar multa.
O bilionário vive respondendo a seguidores e costuma discutir nas redes, como quando chamou de pedófilo um dos mergulhadores que ajudaram no resgate de meninos presos em uma caverna na Tailândia e acabou processado por calúnia, Neste caso, o júri decidiu a seu favor.
Elon Musk deu resposta bizarra a seguidora que perguntou nome do filho recém-nascido dele.
Reprodução/Twitter
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Novo Audi R8 chega ao Brasil no 2º semestre por R$ 1,2 milhão


Os primeiros compradores terão até 1,6 milhão de combinações possíveis para personalizar o modelo. Superesportivo de R$ 1.234.990 passou por discretas mudanças. Audi R8
Divulgação/Audi
A Audi confirmou para o segundo semestre deste ano a chegada do novo R8 ao Brasil, que ganha discretas mudanças visuais. Em versão única, mas com livre possibilidade de personalização, o superesportivo sairá por R$ 1.234.990.
Audi E-Tron: primeiras impressões
Audi confirma E-Tron Sportback para 2020
De acordo com a marca, os primeiros compradores do novo R8 no país, que confirmarem seus pedidos até 14 de maio, poderão configurar o carro conforme suas preferências, sem depender de unidades em estoque.
Audi R8
Divulgação/Audi
Com isso, os clientes terão acesso a um catálogo da linha 2021 com as possibilidades de personalização – são quase 1,6 milhão de combinações, segundo a Audi.
Entre as escolhas estão 29 opções de cores externas, 5 acabamentos de side blades, 3 para o conjunto de saias laterais, spoiler dianteiro e molduras do difusor traseiro, 4 para os retrovisores, 6 opções de rodas (sempre de 20 polegadas) e logotipos em preto ou cromado.
Há ainda os acabamentos internos, com mais possibilidades. Os assentos, por exemplo, têm até 18 opções.
Audi R8
Divulgação/Audi
O R8 segue equipado exclusivamente com o motor 5.2 V10 de 610 cavalos de potência e 57,1 kgfm de torque, câmbio de 7 marchas e tração integral. Segundo a marca, o superesportivo vai de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos e tem velocidade máxima de 330 km/h.
Entre os equipamentos de série do modelo estão faróis de laser, seletor de modos de condução, controle do ronco saído do escape, quadro de instrumentos digital, central multimídia e sistema de som Bang&Olufsen.
Audi R8
Divulgação/Audi
Audi R8
Divulgação/Audi
Audi R8
Divulgação/Audi
Audi R8
Divulgação/Audi

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Vendas de veículos usados caem 83% em abril, diz Fenauto


A comparação é com o mesmo mês de 2019. No acumulado do ano, a queda já é de quase 26%. Loja de carros usados em São Paulo
Fábio Tito/G1
As vendas de veículos usados e seminovos caíram 83,2% em abril no mercado brasileiro, segundo a federação das revendedoras multimarcas, a Fenauto. A queda mostra grande impacto das medidas tomadas para conter o avanço da pandemia do coronavírus no país.
Emplacamentos de veículos têm queda de 76% em abril, diz Fenabrave
Montadoras paralisam atividades por causa do coronavírus
De acordo com a entidade, foram comercializados 153.737 automóveis, comerciais leves e veículos pesados (ônibus e caminhões) no mês passado, contra 915.931 do mesmo mês em 2019. A média de unidades vendidas por dia útil também caiu 82,2% – de 56.070 para 9.995.
No acumulado de 2020, foram 2.585.994 unidades, contra 3.492.979 no mesmo período em 2019. A queda neste ano foi de 26%.
As motos usadas viram suas vendas caírem 82,7% em abril, com 42.512 unidades vendidas. No acumulado, a queda foi de 24,4%.
O presidente da entidade, Ilídio dos Santos, reforçou que a situação é “complicada” e que “atingiu fortemente” o setor.
“Estamos com lojas sem abrir há 45 dias e, para tentar contornar a questão do distanciamento social, os lojistas intensificaram os trabalhos de vendas online, mas esbarram na finalização do processo, registro e emplacamento do veículo junto aos DETRANs, que estão fechados por todo o país”, acrescentou.
Ilídio revelou que a Fenauto enviou uma correspondência conjunta ao Governo Federal e aos governadores estaduais sugerindo a flexibilização das medidas de isolamento para a retomada gradativa das atividades produtivas e do comércio.
Usados ‘jovens’ são mais procurados
Apesar da queda nas vendas e da crise enfrentada pelo país, as posições de vendas por idade não mudaram no último mês. Os usados “jovens”, com 4 a 8 anos de uso, representaram 35,5% das vendas. Os “velhinhos”, com 13 anos de uso ou mais, ficaram com 26,2% do total. Veja a tabela abaixo.
Vendas por tempo de uso
Os 20 mais vendidos de abril
VW Gol – 13.050
Fiat Uno – 7.275
Fiat Palio – 6.780
Fiat Strada – 4.946
Ford Fiesta – 4.161
Chevrolet Celta – 3.883
VW Saveiro – 3.760
Ford Ka – 3.704
Toyota Corolla – 3.639
Chevrolet Onix – 3.480
Hyundai HB20 – 3.331
Chevrolet Corsa – 3.267
Toyota Hilux – 2.930
Chevrolet S10 – 2.644
Chevrolet Montana – 1.291
Ford Ranger – 1.200
Fiat Toro – 1.005
Mitsubishi L200 – 902
VW Amarok – 781
Fiat Fiorino – 701

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Três em cada quatro brasileiros vão manter consumo reduzido após pandemia, diz pesquisa da CNI


Roupas e calçados são itens que população tem mais intenção de comprar depois do fim da pandemia. Medo de perder emprego atinge metade dos brasileiros. De cada 4 brasileiros, 3 vão manter o nível de consumo reduzido após a pandemia do coronavírus, mostra uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB, divulgada nesta quinta-feira (7). No total, 2.005 pessoas foram ouvidas em todos os estados do Brasil.
A pesquisa revelou ainda que, de um grupo de 11 bens de consumo, apenas dois terão maior procura durante os três meses após o fim da pandemia: roupas (34%) e calçados (31%).
Em todos os outros nove grupos de bens (como eletrodomésticos, eletroeletrônicos e móveis), há menos interesse na retomada do consumo. Menos de 10% das pessoas afirmam que pretendem comprar esses produtos no prazo de 90 dias pós-isolamento.
Porém, quando se leva em consideração o período de até um ano após o fim das medidas restritivas, além de roupas (70% das pessoas pretendem comprar nesse prazo) e calçados (66%), despontam móveis (28%), celulares (27%), eletroeletrônicos (23%) e eletrodomésticos (23%), todos acima do patamar de 20% de intenção de compra em até um ano.
Compra de roupas terá maior procura após a pandemia
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Volta ao comércio
A pesquisa também sondou a intenção do brasileiro em voltar a frequentar supermercados, bares e restaurantes, shopping e o comércio de rua.
A menor mudança se dará na frequência aos mercados: 76% falam em voltar a fazer como antes ou até ampliar a frequência, enquanto 24% projetam reduzir o número de idas a esses estabelecimentos.
No caso do comércio de rua, 57% falam em manter ou ampliar, enquanto 41% esperam reduzir. Já em relação aos shoppings, a população se divide: 47% falam em manter ou aumentar a frequência e 48%, em reduzir. Por fim, há 44% dizendo que manterão ou ampliarão e 52% dizendo que reduzirão a ida a bares e restaurantes.
Faturamento dos setores de comércio e serviços cai quase 40% no país
Medo de perder emprego
O medo de perder o emprego é um dos motivos que contribui para a expectativa dos brasileiros de continuar freando o consumo. A pesquisa da CNI mostrou que metade dos trabalhadores (48%) tem um medo grande de perder o emprego. Somado ao percentual daqueles que têm medo médio (19%) ou pequeno (10%), o índice chega a 77%.
Muitos dos entrevistados já sentiram o efeito da crise no bolso. Do total, 23% já perderam totalmente a renda, e outros 17% tiveram redução no ganho mensal. Isso significa dizer que quatro em cada 10 brasileiros acima de 16 anos perderam poder de compra desde o início da pandemia.
“Há muito a ser feito nos próximos meses, mas devemos manter a confiança na ciência e na resistência da nossa economia. Certamente, com persistência e atuação conjunta, conseguiremos vencer o novo coronavírus, esse poderoso inimigo, superar a crise decorrente da pandemia e retomar a rota do desenvolvimento econômico e social do Brasil”, afima o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
Endividamento
A pesquisa mostra também que mais da metade dos brasileiros (53%) está endividada. E, dentre quem possui alguma dívida, 28% a contraíram nos últimos 40 dias, ou seja, após o início do período de isolamento social.
Endividamento se acentua e pode ser um dos legados da crise do coronavírus
A inadimplência provocada pela crise também preocupa: 40% dos endividados disseram que já atrasaram o pagamento de algum débito, sendo que, desses, mais da metade (57%) começou a ficar inadimplente nos últimos 40 dias. Além disso, só 52% dos endividados afirmam que conseguirão quitar todas as suas dívidas nos próximos 30 dias.
População é favorável ao isolamento
Apesar das perdas econômicas, os dados mostram que a população brasileira segue favorável ao isolamento social (86%) e quase todo mundo (93%) mudou sua rotina durante o período de isolamento, em diferentes graus.
No cenário pós-pandemia, só 30% dos brasileiros falam em voltar a uma rotina igual à que tinham antes. Sobre o retorno ao trabalho após o fim do isolamento social, a maior parte dos trabalhadores formais e informais (43%) afirma sentir-se segura, enquanto 39% se dizem mais ou menos seguros e apenas 18%, inseguros.
“As atenções dos governos, das empresas e da sociedade devem estar voltadas, prioritariamente, para preservar vidas. Entretanto, é crucial que nos preocupemos também com a sobrevivência das empresas e com a manutenção dos empregos. É preciso estabelecer uma estratégia consistente para que, no momento oportuno, seja possível promover uma retomada segura e gradativa das atividades empresariais”, comentou Andrade.
Quase todos os entrevistados (96%) consideram importante que as empresas adotem medidas de segurança, como a distribuição de máscaras e a adoção de uma distância mínima entre os colaboradores. E, para 82% dos trabalhadores, essas medidas serão eficientes para proteger os empregados.
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Ministério da Infraestrutura coordena operação especial para trazer da China equipamentos de proteção adquiridos pelo Ministério da Saúde

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O primeiro lote das 240 milhões de máscaras, adquiridas pelo Governo Federal para combater a Covid-19, chegou ao Brasil no começo da noite desta quarta-feira (6). O Boeing 787-9 do Grupo LATAM Airlines, fretado pelo Ministério da Infraestrutura, pousou no Aeroporto Internacional de Guarulhos/SP às 19h, trazendo 2,2 mil caixas de máscaras cirúrgicas de três camadas, totalizando 4,4 milhões de unidades. Foi o primeiro dos 42 voos contratados pelo MInfra junto à LATAM para transportar as 960 toneladas de máscaras cirúrgicas e N95 compradas pelo Ministério da Saúde. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) serão distribuídos às 27 unidades da federação.

A aeronave da LATAM Airlines Chile decolou de Xangai (China) na terça-feira (5), carregada com cerca de 25 toneladas, fazendo escalas em Auckland (Nova Zelândia) e Santiago (Chile) antes de chegar ao Brasil. Os equipamentos foram levados para a central de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos, e de lá seguirão para os estados. “Estamos dando atenção especial a essa grande operação para garantir a chegada dos equipamentos às unidades de saúde e aos profissionais nos estados”, disse o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

“Com esta importante parceria reafirmamos nosso compromisso em prol da saúde dos brasileiros e dos profissionais de saúde que estão combatendo o vírus em nosso país. É uma satisfação para a LATAM Cargo poder fazer nossa parte e colaborar com as autoridades brasileiras para enfrentarmos juntos esta crise de saúde mundial” comenta Diogo Elias, diretor da LATAM Cargo Brasil.”

Para auxiliar no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, o Ministério da Infraestrutura desenvolveu um plano de logística e distribuição, em apoio ao Ministério da Saúde. O plano nacional abrange ações para garantir agilidade no transporte do material importado, no desembaraço aduaneiro nos aeroportos e na distribuição dos equipamentos nos estados.

Além dos 42 voos que serão fretados pelo governo, a Americanas vai custear o transporte de 15 milhões de máscaras, que são parte da carga do Ministério da Saúde, em duas aeronaves. O apoio da iniciativa privada também tem ocorrido por parte de outras empresas como a Vale, que está doando 5 milhões de kits de testes rápidos e 15,8 milhões de EPIs ao Governo Federal.

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Fotos GRU Airport / Divulgação

Assessoria Especial de Comunicação

Ministério da Infraestrutura

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